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    CRÉDITO: ANDRÉS SANDOVAL_2024

esquina

Fim da violência

Mãe luta para criar o filho que testemunhou um crime brutal

João Batista Jr. | Edição 214, Julho 2024

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“Eu estava vivendo no automático.” É assim que Andressa Victoria Fernandes Canhete, de 23 anos, define os meses que passou tendo como principal objetivo lutar pela guarda de seu único filho. Entre setembro do ano passado e maio deste ano, o menino, então com 5 anos, viveu em um abrigo público de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, para o qual foi levado depois de ter sofrido agressões físicas – cometidas, como ele mesmo contou, por seu avô paterno, o militar Adailton Cristiano Leitheim.

Em 15 de setembro, o garoto chegou à escola com o corpo cheio de marcas causadas por uma surra de cinto, o que chamou a atenção das professoras. A direção da escola o encaminhou ao Conselho Tutelar e depois à delegacia. A agressão veio somar-se à tragédia que marcou seus primeiros anos de vida.

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