Governo vai desenvolver caminhão movido a tuítes para acabar com dependência de diesel

18abr2019_19h05
Bolsonaro ainda não decidiu se vai investir em carros movidos a lacrações no Facebook
Bolsonaro ainda não decidiu se vai investir em carros movidos a lacrações no Facebook
POSTO IPIRANGA – “Se a gente conseguir isso aí, só com a produção diária do Zero Dois dá pra dar oito voltas no planeta. Se colocar a conta do Olavo no jogo então, aí dá pra mandar o Marcos Pontes pra Plutão kkkkk.” A frase foi dita nesta quinta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, durante coletiva de imprensa em que ele anunciou o projeto de dessalinização de tuítes, de forma a transformar os caracteres em combustível para caminhões. A medida visa diminuir a dependência brasileira em óleo diesel, que tem causado dor de cabeça no governo.
“Todo mundo diz que meu Twitter e os da família são explosivos. Eu já queimei ministro e deputado da base aliada com menos de 140 caracteres. Aí tive essa ideia aí no tocante à questão do diesel”, explicou Bolsonaro sobre o surgimento da tecnologia. “Na hora liguei pro Vélez pra ele passar isso aí pra alguma universidade. Aí lembrei que ele não era mais o ministro. Fingi que era de call center e ele desligou na minha cara.”
Para não descontrolar a economia, Bolsonaro anunciou que os tuítes serão tabelados. “O Ipiranga tava me falando que um tuíte sobre golden shower vai encher o tanque de 30 Scanias de uma só tacada”, explicou, orgulhoso. “Já a palavra ‘petralha’ vale menos, porque o Carluxo usa a cada cinco minutos.” A Organização dos Países Exportadores de Petróleo ainda está tentando calcular quanto vai valer cada tuíte de Olavo de Carvalho com a palavra ‘cu’. “Tem que ter muito cuidado para não gerar uma hiperinflação”, explicou o economista ultra liberal Milton Buttman.
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