NA REVISTA

piauí_168

Setembro_2020

ou
Ver Todas

vultos da República

O patriota

A trajetória do Véio da Havan

Roberto Kaz

tempos da peste

Muita coisa!

A pandemia e a saúde mental nas favelas

Armando Antenore

questões democráticas

Derrubem as estátuas

Quem reclama da “cultura do cancelamento” está cego para a cultura do outro

Miguel Lago

carta do líbano

A cidade sem janelas

Em poucos meses, entre Belém e Beirute, vivi uma vida inteira

Wafa’a Celine Halawi

questões visuais

Os olhos eram azuis

Como Marina Amaral passou a colorizar fotos históricas e descobriu o seu autismo

Filipe Vilicic

anais da neurologia

A nostalgia reimaginada

A neurociência está descobrindo o que a propaganda política já sabe há muito tempo

Felipe de Brigard

anais da segurança

Democracia despedaçada

A polícia contra o Estado – e como meu nome foi parar no dossiê do Ministério da Justiça

Luiz Eduardo Soares

tempos da peste

O dia seguinte

Como a pandemia afetou – e afetará – a indústria do petróleo

Consuelo Dieguez

dois retornos

tempos da peste

Biblioteca da selva

Poriciwi Wai Wai, a memória de um povo e o enterro na aldeia

Ruben Caixeta de Queiroz

tempos da peste

De volta à roça

Em razão da pandemia, minha mãe precisou colher café outra vez

Jeferson Batista

tribuna da história

A ignorância na política

E a política da ignorância

Peter Burke

questões criminais

A construção de um serial killer

Ele está preso e foi acusado de matar 21 pessoas. Sua história é um prodígio de imaginação

Mario Cesar Carvalho

tempos da peste

A casa e a espera

Na pandemia – ao contrário da guerra – o lar não é bem um refúgio

Alejandro Chacoff

anais da neurologia

A nostalgia reimaginada

A neurociência está descobrindo o que a propaganda política já sabe há muito tempo

Felipe de Brigard

chegada

Um trilhão na grelha

A nova popularidade de Bolsonaro e os “pobres coitados”

José Roberto de Toledo

despedida

Na ponta do arpão

A caçada para salvar um peixe da extinção

Bia Guimarães

piauí herald

The Bolsozapp Herald

A rede social mais alt-right do Brasil

Olegário RibaBannon

esquina

Em nome do vírus

A volta do latim divide os virologistas

Bernardo Esteves

O cordel das mulheres

Uma nova geração reage ao machismo de um gênero poético

Fernanda da Escóssia

Ela disse não

A montadora Cristina Amaral recusa convite de Hollywood

Carlos Adriano

Costurando saídas

Um coletivo retoma suas aulas para transexuais

Tiago Coelho

Genealogia de um prato

Moreno Veloso e um antigo instrumento do samba

Clara Rellstab

Beethoven na panela

Produtor de brega-funk faz versões de dois clássicos da música

Emily Almeida

Era dos extremos

Um policial em Porto Alegre denuncia neonazistas

Adriano Wilkson

ficção

A locomotiva preta

Cuidem bem dos seus sonhos

Linda Boström Knausgård

concurso literário

Saia dessa, José!

O vencedor e os finalistas do mês

cartuns

Cartuns de Allan Sieber

Allan Sieber

colaboradores

Vito Quintans [Capa], artista plástico, compôs a trilha sonora dos filmes A Noite Amarela e O Nó do Diabo, e assina a direção de arte do jogo virtual Sertão Profundo: A Maldição da Botija.

 

José Roberto de Toledo [Um trilhão na grelha, p. 7], editor-executivo do site da piauí, é apresentador do podcast Foro de Teresina. Ilustração de Adão Iturrusgarai.

 

Olegário RibaBannon [The BolsozApp Herald, p. 13] é sócio-fundador da rede social mais alt-right do Brasil. Seus ghost-writers são Roberto Kaz e Afonso Cappellaro, redatores de The piauí Herald.

 

Roberto Kaz [O patriota, p. 16], repórter da piauí, é autor de O Livro dos Bichos (Companhia das Letras).

 

Allan Sieber [Cartuns a partir da p. 20] é quadrinista e publica todos os dias Meu Querido Diário, que pode ser assinado online em: apoia.se/meuqueridodiario.

 

Luiz Eduardo Soares [Democracia despedaçada, p. 22] é antropólogo, cientista político e escritor. Foi secretário nacional de Segurança Pública. É autor, entre outros, de O Brasil e Seu Duplo (Todavia) e Dentro da Noite Feroz: O Fascismo no Brasil (Boitempo, no prelo).

 

Miguel Lago [Derrubem as estátuas, p. 28] é cientista político, cofundador da rede Meu Rio e diretor da ONG Nossas. Ilustração de Vito Quintans.

 

Peter Burke [A ignorância na política, p. 32], historiador inglês, é professor emérito da Universidade de Cambridge. É autor, entre outros, de Uma História Social do Conhecimento (Zahar). O artigo é um trecho de seu próximo livro, Uma História Social da Ignorância. Tradução de Sergio Flaksman.

 

Wafa’a Celine Halawi [A cidade sem janelas, p. 35] é atriz e diretora de cinema libanesa. Tradução de Heloisa Jahn.

 

Filipe Vilicic [Os olhos eram azuis, p. 38] é jornalista e escritor, autor, entre outros, de O Clique de 1 Bilhão de Dólares (Intrínseca). Foto do Auschwitz Memorial colorizada por Marina Amaral.

 

Mario Cesar Carvalho [A construção de um serial killer, p. 44] é jornalista, autor de Carandiru – Registro Geral (Wide Publishing). Desenho de Yoshiharu Kawasaki.

 

Armando Antenore [Muita coisa!, p. 48] é um dos editores da piauí. Foto de André Valentim.

 

Ruben Caixeta de Queiroz [Biblioteca da selva, p. 56] é professor de antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais.

 

Jeferson Batista [De volta à roça, p. 59] é jornalista e mestre em antropologia social pela Unicamp.

 

Consuelo Dieguez [O dia seguinte, p. 62], repórter da piauí, é autora de Bilhões e Lágrimas (Companhia das Letras).

 

Alejandro Chacoff [A casa e a espera, p. 68], escritor e crítico literário da piauí, é autor do romance Apátridas (Companhia das Letras).

 

Felipe De Brigard [A nostalgia reimaginada, p. 72] é professor associado dos departamentos de psicologia e neurociência da Universidade Duke. Artigo originalmente publicado na revista digital Aeon. Tradução de Sergio Tellaroli.

 

Linda Boström Knausgård [A locomotiva preta, p. 76] é escritora sueca. O texto integra o livro A Pequena Outubrista, a ser lançado pela Editora Rua do Sabão em outubro. Tradução de Luciano Dutra.

 

Audre Lorde (1934-92) [Poesia, p. 80], escritora e ativista caribenho-americana. Os poemas fazem parte de duas coletâneas da autora que serão lançadas neste mês no Brasil: Unicórnia Preta (Relicário), traduzida por Stephanie Borges, e Entre Nós Mesmas (Bazar do Tempo), traduzida por Tatiana Nascimento e Valéria Lima. Ilustração de Xilopretura.

 

Bia Guimarães [Na ponta do arpão, p. 86], jornalista com mestrado em divulgação científica e cultural, produz e apresenta o podcast 37 Graus.

 

Ilustrações de Esquina por Andrés Sandoval.