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Foto: Reprodução
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Debate entre candidatos ao governo de SP na TV Globo: checamos em tempo real

por Chico Marés, Clara Becker e Plínio Lopes
02.out.2018 | 20h07 |

Sete candidatos ao governo de São Paulo participaram nesta terça-feira (2) do debate realizado pela TV Globo. João Doria (PSDB), Professora Lisete (PSOL), Luiz Marinho (PT), Marcelo Cândido (PDT), Márcio França (PSB), Paulo Skaf (MDB) e Rodrigo Tavares (PRTB) estiveram no encontro, que durou cerca de duas horas e meia.

A Lupa acompanhou o evento em tempo real, avaliando a veracidade de frases ditas por todos os candidatos. As checagens também foram publicadas no Twitter, no @agencialupa. Os candidatos e suas campanhas foram avisados sobre o trabalho de checagem da Lupa ao longo do debate e poderão enviar suas observações sobre as checagens.

Veja o resultado:

“Nós [São Paulo] temos reservados R$ 23 bilhões para desonerações”
Professora Lisete (PSOL)

VERDADEIRO, MAS

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2019, apresentado pelo governo paulista em abril de 2018, traz uma previsão de R$ 23 bilhões em renúncias fiscais, mas somente com o ICMS. Se considerado também o IPVA, o valor sobe para R$ 24,2 bilhões.


“Nós temos que fortalecer o Proerd”
Rodrigo Tavares (PRTB)

DE OLHO

No plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rodrigo Tavares (PRTB) não cita o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) em nenhum momento. Também não há registro de propostas sobre consumo ou descriminalização de drogas. As palavras “droga” e “drogas” não aparecem no programa registrado por Tavares no TSE.


Você [Márcio França] fez parte do conselho político do governo Lula”
João Doria (PSDB)

VERDADEIRO

Em entrevista ao site da revista Veja, em março de 2012, o próprio Márcio França afirmou ter feito parte do Conselho Político do governo Lula. O Conselho reunia os presidentes dos partidos aliados ao governo petista no Palácio do Planalto. À época, França presidia o PSB de São Paulo.


“[Doria] Prometeu [ficar na prefeitura até o fim do mandato] e não cumpriu, ao sair da prefeitura de São Paulo”
Marcelo Cândido (PDT)

VERDADEIRO

Doria assinou um documento do portal Catraca Livre em que prometia cumprir seu mandato municipal integralmente. “Eu, João Doria, comprometo-me a cumprir integralmente meu mandato nos anos de 2017, 2018, 2019 e 2020, caso seja eleito prefeito de São Paulo em 2016”, dizia o texto assinado pelo então candidato. Ele renunciou à prefeitura para disputar o governo do estado.


“Quando Doria presidia a Embratur, ele fez uma proposta de fazer o turismo da seca, queria criar um circuito da seca para que pessoas de outros países pudessem conhecer o flagelo da fome”
Marcelo Cândido (PDT)

EXAGERADO

Segundo matéria do jornal O Globo de 1.º de julho 1987, de fato, João Doria propôs a empresários do setor de turismo do Ceará transformar o semi-árido nordestino em destino turístico. “A Caatinga nordestina poderia ser um ponto de visitação turística e gerar uma fonte de renda para a população sofrida da área, respeitando as características culturais e humanas da população, sem exploração da miséria”, disse, na ocasião. Em momento algum ele falou em apresentar “o flagelo da fome” a estrangeiros.


“Quase uma escola por hora é assaltada [em São Paulo]”
Paulo Skaf (MDB)

EXAGERADO

Um levantamento feito pelo G1 mostra que 8.394 escolas e creches foram furtadas, roubadas ou vandalizadas em 2017 – número equivalente a cerca de uma instituição por hora. Porém, o levantamento leva em contas três tipos de crime e não apenas os roubos, que equivalem aos assaltos. Outro dado da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostra que o estado registrou 91 roubos a instituições de ensino – 0,03% do do total de 303.906 roubos – número que equivaleria a cerca de um roubo a cada quatro dias e não um a cada hora.

Procurada, a assessoria de Skaf enviou uma reportagem do SPTV2 para sustentar a afirmação do candidato. Os dados utilizados na matéria são os mesmos do levantamento feito pelo G1, já citado na checagem.

Correção feita às 11h48 do dia 3 de outubro de 2018: Houve erro no cálculo da porcentagem de roubos a instituições de ensino – o total em 2017 foi de 91 roubos e não de 9.117. Também não foi considerado o levantamento divulgado pelo G1. Os dados e o texto foram corrigidos, e a etiqueta de classificação foi alterada de “verdadeiro, mas” para “exagerado”.

(De acordo com a Secretária de Segurança Pública de São Paulo, em 2017,o estado registrou 9.117 roubos a instituições de ensino – 0,03% do total de 303.906 roubos ocorridos em SP naquele ano. Isso significa, de fato, que uma instituição de ensino foi assaltada a cada hora no estado no ano passado. Mas, além de escolas, as instituições de ensino onde houve roubos também podem ser creches, universidades e outros centros, já que a secretaria não diferencia o tipo de instituição.)


“86% das penitenciárias não tem bloqueador de celular”
Paulo Skaf (MDB)

VERDADEIRO

De acordo com um relatório do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), 145 das 168 unidades prisionais não têm bloqueadores de sinal de celulares. O número corresponde a 86% do total.


“94% dos medicamentos de uso contínuo são disponíveis nas farmácias municipais de São Paulo [capital]”
João Doria (PSDB)

FALSO

Relatório do Tribunal de Contas do Município de São Paulo aponta que, de fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018, a disponibilidade de medicamentos de uso contínuo nas farmácias municipais da capital nunca esteve acima dos 76%  – percentual máximo registrado em março de 2017. No pior mês analisado, fevereiro de 2017, apenas 53% dos medicamentos estavam disponíveis.


“45% [do esgoto de São Paulo] não é tratado e é jogado nos rios”
Luiz Marinho (PT)

EXAGERADO

Dados do Instituto Trata Brasil, organização que reúne sociedade e empresas privadas para monitorar avanços no saneamento,mostram que, em 2016, o estado de São Paulo tinha 88,76% do seu esgoto coletado. No entanto, do total coletado 37,16% não é tratado.


“Da estação de tratamento de água até a sua casa, um terço da água vaza”
Paulo Skaf (MDB)

VERDADEIRO

Dados do Instituto Trata Brasil, organização que reúne sociedade e empresas privadas para monitorar avanços no saneamento, mostram que, em 2016, a rede de saneamento teve 36,12% de perdas de água.


“A recomposição inflacionária não vem sendo paga [aos policiais] pelo estado de São Paulo”
Rodrigo Tavares (PRTB)

VERDADEIRO

Segundo a Associação dos Funcionários da Polícia Civil, em agosto de 2014, o salário de um investigador de polícia de 3ª classe, o cargo mais baixo na hierarquia civil, era de R$ 3.474,90 – incluindo o salário base e a Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial (RETP). Hoje, esse cargo recebe R$ 3.743,98, um aumento nominal de apenas 8% em quatro anos. Os policiais militares tiveram um aumento ainda menor. Em 2014, um soldado de 2ª classe ganhava R$ 2.357,76, considerando o salário base e a RETP. Hoje, ganham R$ 2.452,06, um aumento de 4%. O IPCA no período foi de 27,4%.


“Foi um fato inédito no Brasil [Doria deixar a prefeitura de São Paulo com um ano e três meses de mandato]”
Luiz Marinho (PT)

FALSO

A saída prematura de Doria da prefeitura não é um fato inédito nem mesmo em São Paulo. Em 31 de março de 2006, José Serra (PSDB), que havia tomado posse como prefeito de São Paulo em janeiro de 2005, deixou o cargo para concorrer ao governo do estado. Quem assumiu a prefeitura foi Gilberto Kassab, à época filiado ao PFL (hoje DEM).


“Nós [São Paulo] temos o maior setor presidiário do país, mais de 200 mil presos”
Márcio França (PSB)

VERDADEIRO

Dados do sistema Geopresídios, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostram que São Paulo é o estado com o maior número de presos do país – 228.694 dos 690.899, ou 33% do total. Em segundo está Minas Gerais com 73.346 presos (10% do total). De acordo com o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias(Infopen) mais recente, em julho de 2016, São Paulo abrigava 240 mil dos 727 mil presos do Brasil. O levantamento foi feito pelo Ministério da Justiça.


“São 550 [mil funcionários públicos na administração direta] ativos em São Paulo”
Paulo Skaf (MDB)

EXAGERADO

De acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (ESTADIC), de 2017, o estado de São Paulo tem, no total, 464.791 funcionário públicos na administração direta – incluindo estatutários, celetistas, comissionados, estagiários e os sem vínculo permanente.

Por e-mail, a assessoria do candidato enviou tabela que mostra 547.931 servidores ativos na administração direta do governo de São Paulo. Entretanto, a tabela é de 2015. Segundo o Portal da Transparência do governo estadual, em 2017, último ano disponível, o número de servidores ativos nesse segmento é de 453.005. Veja os dados aqui.


“[São] mais 200 [mil funcionários] indiretos nas autarquias, fundações e estatais”
Paulo Skaf (MDB)

EXAGERADO

De acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (ESTADIC), de 2017, os funcionários da administração indireta somam 104.011 pessoas – incluindo estatutários, celetistas, comissionados, estagiários e os sem vínculo permanente.

Por e-mail, a assessoria do candidato declarou, com base em dados de 2015 do governo de São Paulo, que o número total de funcionários de autarquias era de 210.343 considerando autarquias, fundações, autarquias especiais, empresas estatais e universidades. Esse número, porém, inclui funcionários inativos e pensionistas, além de estar defasado. Em 2017, o número de funcionários ativos nessas cinco categorias citadas era de 149.593.  Veja os dados aqui.


“De 2005 a 2012, houve um incremento de assassinatos [da população negra] de 18%”
Marcelo Candido (PDT)

SUBESTIMADO

De acordo com o Atlas da Violência, produzido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 28.817 pessoas negras foram mortas em 2005. Esse número subiu para 38.755 em 2012. O aumento percentual é de 34% – quase o dobro do informado por Marcelo Candido.


“[De 2005 a 2012] a redução [das mortes] da população não-negra é de 12%”
Marcelo Candido (PDT)

EXAGERADO

De acordo com o Atlas da Violência, produzido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 16.056 pessoas não negras foram mortas em 2005. Esse número diminuiu para 14.816 em 2012. Ou seja, reduziu cerca de 8% – e não 12% como afirmado pelo candidato.


“Os menores índices de letalidade policial vieram no nosso governo”
Márcio França (PSB)

AINDA É CEDO PARA DIZER

Os dados compilados de letalidade policial em São Paulo são divulgados trimestralmente. Segundo os relatórios estatísticos trimestrais da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), último disponível, o número de mortes causadas por policiais aumentou no segundo trimestre de 2018, durante a gestão de França, em relação ao primeiro, ainda sob o governo Geraldo Alckmin (PSDB). Foram 221 pessoas mortas, 205 por policiais militares e 13 por policiais civis, contra 197 no último trimestre de Alckmin. Na comparação com o mesmo período de 2017, o número foi idêntico: 221, 213 causados por militares, oito por civis. Entretanto, não há dados compilados para julho, agosto e setembro, ou seja, mais da metade da gestão de França – logo, ainda é cedo para dizer se os índices melhoraram ou pioraram.


“A CDHU [Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano] arrecada aproximadamente R$ 1 bilhão todos os anos, através do ICMS”
Marcelo Cândido (PDT)

SUBESTIMADO

A lei estadual 5.665/89 prevê que 1% da arrecadação do ICMS tem que, obrigatoriamente, ser destinado para a habitação. Segundo o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), a arrecadação do estado com ICMS em 2017 foi de R$ 150 bilhões. Ou seja, R$ 1,5 bilhão deve ser destinado à CDHU, cifra maior à citada pelo candidato.


“Em 14 anos, implantou cobrança no SESI, que era gratuito antes dele [Skaf]”
Luiz Marinho (PT)

VERDADEIRO

O Serviço Social da Indústria (Sesi) passou a cobrar taxas escolares no estado de São Paulo em 2007. Paulo Skaf (MDB) é presidente do Sesi desde 2004 – ele se licenciou do cargo para concorrer ao governo do estado. Ou seja, a cobrança só começou durante o mandato de Skaf à frente da entidade.


“O PSDB governa o estado há 24 anos”
Luiz Marinho (PT)

VERDADEIRO, MAS

Desde a eleição de 1994, quando Mario Covas (PSDB) derrotou Francisco Rossi (PDT), o PSDB ganhou todas as eleições e, portanto, elegeu o governador de São Paulo. Entretanto, por dois breves períodos, partidos aliados do PSDB governaram o estado. Em março de 2006, Geraldo Alckmin (PSDB) renunciou para disputar as eleições presidenciais. Quem assumiu o governo até o fim daquele ano foi Cláudio Lembo, então filiado ao PFL, atual DEM. Em 2018, a mesma coisa aconteceu: Alckmin deixou o governo para disputar a presidência e Márcio França (PSB) assumiu o cargo.


“Vamos fazer 40 delegacias da mulher, para proteger as mulheres”
João Doria (PSDB)

DE OLHO

No plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), João Doria (PSDB) afirma que vai “enfrentar os crimes” contra a mulheres “fazendo com que as Delegacias da Mulheres apresentem maior efetividade”. Porém, ele não cita nenhum número de delegacias que serão criadas e não detalha as medidas.


“Tinhamos 476 mil pessoas aguardando para fazer exames, dois anos e meio, meio milhão aguardando. Em 83 dias, nós zeramos esse déficit”
João Doria (PSDB)

VERDADEIRO, MAS

A gestão do ex-prefeito João Doria (PSDB), de fato, praticamente zerou a fila de exames a serem realizados na capital paulista nos primeiros 83 dias de mandato. Dos 485 mil procedimentos que aguardavam para serem feitos até o fim de 2016, apenas 1.706 (0,35%) não tinham sido realizados até abril de 2017.

Porém, enquanto a prefeitura tentava acabar com a fila já existente, uma nova foi formada: 95.777 novos exames esperavam agendamento em abril do ano passado. À época, a prefeitura reconheceu a existência da nova fila e disse que estava “dentro da normalidade”. Ou seja, o déficit de 485 mil foi zerado, mas um novo déficit foi criado.

Em setembro de 2018, havia 216 mil exames agendados aguardando realização pelo Corujão da Saúde. Outros 67.879 procedimentos esperam agendamento pelo programa.


“Fui reeleito com 93% dos votos”
Márcio França (PSB)

VERDADEIRO

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), França foi eleito prefeito de São Vicente, no litoral paulista, em 1997, com 50.371 votos – 44,3% do total. Em 2000, quando se reelegeu, teve, de fato, 93% dos votos – totalizando 139.581 votos nominais. O atual governador de SP comandou São Vicente até o final de 2004.


“O estado de SP tem a melhor polícia do país”
Márcio França (PSB)

INSUSTENTÁVEL

Não existem pesquisas ou estudos no Brasil que avaliem, de forma comparativa, a atuação das polícias militar e civil nos estados. O que existe é um ranking de 2013 sobre a confiança da população nas polícias de suas respectivas unidades da federação. Trata-se da Pesquisa Nacional de Vitimização, publicada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Nela, a Polícia Militar de SP foi a sétima colocada – 19,2% dos paulistas disseram “confiar muito” em sua atuação. O primeiro lugar ficou com a PM de Minas Gerais. A Polícia Civil paulista apareceu, por sua vez, em 18º lugar, com 15,8% da população dizendo “confiar muito” nela.


“No Brasil mata-se mais a população negra”
Marcelo Candido (PDT)

VERDADEIRO

De acordo com o Atlas da Violência 2018, produzido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), foram registrados 62.517 homicídios em 2016. Do total, 71,5% são negros ou pardos.O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência, produzido pela Secretaria Nacional de Juventude e pelo Fórum de Segurança Pública, mostra que, em média, jovens negros têm 2,71 mais chances de morrerem por homicídio do que jovens brancos no país.


“Eu não aceitei coligação nenhuma”
Paulo Skaf (MDB)

CONTRADITÓRIO

Durante a pré-campanha, Skaf chegou a dizer publicamente que estava aberto a negociar a formação de coligações, desde que ele próprio fosse o cabeça de chapa. Em março, no lançamento de sua pré-candidatura, disse que poderia até mesmo se aliar ao PSDB. “Se o PSDB tiver intenção de uma coligação, nós estamos de braços abertos [nessas condições]”, disse. Também em março, em entrevista à Rádio Cruzeiro, de Sorocaba, ele declarou estar aberto a realização de alianças, “desde que sejam pessoas corretas e honestas”.

Por e-mail, a assessoria do candidato disse discordar da avaliação. “O fato é que o candidato Paulo Skaf fez exatamente o que disse. Ou seja, não aceitou coligações”, afirmou.

Editado por: Natália Leal

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VERDADEIRO
A informação está comprovadamente correta
VERDADEIRO, MAS
A informação está correta, mas o leitor merece mais explicações
AINDA É CEDO PARA DIZER
A informação pode vir a ser verdadeira. Ainda não é
EXAGERADO
A informação está no caminho correto, mas houve exagero
CONTRADITÓRIO
A informação contradiz outra difundida antes pela mesma fonte
SUBESTIMADO
Os dados são mais graves do que a informação
INSUSTENTÁVEL
Não há dados públicos que comprovem a informação
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A informação está comprovadamente incorreta
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