Tem certeza que deseja sair da sua conta?
Senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) (Pedro França/Agência Senado)
Senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) (Pedro França/Agência Senado)

Tropa de choque do governo cita estudos inconclusivos e dados equivocados sobre Covid-19 na CPI

Rio de Janeiro | lupa@lupa.news
18.maio.2021 | 17h49 |

Os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luis Carlos Heinze (PP-RS) citaram estudos científicos inconclusivos, erraram dados ou omitiram informações sobre esses trabalhos nas primeiras seis sessões da CPI da Covid. Os dois integram o grupo escalado para defender o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante as investigações. Todas as menções equivocadas fazem referência ao tratamento precoce com cloroquina, hidroxicloroquina ou ivermectina, cuja eficácia contra Covid-19 não tem comprovação científica.

A Lupa fez um levantamento de todas as menções a pesquisas feitas nas seis primeiras sessões do colegiado. Houve 27 citações a trabalhos científicos. Foram checadas apenas aquelas consideradas como as mais relevantes. Veja, a seguir, o resultado:

“Considerando que dezenas de estudos demonstram a eficácia dos medicamentos no tratamento precoce da Covid (…), e inclusive metanálises [sobre a ivermectina], até a de uma das maiores especialistas em Medicina baseada em evidências, a Dra. Tess Lawrie”
Eduardo Girão (Podemos-CE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 6 de maio de 2021

INSUSTENTÁVEL

A metanálise sobre a ação da ivermectina contra a Covid-19 produzida pela médica Tess Lawrie, do Reino Unido, em janeiro deste ano não traz dados suficientes para mostrar se o uso desse medicamento tem eficácia contra a doença. 

O trabalho de Lawrie, produzido pelo grupo Aliança para Cuidados Intensivos na Linha de Frente da Covid-19 (FLCCC, na sigla em inglês), fez uma revisão de 27 estudos sobre o uso da ivermectina contra a Covid-19 —desses, no entanto, apenas 15 foram considerados. Há, no entanto, uma série de discrepâncias nas análises selecionadas, que usaram metodologias diferentes e ocorreram em várias partes do mundo, com grupos pequenos de pacientes, de diferentes faixas etárias. As doses de ivermectina tomadas pelos voluntários variaram entre os estudos escolhidos para integrar a metanálise, indo, por exemplo, de 0,2 mg/kg a 0,4 mg/kg, administradas de uma a até quatro vezes.

Dentre os 27 estudos inicialmente selecionados, Lawrie classificou dois deles como tendo alto risco de viés — ou seja, de não terem dados confiáveis. Um dos que receberam essa avaliação é o que tinha o maior número de pacientes, 1.195. Outros dez nem chegaram a ser incluídos, também por não serem confiáveis. Foram usados os 15 restantes — nove com risco moderado de viés e apenas seis com baixo grau de viés. Os grupos analisados tinham apenas de 24 a 363 pessoas em cada um, número considerado baixo para se chegar a uma conclusão confiável. 

Outro problema é que apenas oito das 15 pesquisas incluíram pessoas com comorbidades, mais suscetíveis a casos graves da doença. Há ainda uma mistura de estudos observacionais — nos quais não há um grupo de controle e seleção aleatória de pacientes que recebem o medicamento — com outros, randomizados. Nos estudos observacionais há maior chance de viés, uma vez que podem ser selecionadas pessoas com maior chance de se recuperar, independentemente do tratamento. Além disso, a ausência de um grupo-controle que recebeu placebo impede de comparar os resultados com os daqueles que tomaram ivermectina.

As conclusões da metanálise de Lawrie não foram publicadas em nenhuma revista científica, mas na plataforma ResearchGate. Trata-se, portanto, de um pré-print, ou seja, de um estudo que não foi revisado por pesquisadores independentes. A revisão por pares é essencial para garantir que as conclusões a que o estudo chegou estão corretas, ou seja, para assegurar que não houve nenhum direcionamento no estudo. Pelo menos oito das pesquisas usadas por Lawrie também são pré-prints, ou seja, não passaram por validação dos resultados.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que a ivermectina não deve ser usada em pacientes com a Covid-19, a não ser em estudos clínicos. De acordo com a recomendação mais recente publicada pela entidade, em 31 de março, não há evidências científicas robustas sobre esse tipo de tratamento. A OMS diz que mais pesquisas são necessárias para analisar os efeitos dessa droga. Ou seja, não há como se chegar a uma conclusão hoje fazendo uma metanálise dos estudos disponíveis.


Considerando que dezenas de estudos demonstram a eficácia dos medicamentos no tratamento precoce da Covid (…), e inclusive metanálises [sobre a ivermectina] (…) do Dr. Andrew Hill (…)”
Eduardo Girão (Podemos-CE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 6 de maio de 2021

INSUSTENTÁVEL

A metanálise sobre a ivermectina produzida por um grupo de pesquisadores liderado pelo cientista Andrew Hill, da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, também não traz dados suficientes para demonstrar a eficácia do medicamento no tratamento da Covid-19. Em janeiro deste ano, o estudo foi compartilhado nas redes sociais por afirmar que o remédio conseguiu reduzir as mortes em 75%. O resultado, no entanto, foi contestado na época, por haver uma série de problemas no estudo. Trata-se de um pré-print, ou seja, os dados não passaram por revisão de cientistas independentes. Além disso, 11 das 18 pesquisas usadas para a metanálise são de baixa qualidade.

Os próprios autores da metanálise disseram que são necessários mais estudos para descobrir se a ivermectina funciona contra a doença, e criticaram as pesquisas realizadas. “Muitos estudos que foram incluídos ainda não foram publicados ou passaram pela revisão de pares, e as metanálises são propensas a confusões. Além disso, há uma grande variação nos padrões de tratamento nos ensaios usados, e a dose de ivermectina e a duração do tratamento foram heterogêneos. A ivermectina precisa ser validada em ensaios maiores, apropriadamente controlados e randomizados até que os resultados sejam suficientes para que sejam revisados pelas autoridades regulatórias”, escreveram.

Até mesmo a redução do número de mortes foi vista com cautela pelos autores da pesquisa. Apesar de os ensaios envolverem 2.282 pacientes, uma parcela muito pequena de óbitos sustenta essa conclusão. “A diferença na mortalidade de 75% nessa metanálise é baseada somente em 71 mortes, em seis estudos clínicos. Esse número é menor do que os estudos do Recovery ou do REMAP-CAP que levaram à aprovação da dexametasona, tocilizumabe e sarilumabe”, escreveram. Os pesquisadores dizem que a evidência não é robusta o suficiente para justificar o uso da ivermectina ou a sua aprovação por agências regulatórias.


“Considerando que dezenas de estudos demonstram a eficácia dos medicamentos no tratamento precoce da Covid (…), e inclusive metanálises [sobre a ivermectina] (…), a mais recente publicada em pré-print anteontem, a do Dr. Karale, da renomada Clínica Mayo, dos Estados Unidos”
Eduardo Girão (Podemos-CE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 6 de maio de 2021

INSUSTENTÁVEL

Por ser um pré-print, a metanálise produzida por pesquisadores da Clínica Mayo e de outras instituições dos Estados Unidos e da Índia não foi revisada por pares e publicada em uma revista científica. Com isso, os dados apresentados pelo estudo não podem ser considerados conclusivos. Além disso, os responsáveis pela análise ponderam que há uma série de problemas na qualidade das pesquisas usadas, sendo que muitas delas também não passaram por revisão de pares.

Na área em que listam as limitações da metanálise, os pesquisadores dizem que os resultados têm que ser interpretados com cuidado. “Não podemos excluir a possibilidade de viés e imprecisão que poderiam ser identificados por um processo de revisão de pares”, escreveram. Assim como em outras metanálises sobre a ivermectina, há uma série de diferenças na dosagem aplicada, na duração dos tratamentos e nas características dos grupos de voluntários. Em alguns casos, não se sabe nem mesmo quanto tempo as pessoas tomaram o remédio.

Outra ressalva feita pelos pesquisadores é que, como a maior parte das pesquisas usadas foi produzida em países em desenvolvimento, nem todos os voluntários foram submetidos a testes RT-PCR – mais precisos para detectar a infecção pela Covid-19. Nesses casos, foi feita uma avaliação clínica para determinar quem estava doente – ou seja, pessoas que tinham outra doença podem ter entrado na avaliação, comprometendo os resultados. Por fim, o texto indica a necessidade de estudos mais abrangentes sobre o tema.

Em nota, a assessoria de imprensa do senador Eduardo Girão disse que está consultando “especialistas e cientistas de sólida carreira acadêmica” e que o “tratamento imediato” visa “melhorar a resposta imunológica” enquanto não há vacinas disponíveis a todos. A assessoria também compartilhou um texto defendendo os estudos citados pelo senador na CPI.


“Aqui há uma pesquisa, Sr. Ministro, publicada na revista Jama (…) Nisso aqui foram usadas superdosagens [de cloroquina]. Houve mais de 20 mortes no Estado de Manaus”
Luis Carlos Heinze (PP-RS), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 6 de maio de 2021

EXAGERADO

Em abril de 2020, parte de uma pesquisa sobre o efeito de doses altas versus doses baixas de cloroquina em pessoas com quadro grave de Covid-19 hospitalizadas em Manaus foi interrompida depois que 11 pessoas — e não 20 — que receberam dosagens mais altas do medicamento morreram. O estudo duplo-cego randomizado foi conduzido por pesquisadores brasileiros e publicado na revista científica The Journal of the American Medical Association (Jama) em 24 de abril do ano passado. 

Na época, Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar a suspensão do estudo no grupo que recebeu alta dosagem. Ainda em junho de 2020, o Ministério Público do Amazonas (AM) instaurou um procedimento de investigação criminal (página 10). A investigação ainda não foi concluída e, portanto, não há nenhuma comprovação de que houve má prática ou negligência.

A pesquisa foi realizada com 81 pessoas hospitalizadas, sendo que 40 fizeram parte do grupo que recebeu baixa dosagem de cloroquina e os outros 41 integraram o grupo de alta dosagem. A maioria dos participantes era homem e muitos tinham comorbidades como hipertensão, alcoolismo e diabetes quando contraíram o vírus. Entre os voluntários que receberam doses mais altas, foi observado mais incidência de doenças cardíacas. 

Os resultados da pesquisa mostraram que a alta dose de cloroquina (600 mg duas vezes por dia), administrada por 10 dias, não é recomendada para pacientes graves, principalmente quando o medicamento for associado a azitromicina e oseltamivir.

Por e-mail, a assessoria do senador Luís Carlos Heinze disse que o número total de mortes foi 22, mas incluiu na conta mortes ocorridas depois da interrupção dos estudos com alta dosagem e óbitos no outro braço da pesquisa, de baixa dosagem.


“Dr. Mehra, da Universidade de Harvard, fez uma pesquisa também contra a cloroquina e teve que se retratar”
Luis Carlos Heinze (PP-RS), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 4 de maio de 2021

VERDADEIRO, MAS

Embora seja correta a informação de que a revista científica The Lancet tirou do ar um estudo observacional de maio do ano passado que questionava a eficácia da hidroxicloroquina e da cloroquina, diversos outros ensaios clínicos randomizados e duplo-cegos foram publicados posteriormente demonstrando não haver benefícios do antimalárico para tratar a Covid-19.

Em maio de 2020, o professor Mandeep R. Mehra, da Universidade de Harvard, junto a outros pesquisadores, realizou uma análise dos dados de 96 mil pessoas que contraíram a doença e foram tratadas com o medicamento. Eles concluíram que o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina poderia ser perigoso para os pacientes infectados pelo vírus. Na época, a integridade das bases de dados, feita a partir de informações de 671 hospitais em todo o mundo, foi questionada por outros especialistas. O número de mortes registradas na Austrália, por exemplo, era inferior ao citado na base. Por causa disso, o estudo foi removido da The Lancet em 4 de junho, que publicou uma nota de retratação

Como já mostrado pela Lupa anteriormente, após essa polêmica vários ensaios clínicos, randomizados e duplo-cegos foram concluídos e todos eles apontam que a droga é ineficaz no tratamento da doença. 

A assessoria do senador Luís Carlos Heinze contatou a Lupa e enviou três pesquisas que, supostamente, comprovam a eficácia da hidroxicloroquina (aqui, aqui e aqui). Contudo, os três artigos tratam somente da segurança do medicamento, e apenas o primeiro é, de fato, um ensaio clínico randomizado e duplo-cego. Um deles diz claramente: “não tivemos um grupo de controle adequado, o que seria necessário para confirmar a eficácia da hidroxicloroquina [contra a Covid-19]”.

A assessoria solicitou, ainda, que enviássemos estudos clínicos duplos-cegos e randomizados. Alguns exemplos: para casos leves, dois estudos clínicos, publicados na Annals of Internal Medicine e na New England Journal of Medicine (NEJM), demonstraram a ineficácia da droga. O Recovery Trial, da Universidade de Oxford, demonstrou que a hidroxicloroquina não ajuda no tratamento de casos graves. Outro estudo do NEJM mostra que o medicamento não é eficaz como profilaxia. Todas essas pesquisas foram realizadas de forma randomizada com grupo de controle duplo-cego e passaram por revisão por pares antes de serem publicadas em um periódico científico.


“[Segundo pesquisa da USP e da Conectas] O Presidente da República adotou uma tese de que a melhor maneira de enfrentar a pandemia da Covid-19 era garantindo a transmissibilidade mais ampla possível para que fosse gerada a chamada imunidade coletiva, natural ou de rebanho”
Humberto Costa (PT-PE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 5 de maio de 2021

VERDADEIRO

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (Cepedisa) da Universidade de São Paulo (USP) e a organização Conectas Direitos Humanos, publicada em janeiro deste ano, identificou qual foi a estratégia do Executivo federal no combate ao novo coronavírus no Brasil. A partir da análise de 3.049 normas federais relativas à pandemia ao longo de 2020, os pesquisadores concluíram que existe “uma estratégia institucional de propagação do vírus, promovida pelo governo brasileiro sob a liderança da Presidência da República” (página 6). 

Desde março do ano passado, as duas instituições se dedicam a analisar as normas federais e estaduais relativas ao novo coronavírus, produzindo um boletim chamado Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil. A análise divulgada em janeiro deste ano é uma edição especial com a compilação das mais de 3 mil normas. 

De acordo com o professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde e do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da USP, Fernando Aith, diretor do Cepedisa e um dos responsáveis pelo boletim, apesar da quantidade de normas criadas e focadas em tratar a pandemia, as necessidades da população não foram atendidas. Ao Jornal da USP, Aith afirmou que “o presidente da República chegou a comemorar quando os testes da vacina do Instituto Butantan foram paralisados por conta do suicídio de um dos participantes voluntários da pesquisa”.

Em diversas ocasiões desde o início da pandemia, o presidente declarou que 70% da população iria contrair o vírus.


“Os estudos atuais mostram que o cromossomo 6 tem alguns genes já identificados que estão associados com os casos graves”
Rogério Carvalho (PT-SE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 5 de maio de 2021

VERDADEIRO

Algumas pesquisas atualmente em curso tentam entender se genes do sistema imune são a razão de algumas pessoas desenvolverem um quadro grave da Covid-19 e outras não. Um estudo coordenado pelo Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP levantou a hipótese de que os genes conhecidos como MICA e MICB, pertencentes ao complexo MHC (complexo principal de histocompatibilidade, em português) localizado no cromossomo 6, podem estar associados a maior ou menor resistência ao novo coronavírus. Essas moléculas já foram anteriormente associadas a estresse celular, como câncer e infecções.

Os pesquisadores compararam 86 casais em que uma pessoa desenvolveu a doença e a outra não (chamados casais discordantes). A partir de modelos matemáticos, eles observaram que moléculas MICA estavam aumentadas e as MICB diminuídas nos indivíduos infectados. Por outro lado, as MICB estavam aumentadas nos resistentes. Os resultados ainda não foram revisados por pares. 

Outra pesquisa de associação genética, publicada em setembro do ano passado na revista científica Nature, identificou um agrupamento de genes no cromossomo 3, e não no 6, como um local de risco para insuficiência respiratória após infecção pelo SARS-CoV-2. 


“Talvez conheça este artigo da revista Nature. (…) Ao final, a conclusão é de que o tratamento com hidroxicloroquina está associado ao aumento de mortalidade em pacientes com a Covid-19 e não há benefício da cloroquina”
Humberto Costa (PT-PE), senador, durante a CPI da Covid no Senado no dia 6 de maio de 2021

VERDADEIRO

Em abril deste ano, a revista Nature publicou uma meta-análise de estudos clínicos randomizados para avaliar os efeitos da hidroxicloroquina e da cloroquina na sobrevivência de pacientes com Covid-19. No total, foram avaliados 28 ensaios, 14 ainda não publicados, 9 publicados e 5 disponíveis pré-impressões. Os pesquisadores concluíram que o tratamento com esses medicamentos está associado ao aumento da mortalidade em pacientes com Covid-19 e que não há nenhum benefício. Também recomendaram que médicos em todo o mundo informem pacientes sobre essas evidências.

Editado por: Chico Marés

O conteúdo produzido pela Lupa é de inteira responsabilidade da agência e não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.

A Agência Lupa é membro verificado da International Fact-checking Network (IFCN). Cumpre os cinco princípios éticos estabelecidos pela rede de checadores e passa por auditorias independentes todos os anos

A Lupa está infringindo esse código? Clique aqui e fale com a IFCN

 

Esse conteúdo foi útil?

1 2 3 4 5

Você concorda com o resultado desta checagem?

Sim Não

Leia também

SIGNATORY- International Fact-Checking Network
Etiquetas
VERDADEIRO
A informação está comprovadamente correta
VERDADEIRO, MAS
A informação está correta, mas o leitor merece mais explicações
AINDA É CEDO PARA DIZER
A informação pode vir a ser verdadeira. Ainda não é
EXAGERADO
A informação está no caminho correto, mas houve exagero
CONTRADITÓRIO
A informação contradiz outra difundida antes pela mesma fonte
SUBESTIMADO
Os dados são mais graves do que a informação
INSUSTENTÁVEL
Não há dados públicos que comprovem a informação
FALSO
A informação está comprovadamente incorreta
DE OLHO
Etiqueta de monitoramento
Seções
Arquivo