Após confusão, mascote do BBB é levado pela PF em condução coercitiva

20abr2018_17h15
A Polícia Federal já havia cometido erro semelhante no passado ao investigar as ligações de uma confeitaria com o MTST, liderado por Guilherme Boulos
A Polícia Federal já havia cometido erro semelhante no passado ao investigar as ligações de uma confeitaria com o MTST, liderado por Guilherme Boulos

CURITIBA O final da edição de número 18 do reality show Big Brother Brasil foi mais confuso do que o esperado. Na noite de quinta-feira, logo após o anúncio da acreana Gleici Damasceno como vencedora, agentes da Polícia Federal chegaram aos Estúdios Globo com um mandado de condução coercitiva. Após alguns minutos de discussão entre os agentes e a direção do programa ficou acordado que o mascote do programa fosse levado a Curitiba para esclarecimentos.

Duas horas depois o mascote foi liberado e a confusão esclarecida em nota da PF: Os agentes chegaram ao local devido a uma denúncia de pagamento de 1,5 milhão de reais a uma senhora chamada Gleici. O atendente da chamada de denúncia se confundiu, escreveu Gleisi, e nosso setor de emergência foi acionado. Tudo já está esclarecido e o mascote já foi devolvido ao setor de armazenagem do Projac.

A senadora Ana Amélia (PP-RS), que recentemente se envolveu em confusão com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, saiu em defesa da PF: Confusões desse tipo acontecem. Gleici e Gleisi são petistas e recebem dinheiro de fontes duvidosas. Inclusive, a Rede Globo prova seu viés petralha e simpatizante ao Estado Islâmico ao dar o dinheiro para uma militante, passando por cima do concorrente Kaysar, uma vítima da guerra na Síria. Envenenam a alma do brasileiro, além do corpo, com aqueles biscoitos de polvilho muito populares nas praias cariocas.