Marina Silva parte em procissão a santuário de Nossa Senhora Desaparecida

11out2017_18h56

CAVERNA SUSTENTABILIDADE – Já faz cinco meses desde que ex-senadora e ex-Ministra do Meio Ambiente Marina Silva apareceu publicamente pela última vez. Não se sabe por que a candidata que recebeu o voto de um quinto dos eleitores nas últimas eleições presidenciais vem se manifestando tão pouco. A fim de aplacar a curiosidade de seus apoiadores e da imprensa, a fundadora da Rede anunciou a partida de uma romaria à igreja de Nossa Senhora Desaparecida.

Segundo Eliane Brum, assessora de comunicação da candidata, “são bem-vindos os que querem desaparecer, os que desapareceram contra a vontade, aqueles que desaparecerão engolidos pela polarização que engole tudo, e, sobretudo, aqueles desaparecidos pela falta de empatia das diferentes bolhas que emergem do catavento que destroem ‘sonhos tão mesquinhos’ para insuflar esferas lacradas pelo sabão da mesquinhez”. O textão da jornalista e escritora foi abreviado às capacidades dos servidores do Piauí Herald.

Boatos dão conta de que correligionários da candidata acreana já começaram a cavar um túnel ligando uma igreja da Assembleia de Deus, na avenida Prestes Maia, ao subsolo da Catedral Basília de Nossa Senhora Aparecida, onde se encontraria o santuário do herético culto da virgem desaparecida.

Brum culpa os “céticos sem alma, especialistas doentes e sensualistas alopáticos” pela disseminação de informações que reforçam a ideia de que Marina Silva estaria desaparecida. Segunda a assessora, “Marina está alinhada ao princípio da homeopatia: quanto mais diluí sua presença pública, mais poderosa sua figura se torna”. “Dória, por sua vez, crê-se um antibiótico. E sabemos o tipo de superbactéria que o seu uso excessivo pode gerar…”