A maldição nuclear, de Maria Prymachenko

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Abril 2022

COLABORADORES

Maria Prymachenko (1909-1997)

[Capa e Portfólio “Eu pinto para vocês”, p. 56] é pintora ucraniana. Foi a maior representante da arte naïf em seu país. Imagens do acervo da Fundação Beneficente do Patrimônio Artístico da Família Maria Prymachenko. Apresentação de Anastasiia Prymachenko, diretora da Fundação e bisneta da artista.

Bernardo Esteves

[Nem vendo para crer, p. 14], é repórter da piauí e autor do livro Domingo É Dia de Ciência (Azougue Editorial).

Antonio Engelke

[Parem as máquinas, p. 22] é doutor em ciências sociais, professor de sociologia e pesquisador.

Guilherme Henrique

[As frentes divergentes, p. 34] é jornalista e editor da revista GQ Brasil.

Alexander Snegirev

[Depois da guerra, p. 46] é escritor russo e autor do romance Vera (Eksmo). Tradução de Lucas Simone e Denise Sales.

Adam Zagajewski (1945-2021)

[Ir a Lviv, p. 55] é poeta, ensaísta e romancista polonês, publicou Em Defesa do Fervor (Âyiné). Tradução de Henryk Siewierski.

Tiago Coelho

[“Gabriel! Gabriel!”, p. 68] é repórter da piauí e roteirista de cinema.

Kathryn Schulz

[Por que os animais não se perdem, p. 78] é jornalista da revista The New Yorker, na qual a reportagem foi publicada originalmente. É autora do livro Por que Erramos? (Larousse). Tradução de Sergio Tellaroli. Ilustração de Pedro Franz.

Ricardo Aleixo

[Poesia, p. 86] é poeta, artista e pesquisador, publicou, entre outros livros, Pesado Demais para a Ventania (Todavia).

Ana Clara Costa

[Ele está vivo, p. 6] é repórter da piauí. Foi editora de política na Veja, editora do Globo em Brasília e editora-chefe na Época. Ilustração de Allan Sieber.

J.Carlos (1884-1950)

[Cartuns a partir da p. 16] nome artístico de José Carlos de Brito e Cunha. Artista gráfico, ilustrador, chargista, caricaturista, foi um dos grandes representantes do estilo art déco no design gráfico brasileiro.

Fernando de Barros e Silva

[De volta para o futuro, p. 28] é repórter da piauí e apresentador do podcast Foro de Teresina.

Andrey Kurkov

[Ainda estamos aqui, p. 42] é escritor ucraniano e publicou Death and the Penguin (Melville House). Tradução de Isa Mara Lando.

Bartosz Józefiak

[De súbito, tudo mudou, p. 50] é jornalista polonês, colabora com o portal OKO.press e com a revista Duży Format da Gazeta Wyborcza. É coautor do livro Łódź. Miasto po Przejściach (Łódź: a cidade após as transformações). Tradução de Milena Woitovicz Cardoso, Luiz Henrique Budant e Matheus Moreira Pena.

Helio de la Peña

[O retorno, p. 64] é humorista, ator e redator do grupo Casseta & Planeta. Publicou, entre outros livros, Meu Pequeno Botafoguense (Belas-Letras).

João Batista Jr.

[O influencer do Tremembé,p. 74] é repórter da piauí, publicou A Beleza da Vida: A Biografia de Marco Antonio de Biaggi (Abril). Ilustração de Miaumiauwildekatze.

Fernanda da Escóssia

[Tetela e a gêmea louca, p. 84] é editora na piauí, foi repórter da Folha de S.Paulo e editora de política do Globo. Publicou Invisíveis: Uma Etnografia sobre Brasileiros sem Documento (Editora FGV). Ilustração de Caio Borges.

Flávio Pinheiro

[Poder, ritos e coturnos, p. 90] é jornalista. Fotografia de Orlando Brito.