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A semana no site da piauí

A incontinência verbal de Meirelles, a queima de produtos culturais na ditadura, os personagens de Stranger Things no universo do RPG e outras histórias

10nov2017_20h13
Na segunda temporada de <i>Stranger Things</i>, Mike Wheeler (interpretado por Finn Wolfhard) menciona o tipo de personagem que seus amigos seriam no jogo RPG. A <b>piauí</b> comenta quem seriam os outros personagens
Na segunda temporada de Stranger Things, Mike Wheeler (interpretado por Finn Wolfhard) menciona o tipo de personagem que seus amigos seriam no jogo RPG. A piauí comenta quem seriam os outros personagens FOTO: DIVULGAÇÃO

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles dá sinais de que quer ser candidato – mas arrisca matar sua candidatura ao se expor demais. Como se acha um especialista no jogo político, Meirelles vem tomando iniciativas que mais parecem autossabotagem do que autopromoção. Somadas, sugerem afoiteza e isolamento em vez de força, escreve a repórter Malu Gaspar.

Na piauí_134, já nas bancas, Malu faz o perfil do ministro da fazenda. A matéria está disponível no site para assinantes. Para assinar a revista, clique aqui.

Documentos inéditos mostram como o aparato de censura do regime militar usou empresas privadas para queimar programas de tevê, filmes, discos e livros proibidos – de Silvio Santos a José de Alencar. A repórter Mariana Filgueiras conta essa história na reportagem A grande fogueira.

Era para ser banheiro público e virou centro turístico: no ensaio O edifício maldito, o arquiteto Francesco Perrotta-Bosch mostra por que o ‘prédio mais feio do Brasil’ é uma crítica à vida de aparências e um elogio à gaiatice. Para o ensaísta, o Rainha da Sucata, como é conhecido o edifício mineiro, desnuda o conservadorismo de quem se diz portador da boa arquitetura brasileira, e não aceitam grandes desvios na trajetória dos heróis modernos e de seus discípulos.

 

Quem é quem em Stranger Things? Na segunda temporada da série, Mike Wheeler menciona o tipo de personagem que seus amigos seriam no jogo RPG. Neste vídeo, Nathalie Lourenço tenta adivinhar quais seriam os outros personagens.Eduardo Escorel avalia Gabriel e a Montanha, filme de Felippe Barbosa em memória de Gabriel Buchmann, amigo de infância do diretor: “O desafio a vencer na filmagem não é apenas de resistência física e psicológica, superando altitudes, distâncias e condições de trabalho adversas. É também o de integrar homens comuns à reencenação e de conseguir harmonizar atores não-profissionais com profissionais, assim como eventos ocorridos com outros menos documentais.”

O crítico também resenha História de Taipei. Considerado um dos grandes filmes mais negligenciados da história do cinema, o  segundo longa-metragem do diretor chinês Edward Yang “não só é encenado e filmado com precisão milimétrica, como também estabelece um elo orgânico incomum entre o sentimento íntimo dos personagens e seu entorno”, segundo Escorel.

questões de traço e letra, por Dedé Laurentino:

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