A PRIMEIRA AGÊNCIA DE FACT-CHECKING DO BRASIL

Conheça os 16 universitários que participarão da Oficina de Checagem da Lupa

Rio de Janeiro | lupa@lupa.news
08.set.2016 | 13h36 |

Entre os dias 7 e 9 de outubro deste ano – durante a terceira edição do Festival Piauí GloboNews de Jornalismo – um grupo de 16 universitários selecionados pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) se reunirá no Colégio Dante Alighieri, em São Paulo (SP), para participar da primeira edição da Oficina de Fact-checking da Agência Lupa.

Em parceria com o Grupo Wikimedia Brasileiro de Educação e Pesquisa, durante os três dias do evento, os jovens listados abaixo assistirão a uma série de palestras e terão a oportunidade de editar verbetes da Wikipédia em português, sob o olhar atento dos profissionais mais experientes do mercado.

O encontro, que conta ainda com o apoio do Twitter e do Google, terá uma farta cobertura online e poderá ser acompanhado por qualquer um – inclusive os mais de 70 jovens que se inscreveram para o processo seletivo. São todos bem-vindos na comunidade virtual do primeiro edit-a-thon da Lupa.

Conheça agora os 16 selecionados da primeira edição. Dez deles são de São Paulo. Seis são de outros estados – e receberão da Lupa uma bolsa (hotel e passagens de avião) para ir à capital paulista.

Parabéns a todos e até breve!

Letícia Lopes Oliveira, 19 anos, Niterói (RJ): 

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Estou no terceiro semestre de Jornalismo na Federal Fluminense (UFF) e conheci a Lupa quando (a subeditora) Juliana Dal Piva participou de um evento na faculdade. É uma oportunidade incrível participar da Oficina de Fact-checking. Vai ser minha primeira atividade fora da sala de aula e minha primeira ida a São Paulo. Se o processo seletivo já foi um aprendizado e tanto, imagina a oficina! Tô bastante animada!

Maryanna Nascimento, 23 anos, Feira de Santana (BA):

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Nasci no agreste baiano. Coleciono memórias, postais e crônicas de saguão de aeroporto. Estudo Jornalismo na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, e aguardo ansiosa os ventos que me levarão da Avenida Sete à Avenida Paulista. Ter sido uma das selecionadas para a primeira Oficina de Fact-checking da Lupa é de uma responsabilidade tamanha. Borboletas no estômago e coragem andarão de mãos dadas.

William Boessio, 25 anos, Santa Maria (RS):

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Estudo Jornalismo na UFSM, em Santa Maria (RS). O fact-checking me impressiona por ganhar espaço e se reafirmar através de algo (que deveria ser) básico no jornalismo: uma apuração qualificada. Já conto os dias para a oficina. Será uma bela oportunidade para compreender e discutir métodos de checagem de fatos.

Amanda Prado,  22 anos, Rio de Janeiro (RJ):

RI Rio de Janeiro (RJ) 17/02/2016. Aumento do numero de repúblicas estudantis no Rio depois do Enem. Rua Rodrigo de Brito, 6, em Botafogo. A reporter Amanda morou na república. Foto Custodio Coimbra

Estou concluindo o curso de Jornalismo na UFRJ. Moro no Rio há quatro anos, mas nasci em Teresina, no Piauí, onde boa parte dos meus sonhos foram construídos. Estou muito animada para a oficina! Faz parte do que vim buscar aqui: aprimoramento e caminhos que me levem à realização do jornalismo em que acredito. Vejo a checagem como elemento fundamental da profissão, algo que faz parte do “ser jornalista”.

Plínio Lopes, 20 anos, Curitiba (PR):

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Estou no sexto período de Comunicação Social – Jornalismo, na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Minha maior qualidade é ser eclético com tudo. Espero que, com a oficina, a gente possa ter mais base para matérias de checagens investigativas. A ideia da Lupa de checar a biografia dos candidatos é muito interessante e, se conseguirmos aplicar isso em mais áreas, será uma grande aquisição para o repertório de jornalismo.

Lucas Alves, 21 anos, São Bernardo do Campo (SP):

Lucas Alves - foto Rafael Moura

Estou cursando o oitavo semestre de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Moro em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Acredito no poder que o fact-checking tem de esclarecer a realidade para os leitores. Espero sair da oficina de lupa na mão e com a capacidade de apurar declarações e investigar fatos com profundidade.

Thaísa Oliveira, 22 anos, Brasília (DF):

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Estudo na UnB. Conheci o fact-checking no Festival Piauí de Jornalismo de 2014 e é uma alegria poder voltar, dois anos depois, como participante da primeira oficina de checagem da Lupa. A maratona é uma aposta no conhecimento gratuito, colaborativo e de qualidade, que fortalece o conteúdo da Wikipedia e com isso, a informação pública. Contribuir com essas ferramentas talvez seja uma forma de retribuir à sociedade.

Raquel Raffaelli, 22 anos, São Paulo (SP):

14233866_10209313263802904_1374066687_oOi gente! Estou no quinto ano de Relações Internacionais na USP. Ainda estou à procura do que fazer no futuro. Tenho interesse por administração pública. Penso em talvez seguir por essa área. Fiz um estágio há dois anos na Transparência Brasil e lá entrei em contato com o fact-checking. Acabei criando interesse pelo assunto. Estou ansiosa por conhecer todos e aprender bastante!

Renan Barbosa Fernandes, 25 anos, São Paulo (SP):

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Estudo Filosofia. Dando aulas de História do Brasil, apareceu-me a admiração pelo jornalismo, o respeito aos fatos e um sentido: minha mais nítida memória de infância é vovó e sua lupa. E quem melhor do que a Lupa para ensinar amor à verdade por meio da checagem de fatos?

Raphael Concli, 29 anos, Campinas (SP):

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Curso Jornalismo na Universidade de São Paulo. Fiz minha primeira formação em Filosofia, em Campinas, cidade onde ainda moro. Vejo o trabalho de checagem como a forma rigorosa do jornalista duvidar,  e é isso que quero aprender, não só como profissional,  mas também como leitor.

Paulo André Silveira, 20 anos, Sorocaba (SP):

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Estudo Ciências Econômicas na Universidade Federal de São Carlos. Desde criança, tenho interesse pela figura do jornalista. Sempre gostei de ler, escrever e pesquisar, mas, quando iniciei minha vida acadêmica, passei a perceber e entender um pouco mais sobre o valor do acesso à informação. Vejo na oficina uma oportunidade de canalizar meus interesses por economia e política e dar meu primeiro passo no mundo do jornalismo.

Felipe Saturnino, 19 anos, São Paulo (SP):

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Estou no segundo ano de Jornalismo da USP e bem ansioso para a Oficina da Lupa. Além de conhecer pessoas e aprender, creio que o que me atraiu para isso tem a ver com o objetivo da agência — apurar, que é a alma do bom jornalismo, em xeque sempre que informações sem base são veiculadas. Interessa saber, então, o que é factual. Daí vem o fundamento de todo bom debate: o fato checado. No fundo, é o jornalismo como deve ser.

Tiago Aguiar, 25 anos, São Paulo (SP):

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Estou no terceiro ano de jornalismo da ECA-USP. Sou paulistano e tenho muito interesse em aprender e ensinar com dados de interesse público. Uma checagem de fatos bem feita é parte fundamental do ato de “colocar a mão no vespeiro” de um bom repórter. Espero que a oficina contribua com minha formação de jornalista e até de educador, afinal o Wikipédia é uma das maiores escolas digitais da contemporaneidade.

Victor Hugo Silva, 21 anos, São Paulo (SP): 

victor-hugo-silvaEstou no sétimo semestre de Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Sou estagiário no portal iG. Morador da Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, acredito que uma imprensa que produz bons conteúdos pode contribuir para discussões. Uma forma de alcançar isso é utilizar a tecnologia como aliada para fazer a checagem de fatos e permitir que o público possa ter total confiança nas informações transmitidas.

Marina Milhomen, 24 anos, São Paulo (SP):

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Nasci em Brasília. Cheguei em São Paulo em 2013 e já fiz e desfiz as pazes com o jornalismo algumas vezes nos últimos anos. Ter a chance de participar da oficina de fact-checking da Lupa faz eu me sentir mais perto da jornalista que quero me tornar. 

Matheus Pimentel, 21 anos, São Paulo (SP): 

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Venho de longe, de Pernambuco, com passagem pela Bahia, mas me embrenhei pela maior cidade do hemisfério sul. Estudo na USP. Para mim, o trabalho de veículos como a Lupa é um retorno à essência do jornalismo: apurar, coisa cada vez mais necessária nesses tempos difusos. Tenho muito a aprender, e que privilégio ter como escola um veículo de referência, ainda mais com tanta gente empolgada!

O conteúdo produzido pela Lupa é de inteira responsabilidade da agência e não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.

A Agência Lupa é membro verificado da International Fact-checking Network (IFCN). Cumpre os cinco princípios éticos estabelecidos pela rede de checadores e passa por auditorias independentes todos os anos

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