A PRIMEIRA AGÊNCIA DE FACT-CHECKING DO BRASIL

Brasil ganha Festival de jornalismo inovador em novembro

por Equipe Lupa
17.out.2017 | 09h00 |

Pela primeira vez no Brasil, oito organizações nativas digitais que estão inovando no jornalismo online se juntam para trazer um Festival de olho no futuro da informação.

As plataformas Agência Lupa, Agência Pública, BRIO, JOTA, Nexo, Nova Escola, Ponte Jornalismo e Repórter Brasil se uniram ao Google News Lab para realizar o Festival 3i – Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente.

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O evento acontece no Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de novembro, e vai abordar, entre outros temas, financiamento independente e sustentabilidade, modelos de negócio, tecnologia aplicada ao jornalismo, polarização nas redes sociais e fact-checking.

Entre os convidados internacionais, estão o norte-americano Glenn Greenwald, fundador do  The Intercept Brasil, a inglesa Claire Wardle, do Cross Check, projeto que reuniu organizações para checar os presidenciáveis na França, a norte-americana vencedora do prêmio Pulitzer Angie Holan, do Politifact, o maior site de checagem do mundo, José Luis Pardo, do projeto En Malos Pasos, que cobre violência em sete países no continente, Martin Pellecer, diretor do site guatemalteco Nóomada, e a portuguesa Mariana Santos, diretora da rede Chicas Poderosas.

Também participarão do Festival o ator Gregório Duvivier, que apresenta o “Greg News” no canal HBO, primeiro jornal satírico da TV brasileira, Ana Estela de Sousa Pinto, repórter especial da Folha de São Paulo, Pablo Ortellado, pesquisador da USP, Marco Túlio Pires, coordenador do Google News Lab no Brasil, Luis Alt, do Design Thinking Brasil e Pedro Dória, fundador da newsletter Meio.

“Será o primeiro Festival que vai focar nas questões essenciais para quem está empreendendo no jornalismo brasileiro. A ideia é, antes de tudo, inspirar novas gerações”, diz Natalia Viana, da Agência Pública.

UM FESTIVAL URGENTE E NECESSÁRIO

Ao longo dos últimos três anos, o cenário de mídia tem vivenciado um crescimento na quantidade de sites, assim como na sua influência, o que permite falar de uma nova geração de jornalistas empreendedores, com cultura e necessidades próprias.

Um levantamento feito pela organização norte-americana Sembramedia conseguiu mapear com detalhe 100 meios na América Latina. A pesquisa constatou que 62 destes meios foram fundados por pelo menos uma mulher, um padrão diferente da imprensa tradicional. O estudo avalia que essas organizações têm aumentado em quantidade, qualidade e impacto nos últimos anos, vencendo prêmios significativos como o Pulitzer, o Gabriel García Marquez e o prêmio de excelência da Online News Association.

Além de cobrir temas como narcotráfico, política e corrupção, esses sites também dedicam especial atenção a temas pouco cobertos pela mídia tradicional, como minorias e direitos humanos.  Ao lidar com essas questões, os novos veículos passam a questionar os tradicionais limites entre ativismo e jornalismo, tema do debate levantado pela Ponte. “Queremos discutir se ainda cabe ao jornalista buscar a verdade ou só lhe resta ser parte da guerra de narrativas”, afirma Fausto Salvadori, da Ponte.

Apesar disso, o maior desafio é a sustentabilidade financeira, aponta o estudo. “Ter um profissional preparado para administrar o negócio pode fazer a diferença entre conseguir avançar ou não conseguir tirar os planos do papel”, completa Felipe Seligman, fundador do site Jota.

Outro problema relatado pelos entrevistados da pesquisa da Sembramedia são as pressões de anunciantes governamentais, auditorias ou processos judiciais que são usados como forma de intimidação. 46% dos sites analisados sofreram ameaças ou violência por conta do seu trabalho, e 50% relataram terem sofrido ciberataques.

“Ao que tudo indica, 2018 será marcado pela intensa polarização eleitoral. No Festival 3i, juntamos jornalistas que convivem com essa realidade todos os dias, há meses, e que podem nos dar dicas objetivas e valiosas sobre como fazer um bom jornalismo nesse cenário. Algo imperdível”, destaca Cristina Tardáguila, fundadora e diretora da Agência Lupa.

O Festival 3i pretende ser um espaço de encontro e reflexão para este grupo, fortalecendo sua atuação, ampliando a rede de apoio e troca de conteúdo e experiência – e portanto, ajudando a fortalecer o jornalismo no continente e torná-lo mais diverso e representativo. “Discutiremos não apenas o interesse público como objetivo final, mas como educar redações, sociedade e mantenedores para zelar pela independência editorial”, diz Wellington Soares, editor da Nova Escola.

“O que fica claro é que o ecossistema do jornalismo está cada vez mais diverso, com múltiplos atores, e que essa vai ser uma característica do futuro da indústria”, diz Paula Miraglia, diretora geral do Nexo.

Parte dessa inovação ocorre também na relação com a audiência. Um dos diferenciais das novas iniciativas é uma relação mais aberta com o público, com olhar mais atento para métricas mais qualitativas. “Em resumo, falaremos sobre quais os desafios e as estratégias mais inovadoras para garantir engajamento do público com o conteúdo gerado pelos novos veículos”, diz Breno Costa, do BRIO.

O evento é voltado para jornalistas, empreendedores em geral, donos de startups, comunicadores e estudantes.

“A programação será aberta e os ingressos serão vendidos a partir de terça-feira, 17 de outubro, por meio da página do Sympla.  

UM FESTIVAL LATINOAMERICANO E PARTICIPATIVO

Um dos pontos altos do festival será a sessão de “Lightning Talks”, palestras inspiradoras sobre projetos que estão revolucionando o jornalismo no continente. Sites como El Faro, de El Salvador, o site digital mais antigo e um dos mais premiados do continente, o inovador site peruano Ojo Público, e o pioneiro em fact-checking Chequeado, da Argentina, vão compartilhar suas histórias no sábado, dia 11/11.

Além disso, no domingo, o Festival se encerra com um “Lightning Talk” de 10 projetos brasileiros que estão inovando na forma, conteúdo e distribuição. Esses projetos serão eleitos pelo público do Festival, garantindo a participação de todos.

SERVIÇO

Festival 3i – Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente

Data: 11 e 12 de Novembro, das 10:00 às 20:30

Local: IAB – Beco do Pinheiro, 10 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ

Valores:

Inteira: Ingresso para 2 dias = R$ 240

Estudantes: Ingresso para 2 dias = R$ 144

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Convidados Internacionais:

Mariana Santos – Chicas Poderosas: Portuguesa, fundou Chicas Poderosas, uma organização não governamental que tem como objetivo trazer mais mulheres para área tecnológica, começando com a América Latina em 2014.

Daniel Valencia – El Faro: Jornalista premiado de El Salvador, é fundador da Sala Negra de El Faro, co-autor do documentário “Las masacres de El Mozote” (El Faro, 2011) e dos livros “Crónicas negras, desde una región que no cuenta” (Aguilar, 2013) e “Jonathan no tiene tatuajes” (UCA Editores, 2010).

Martin Pellecer – Nómada: Jornalista guatemalteco, é diretor do site Nómada. Em 2011, fundou o site Plaza Pública em parceria com uma universidade jesuíta e, em 2014, criou seu próprio meio, Nómada, que pretende fazer jornalismo para inspirar os leitores a mover a sociedade para o progresso.

José Luis Pardo Vieiras – Em Malos Pasos – Jornalista freelancer e co-fundador de Dromómanos, uma produtora de projetos jornalísticos. Colaborouo com mídias como  The New York Times, El País, Vice News, Etiqueta Negra e Gatopardo. É co-autor de Narcoamérica (Tusquets, 2015) e participou em outros livros de não ficção. Recebeu o Prêmio Ortega y Gasset e o Nacional de Periodismo do México, entre outros. Atualmente, és coordenador e investigador de En Malos Pasos, un projeto sobre homicídio nos setes  países mais violentos da América Latina.

Olivia Sohr – Sembramedia/Chequeado: Chilena e socióloga transformada em jornalista, trabalha no site de fact-checking Chequeado desde seu início, em 2009. É embaixadora argentina no Sembramedia, uma organização que realiza pesquisas sobre mídias digitais na América Latina.

Elizabeth Salazar Milagros Veja – Ojo Público: Jornalista peruana especializada na cobertura de temas sociais, corrupção estatal e grupos de poder econômico. Membro de Ojo-Publico.com, mídia digital especializada em jornalismo de investigação, análise de dados e novas narrativas digitais.

Tamoa Yanetsy Calzadilla Lara – Univisión: Jornalista venezuelana especializada em meios digitais e jornalismo investigativo. Atualmente trabalha na Unidade de Projetos Especiais e Investigativos do canal Univision, nos EUA. Em 2014, ganhou os prêmios  Maria Moors Cabot Special Citation, o Prêmio  Gabriel García Márquez e o Prêmio do Instituto Prensa y Sociedad (IPYS).

Angie Drobnic Holan – PolitiFact: Jornalista, editora e escritora com larga experiência na cobertura da Presidência, Congresso e eleições federais dos Estados Unidos, dirige o PolitiFact, site de checagem de fatos líder neste movimento no país.  Foi repórter no time que ganhou o Pulitzer de 2009 pela checagem de fatos nas eleições presidenciais americanas de 2008.

Claire Wardle – Cross Check: Claire Wardle é diretora estratégica e de pesquisa para o website First Draft. Antes de First Draft, foi diretora de pesquisa no Tow Center para jornalismo Digital na Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia. Participou ativamente da cobertura colaborativa de fact-checking da eleição francesa em 2017.

Glenn Greenwald – The Intercept: jornalista, escritor e advogado norte-americano, especialista em Direito Constitucional, que atualmente vive no Rio de Janeiro. Em junho de 2013, através do jornal britânico The Guardian, Glenn Greenwald foi um dos jornalistas que em parceria com Edward Snowden levou a público a existência dos programas secretos de vigilância global dos EUA, efetuados pela sua Agência de Segurança Nacional (NSA). Sua reportagem ganhou o Prêmio Pulitzer de jornalismo em 2014 e, no Brasil foi agraciado com o Prêmio Esso de Reportagem, por artigos publicados em O Globo acerca do sistema de vigilância virtual dos Estados Unidos em território nacional. Em 15 de Outubro de 2013 Greenwald deixou The Guardian para iniciar o The Intercept, uma publicação da First Look Media  e com versão brasileira.

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 11 de Novembro

9:30: Abertura do Festival.  Palavra dos Organizadores

10:00-11:30: Mesa 1 –   Modelo de Negócios e Gestão

Federico Amigo – El Tiempo Argentino  

Paula Miraglia – Nexo

Eduardo Pegurier – O Eco

Mediação: Jota

 

13:00-14:30: Mesa 2 – Pensando na audiência: engajamento 360  

Luis Roberto Alt Ferreira –  Design Thinking Brasil

Ivan Mizanzuk – Anticast

Letícia Bahia – AzMina

Mediação: Brio

 

15:00-16:30: Mesa 3 –  Tecnologia e novos formatos

Mariana Santos – Chicas Poderosas

Carla Jimenez – El País Brasil

Daniela Pinheiro – Revista Piauí

Mediação: Nexo

 

17:00-18:00: Lighting Talks América Latina (Palestras Inspiradoras)

Daniel Valencia – El Faro

Elizabeth Salazar Milagros Veja – Ojo Público

Martin Pellecer – Nómada

José Luis Pardo Vieiras – Em Malos Pasos

Olivia Sohr – Chequeado

 

18:00-20:00: Mesa 4 (Noturna) – Fronteiras entre jornalismo e ativismo

Glenn Greenwald- Intercept

Gregorio Duvivier – Greg News

Mídia Ninja

Pedro Doria – Meio

Mediação: Ponte Jornalismo

 

Domingo, 12 de novembro

10:00 – 11:30: Mesa 1 –  Plataformas, jornalismo e política

Facebook

Marco Túlio Pires – Google News Lab

Sérgio Amadeu – UFABC, Comite Gestor da
Internet no Brasil  

Mediação: Agência Pública

 

13:00 – 14:30: Mesa 2 –  Independente do que?

Olivia Sohr – Sembramedia

Ana Estela Souza Pinto – Folha de S.Paulo

Pedro Abramovay – Open Society Foundations

Mediação: Nova Escola

 

15:00 – 16:30: Mesa 3 –  Jornalismo de Impacto, Causa e Missão

Caio Cavechini – Profissão Repórter

Kaike Silva Dalapola – Ponte Jornalismo

Elizabeth Salazar Milagros Veja – Ojo Público

Mediação: Repórter Brasil

 

17:00 – 19:00: Mesa 4 (Noturna) – Polarização e Eleições

Pablo Ortellado – Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação (GPOPAI)  

Tamoa Yanetsy Calzadilla Lara – Univisión

Angie Drobnic Holan – Politifact

Claire Wardle – Cross Check

Mediação: Agência Lupa  

 

19:20-20:20: Lighting talks Brasil (Palestras Inspiradoras)

10 projetos brasileiros eleitos pelos participantes

 

20:20 – 20:30: Palavras de encerramento

OS ORGANIZADORES

Agência Pública: Fundada em 2011, sua missão é produzir reportagens de fôlego pautadas pelo interesse público, sobre as grandes questões do país do ponto de vista da população – visando o fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e a promoção dos direitos humanos. Todas as suas reportagens são livremente reproduzidas por uma rede de mais de 70 veículos, sob licença creative commons. A Pública também atua para promover o jornalismo investigativo independente através de programas de mentoria para jovens jornalistas, bolsas de reportagem e incubação de projetos de jornalismo independente. Em 2017 a Agência Pública foi vencedora dos prêmios Vladimir Herzog e Prêmio República e dua vezes finalista do Prêmio Gabriel Garcia Marques. Em 2016, foi o terceiro veículo mais premiado do país, e o primeiro indicado ao Prêmio Liberdade de Imprensa, da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

Site: https://apublica.org/

Agência Lupa: Foi a primeira agência de notícias do Brasil a checar, de forma sistemática e contínua, o grau de veracidade das informações que circulam pelo país. Gostam de pensar que, agindo assim, contribuem para aprimorar o debate público. São membros verificados da International Fact-checking Network (IFCN) e seguem os cinco pontos de seu código de ética. A receita vem da venda de conteúdo para diversos meios de comunicação e do LupaEducação, sistema de treinamento profissional em checagem oferecido pela agência.

Site: www.lupa.news 

BRIOrio Hunter: Criado originalmente em 2015 para a produção de grandes reportagens, ao BRIOBrio Huntar tornou-se o primeiro serviço de avaliação, qualificação e inserção de profissionais de jornalismo no mercado. A plataforma tem como objetivo central valorizar a mão de obra responsável pela produção de jornalismo de qualidade. A empresa gerencia uma base de talentos jornalísticos de diferentes perfis e desenvolve projetos jornalísticos a partir deste conjunto de profissionais.

Site: www.briohunter.org   

Jota: O Jota é uma empresa de informação, criada em 2014, que busca dar transparência à informação pública, levar maior segurança jurídica ao mercado e transformar a sociedade por meio do jornalismo especializado, técnico, imparcial e ágil. O Jota surgiu da percepção de que havia uma demanda crescente por informações, análise e bastidores por parte dos profissionais que atuam na área jurídica.

Site: https://jota.info/   

Nexo: O Nexo é um jornal digital brasileiro, lançado em novembro de 2015, cujo modelo editorial tem como proposta a apresentação de notícias contextualizadas. Utilizando diversos formatos e recursos de design, tecnologia e pesquisa, a plataforma valoriza conteúdos como vídeos, materiais interativos e infográficos. Além disso, as matérias abordam temas e notícias de forma explicativa e estruturada, facilitando a leitura. O Nexo acaba de receber o prêmio de general excellence in online journalism (excelência geral em jornalismo on-line) na categoria pequenas redações, o mais importante da premiação da Online News Association. Em 2016, o jornal também Nexo foi o vencedor do prêmio ÑH 2016, organizado pelo braço espanhol da Society for News Design, como a “Melhor Publicação Digital” do ano.

Site: https://www.nexojornal.com.br/  

Ponte Jornalismo: A Ponte jornalismo é um veículo de comunicação independente nascido em março de 2014, com a preocupação de ampliar a voz das vítimas de violência de Estado. Sua missão é defender os direitos humanos por meio de um jornalismo independente, profissional e com credibilidade. Sua primeira campanha de crowdfunding atraiu mais de 700 apoiadores e levantou mais de R$ 70 mil. Ganhou um prêmio Vladimir Herzog na categoria rádio. Suas reportagens já ajudaram a revelar um capitão do Exército atuando como infiltrado e a tirar pelo menos três inocentes da prisão.

Site: https://ponte.org/  

Repórter Brasil: Fundada em 2001 a Repórter Brasil tem o objetivo de fomentar a reflexão e ação sobre a violação aos direitos fundamentais dos povos e trabalhadores do país. Devido ao seu trabalho, tornou-se uma fonte de informação reconhecida internacionalmente sobre situações que ferem os direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil. Suas  reportagens, investigações jornalísticas, documentários, pesquisas e metodologias educacionais têm sido usadas por lideranças do poder público, do setor empresarial, da sociedade civil e de organizações internacionais como instrumento para nortear a construção de uma sociedade de respeito aos direitos humanos.

Site: http://reporterbrasil.org.br/  

Nova Escola: A Associação Nova Escola é uma organização sem fins lucrativos. Nossa missão é transformar a Educação brasileira por meio de conteúdos e serviços de alta qualidade para professores e gestores do Brasil. A Associação foi criada em 2015 com o apoio de sua mantenedora, a Fundação Lemann. Desde então, publica as revistas e sites Nova Escola e Gestão Escolar, as maiores e mais tradicionais publicações para educadores do país. Até o nascimento da Associação, Nova Escola e Gestão Escolar eram publicadas pela Fundação Victor Civita (FVC), onde se desenvolveram durante 30 anos e conquistaram milhares de leitores e leitoras.

Sites: novaescola.org.br e gestaoescolar.org.br

Google News Lab: O Google News Lab é a área do Google que trabalha com jornalistas para acelerar a inovação no jornalismo ao redor do mundo. Por meio de treinamentos, desenvolvimento de produto e pesquisa, e também na construção de programas para jornalistas, o News Lab trabalha em quatro frentes: Jornalismo de Dados, Jornalismo Imersivo, Verificação & Credibilidade, e Diversidade no Jornalismo.  

Site: https://newslab.withgoogle.com/

Apoiadores: Fundação Ford, Instituto Clima e Sociedade,  Open Society Foundations, Artigo 19, Knight Center for Journalism in the Americas e Repórteres Sem Fronteiras.

Contatos:

Assessoria de Imprensa:

Gilberto Scofield Junior

E-mail: gilberto.scofield@gmail.com

Telefone: (21) 992749568

Para entrevistas:

Natalia Viana, codiretora da Agência Pública.

E-mail:  natalia@apublica.org

Telefone: (11) 991867650

Cristina Tardáguila, fundadora e diretora da Agência Lupa.

E-mail: cris@lupa.news

Telefone: (21) 2586-6169

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