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Por Roberto Kaz e Afonso Cappellaro (sob a supervisão do jornalista Olegário Ribamar)

Flamengo: OMS alerta torcedores sobre o uso excessivo de Kiko Zambianchi

17dez2019_17h37
A OMS sugeriu a volta de versões com músicas de axé que exigiam a performance de coreografias
A OMS sugeriu a volta de versões com músicas de axé que exigiam a performance de coreografias

KM DE VANTAGENS HALLAZO – A jornada do Flamengo até a final do Mundial de Clubes vem sendo acompanhada de altos, baixos, médios e agudos. Entoando uma versão de “Primeiros Erros”, de Kiko Zambianchi, a torcida do rubro-negro vem tirando o sono de vizinhanças país e mundo afora. Mas, segundo a Organização Mundial de Saúde, é a própria torcida do Flamengo que pode perder o sono, em breve, se insistir no uso desenfreado da canção.

“A OMS vê o acústico do Capital Inicial como uma espécie de Chernobyl fonográfico. Foi ali que começou a irradiação dessa música que age nada silenciosamente no organismo humano”, afirmou a entidade, em comunicado. “O torcedor, quando inebriado pelo espírito da vitória, baixa a guarda para essa canção, que se instala no hospedeiro e em breve dá lugar a hits ainda mais perigosos. Cresce a chance de a torcida entoar uma paródia de Tiago Iorc ou Ana Carolina sem nem perceber.”

Para alertar a população sobre o risco, a OMS resolveu fazer uma paródia com a própria música de Zambianchi. “É aquela lógica de apagar fogo com fogo”, explicou o estrategista-chefe da organização, antes de cantarolar:

“Em dezembro de 19
Botou o Zambianchi na roda
Meteu no ouvido do Liverpool
Ficou marcado na história
Mas a cabeça entra em espiral
Quando repete Capital Inicial
E agora o Dinho Ouro Preto
Vai transformar sua cabeça em coreto.”



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O The piauí Herald não é uma seção noticiosa, mas exclusivamente de humor, com sátiras da realidade política do Brasil.