cartas

Por onde anda Dirceu Luiz Natal?

REVOLUÇÃO

Acho que no Brasil, infelizmente, a única saída seria aparecer um novo Fidel Castro e encampar uma revolução sangrenta contra esses poderosos, criminosos que tomaram conta daqui. Num país onde apenas os mandatários podem viver sua vida e sugar o que resta da população, não existe mais esperança fora de uma revolução promovida pelo povo. A indignação e a revolta não têm como serem descritas depois que se lê essa reportagem sobre a chacina no sul do Pará (“O massacre de Pau d’Arco”, piauí_135, dezembro).

MATÉRIA FECHADA PARA ASSINANTES
Para acessar, assine a piauí

Leia também

Últimas Mais Lidas

No Brasil, passeata passa antes pela escola

Pesquisa da Pew Research mostra que 29% dos brasileiros mais escolarizados dizem participar de protestos, contra 8% dos que têm menos anos de estudo – a maior diferença entre 14 países

Ingressos à venda para o Festival Piauí GloboNews de Jornalismo

Estudantes e professores pagam meia-entrada, e assinantes da revista têm desconto

O candidato do colapso

Poder de Bolsonaro nasceu da devastação social e dela dependerá

E se o Brasil sair do Acordo de Paris?

O que Bolsonaro precisa fazer para abandonar o tratado climático, e como o recuo ameaça a parceria comercial bilionária com a União Europeia

Correndo riscos

Eficiente na campanha, o medo não serve a Bolsonaro para governar o país

Buscas por “Fascismo” batem recorde no Google

Curiosidade atingiu o auge no domingo da eleição, com dez vezes mais pesquisas do que a média; "Jair Bolsonaro" é um dos principais assuntos relacionados

Os formadores da onda

SuperPop, comunismo e Lava Jato: sete eleitores de uma mesma família no Rio de Janeiro enumeram as razões por que votam em Bolsonaro

Bolsonaro e a tirania da maioria

País que exige ficha limpa de políticos desdenha da ficha democrática

Maria vai com as outras #10: Fim da temporada – Divisão sexual do trabalho

No último episódio desta temporada, a jornalista e escritora Rosiska Darcy de Oliveira fala dos primórdios do movimento feminista no Brasil e no mundo, do exílio durante a ditadura e do seu livro "Reengenharia do Tempo", sobre a divisão sexual do trabalho.

A imprensa precisa fazer autocrítica

Foram anos tratando o inaceitável como controverso ou mesmo engraçado

Mais textos
1

Vivi na pele o que aprendi nos livros

Um encontro com o patrimonialismo brasileiro*

2

A imprensa precisa fazer autocrítica

Foram anos tratando o inaceitável como controverso ou mesmo engraçado

3

Medo por medo, dá Bolsonaro

Datafolha mostra que PT não projeta sonho mas continuísmo

4

O fiador

A trajetória e as polêmicas do economista Paulo Guedes, o ultraliberal que se casou por conveniência com Jair Bolsonaro

5

Os formadores da onda

SuperPop, comunismo e Lava Jato: sete eleitores de uma mesma família no Rio de Janeiro enumeram as razões por que votam em Bolsonaro

6

O PT em segundo lugar

Ameaça autoritária exige pacto de refundação institucional

7

Bolsonarismo não é partido

Democracia brasileira depende de petismo e antipetismo se organizarem em siglas que se respeitem

8

O candidato da esquerda

Pouco conhecido, sem nunca ter feito vida partidária ou disputado votos, o ministro Fernando Haddad parte em busca dos militantes do PT, dos paulistanos e da prefeitura

9

A festa que Bolsonaro cancelou

O PSL enviou 300 convites para celebrar a vitória já no primeiro turno, num hotel na Barra da Tijuca. No fim, sobrou para aliados justificar por que não ganhou

10

Bolsonaro e a tirania da maioria

País que exige ficha limpa de políticos desdenha da ficha democrática