cartas

Não foi ninguém

MARIELLE PRESENTE 1

A lógica recomenda que se comece a leitura da piauí pela seção de cartas, para fechar o ciclo das edições anteriores. É o que faço todo mês. Entretanto, na edição de abril, diante da urgência do tema e da inevitável sensação de desesperança em que ele nos lançou, o assassinato de Marielle me conduziu automaticamente para a matéria assinada pela estagiária Yasmin Santos (“Do lado de cá”, piauí_139, abril). Embora o texto inteiro – claro, seco e preciso – transborde talento e consciência, o parágrafo de encerramento traz uma carga extra de emoção e maturidade, ambas surpreendentes em alguém com apenas vinte velinhas sopradas.

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