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Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

#Verificamos: É falso que Rodrigo Maia pediu minuto de silêncio por morte de general iraniano

Repórter | Rio de Janeiro | lupa@lupa.news
07.jan.2020 | 17h40 |

Circula nas redes sociais que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu, em plenário, um minuto de silêncio pela morte do general iraniano Qassim Suleimani. O militar, comandante da Força Quds, unidade de elite do Exército Revolucionário Islâmico do Irã, foi morto no dia 3 de janeiro em um ataque aéreo realizado pelos Estados Unidos, em Bagdá, capital do Iraque. Por meio do ​projeto de verificação de notícias​, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação da ​Lupa​:

“MAIA PEDE UM MINUTO DE SILÊNCIO A MORTE DO GENERAL IRANIANO. Virou tumulto no plenário quando o Presidente Rodrigo Maia nesta segunda feira, pediu ao plenário um minuto de silêncio a morte do General Haj Qassem Soleimani. Maia recebeu até vaias do plenário.”
Texto publicado no Facebook que, até as 17h do dia 7 de janeiro de 2020, tinha sido compartilhado por 263 pessoas

FALSO

A informação analisada pela Lupa é falsa. Desde o dia 20 de dezembro, o Congresso está em recesso parlamentar. Isso significa que não estão sendo realizadas sessões plenárias nem na Câmara nem no Senado. É possível verificar na agenda da Câmara que não houve sessão no plenária nesta semana, quando a publicação começou a circular. Ou seja, nada do que está descrito no texto aconteceu. O Congresso volta do recesso apenas no dia 3 de fevereiro. 

Qassim Suleimani foi morto no dia 3 de janeiro por um ataque aéreo realizado por forças norte-americanas. Ele estava no aeroporto de Bagdá, capital do Iraque. Suleimani era o comandante da Força Quds, unidade de elite do Exército Revolucionário Islâmico do Irã.

Nota: esta reportagem faz parte do projeto de verificação de notícias no Facebook. Dúvidas sobre o projeto? Entre em contato direto com o Facebook

Editado por: Natália Leal

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