questões de forno e fogão

Bucatini all’amatriciana

Este foi o nosso almoço na quinta-feira passada, dia em que estávamos apressados e sem tempo para o fogão. Supondo que você tenha na geladeira os ingredientes, que não são nada incomuns, este clássico italiano é um dos pratos de massa mais rápidos e gostosos que se pode servir. Pela quantidade de bacon que leva, esta receita é um tanto politicamente incorreta, o que leva a crer que os pastores que a criaram não tivessem muito medo de artérias entupidas. Enfim, nós caprichamos no bacon da nossa massa. Ficou muito boa. Bacon é daqueles pecados que quanto mais, melhor. Pobres porquinhos. Como eles já foram sacrificados e estão irreconhecíveis na embalagem a vácuo, é melhor honrar tendo muito prazer ao comer.

26mar2013_18h26

Este foi o nosso almoço na quinta-feira passada, dia em que estávamos apressados e sem tempo para o fogão. Supondo que você tenha na geladeira os ingredientes, que não são nada incomuns, este clássico italiano é um dos pratos de massa mais rápidos e gostosos que se pode servir. Pela quantidade de bacon que leva, esta receita é um tanto politicamente incorreta, o que leva a crer que os pastores que a criaram não tivessem muito medo de artérias entupidas. Enfim, nós caprichamos no bacon da nossa massa. Ficou muito boa. Bacon é daqueles pecados que quanto mais, melhor. Pobres porquinhos. Como eles já foram sacrificados e estão irreconhecíveis na embalagem a vácuo, é melhor honrar tendo muito prazer ao comer.

Para quatro pessoas:

400 gramas de bucatini ou de spaghetti (spaghetti é tradicional, mas nós gostamos do comportamento rebelde dos bucatini e sua mania de atacar o queixo dos convivas)

150 gramas de bacon em fatias



1 cebola média em quadradinhos*

8 tomates vermelhos, maduros e bem firmes (ou uma lata de tomates pelados italianos)

1 copo de vinho branco

pimenta do reino

Azeite

Queijo pecorino abundante para ralar por cima. Se não tiver pecorino, não faz mal. Parmesão também serve.

* – A receita original não leva cebolas, mas tomamos a liberdade de acrescentar porque achamos que o molho fica mais gostoso e docinho. Aliás, a receita original mesmo, dos pastores de Amatrice, uma cidade da região do Lazio, não levava nada além da massa (spaghetti), bacon e pecorino. Bem depois é que os outros ingredientes e os fusilli entraram em cena. Coisa de burguesia urbana.

Modo de fazer

Coloque o equivalente de 3 colheres de sopa de azeite em uma panela de fundo largo ou frigideira. Quando o azeite estiver quente (mas não esfumaçando), coloque a cebola e o bacon picado. Assim que a parte branca do bacon ficar transparente, acrescente o copo de vinho branco, aumente o fogo e espere secar. Coloque agora a massa para ferver em água salgada abundante, em outra panela.

Torne a abaixar o fogo para médio e acrescente os tomates até que se dissolvam e mudem de cor. Salgue a gosto (é bom ter em mente que tanto o pecorino quanto o parmesão são queijos salgados).

Escorra a massa, acrescente ao molho e misture bem. Salpique com pimenta a gosto, rale uma camada generosa de pecorino por cima e… está pronto, pode servir!

Aqui, o pinguim almoçando seu pratinho sob o olhar atento da Alice, na mesa da Eli:

Fundo musical recomendado para preparar um all’amatriciana animadinho:

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