questões cinematográficas

Foco distanciado

A trajetória de uma documentarista solitária

Dorrit Harazim
Os caminhos escolhidos por Maria Augusta Ramos nunca são banais e resultam em obras singulares. Em “Juízo”, que entra no circuito nacional em março, ela arriscou alto
Os caminhos escolhidos por Maria Augusta Ramos nunca são banais e resultam em obras singulares. Em “Juízo”, que entra no circuito nacional em março, ela arriscou alto FOTO: ROGERIO REIS_2007

O aviso é dado de forma quase inaudível, logo de cara: “Eu falo muito baixo”. É preciso, de fato, aguçar o ouvido para captar a voz mansa dessa mulher, cuja obra é um grito seco. Mesmo quando a conversa demora mais de duas horas, ela se exprime com modulação tonal mínima. Seus gestos são ainda mais comedidos. Mas há o olhar. Seus olhos formam um poço escuro, de emoções silenciosas e sem fundo.

Maria Augusta Ramos ocupa um lugar singular no cinema brasileiro. Nascida em Brasília e emigrada para a Holanda há quase vinte anos, ela não integra nenhum dos nichos do métier – nem o paulista, nem o carioca, nem o pernambucano, nem o gaúcho. Trafega pelas patotas sempre um pouco à deriva, com o estranhamento de quem sabe não fazer parte. “Desde pequena tenho a sensação de não pertencer”, ela diz. “Isto está no âmago da minha situação de dor atual. Onde estou aos 42 anos?” Dita por alguém menos avessa à retórica, a indagação poderia ser uma frase de efeito. No seu caso, espelha a trajetória única da cineasta.

Estudante de piano desde os 5 anos de idade, tinha se formado em musicologia pela Universidade de Brasília quando foi abatida pelo primeiro conflito agudo com a mãe. “Coloquei um oceano entre nós”, diz apenas, num fiapo de voz. Isso significou, aos 22 anos, mudar-se para a Europa. Na travessia, rompeu com as melodias da juventude para fazer mestrado em música eletroacústica, primeiro no Groupe de Recheche Musicale, da Radio France, em Paris, e depois na City University, de Londres, onde conheceu o hoje ex-marido holandês.

Antes de ser fisgada pelo cinema, ainda se especializou em psicologia da música. “O que me interessava eram os processos mentais que regem nosso entendimento da estrutura musical”, explica. “Tem psicólogo que estuda a emoção gerada pela música, mas acho isso totalmente desinteressante, pois um compositor já é formado para saber quais ferramentas usar para produzir determinada emoção. Como os cineastas, aliás. Acho cognição mais interessante, por ser mais científico – os processos mentais que nos habilitam a cantarolar uma melodia, reconhecer uma estrofe, bater palmas num ritmo xis. Não fosse a chatice do mundo acadêmico, eu talvez tivesse prosseguido nessa linha.”

Maria Augusta se surpreende com o rumo musical tomado pela série de conversas para esta reportagem, que se estenderam por mais de meio ano, com longos períodos de interrupção. Habituara-se a discorrer sobre o que lhe confere notoriedade: seus documentários poderosamente sóbrios sobre a relação do indivíduo com as instituições da Justiça brasileira. Há mais de uma década, quase não pensava em teoria da música. “Há quanto tempo não falava nisso!”, espantou-se na véspera da exibição de Juízo, o seu filme mais recente, e mais ousado, durante o Festival do Rio. (O lançamento de Juízo está previsto para março próximo.)

“Quando pianista, sempre fui intérprete, isso me bastava integralmente”, lembrou. “Mas não toco mais desde que me separei, seis anos atrás. A gente tinha um cravo, que era do meu marido…”

Maria Augusta explica que pretendia lidar com uma expressão de música mais afinada com o seu amadurecimento, daí o salto para a eletroacústica, que vem a ser a fusão entre música concreta e eletrônica. “Nessa vertente, a intenção não está em fazer melodia e sim em experimentar com os sons, seguindo os critérios que regem toda construção musical: a de gerar uma expectativa, e buscar sua resolução.” Qualquer som, por mais tosco e sem melodia – como o de um apito –, gera uma expectativa de que vai acabar. Cabe ao estudioso resolver ou não essa expectativa através de estruturas musicais – alongando-o, tornando-o contínuo, impondo-lhe uma ruptura, alterando-lhe o ritmo, intervindo, enfim. Além disso, ensina Maria Augusta, a eletroacústica tem uma dimensão adicional, que é a espacialidade. “O som de um trem em movimento, por exemplo, também tem a capacidade de mover um espaço. Quando você trabalha, usa esse som concreto captado do real, ele adquire uma dimensão espacial.”

Após ouvi-la discorrer sobre a criação eletrônica do alemão Karlheinz Stockhausen, em contraponto à música concreta do francês Pierre Schaeffer, e descascar a idéia de que nem todo som é ruído, mas todo ruído pode se tornar som, cabe a pergunta: por que todos os filmes de autoria de Maria Augusta Ramos são desprovidos de qualquer trilha musical ou som indireto, seja ele concreto, eletrônico ou eletroacústico? Desde o seu primeiro longa-metragem, Brasília, Um Dia em Fevereiro, de 1996, passando por Desi, de 2000, Justiça, de 2004 (o filme foi lançado em DVD pela VideoFilmes, empresa da qual um dos sócios é editor de piauí), até Juízo, a diretora só trabalha com som direto, captado junto com as imagens.

“Para mim, som é 50% de toda realidade”, explica. “Se eu extirpo o som relacionado à imagem, e o substituo por música ou algum outro ruído criado eletronicamente, a realidade se perdeu. Aumenta a sensação de estar manipulando. Há diretores de documentários que usam a trilha como um coadjuvante, algo que contracena com a imagem, um elemento com função estrutural no filme. Não é o meu caso.”

Nos seus filmes, nenhum personagem fala para a câmera e não são mostradas entrevistas. Como a trama se desenrola sem narrador ou narração, o distanciamento formal do que está sendo filmado fica estabelecido desde a primeira tomada. O espectador nunca é convidado a se aproximar, a se sentir cúmplice de uma cena ou de um personagem. O lugar que lhe é reservado será, sempre, o de um intruso. Com isso, os filmes de Guta Ramos incomodam. Sua câmera não arreda pé, não dá trégua, até deslindar as dimensões humana, social e política da realidade que foi buscar. Ainda assim, cada um de seus documentários revela mais sobre a autora do que ela mesma pretende mostrar.

Há sempre algo de errante, de deliberadamente inconclusivo nos roteiros e personagens escolhidos por Maria Augusta. Ao mesmo tempo, seu controle da narrativa é pleno, graças ao rigor com que encarou a decisão de dar uma segunda guinada na vida e se profissionalizar em cinema. Ingressou na prestigiosa Academia de Filme e Televisão dos Países Baixos, de Amsterdã, e ali ralou quatro anos. Os poucos estrangeiros que conseguem entrar nessa faculdade se comprometem, de pés juntos, a aprender o holandês para aproveitar melhor o curso – e para fazer jus à verba destinada a cada aluno desde o primeiro ano letivo, cujo valor cresce até a formatura. Só que a maioria dos estrangeiros se acomoda e toca o curso recorrendo ao inglês. A brasiliense tomou o caminho mais árduo: mergulhou com tudo num idioma traiçoeiro para quem vem de uma língua neolatina. Saiu fluente em holandês.

Em Brasília, sua obra de graduação em direção e edição, um dos personagens acompanhados pela câmera é uma estudante universitária chamada Letícia, alter ego da diretora. Os outros dois são a mulher de um embaixador brasileiro e um vendedor ambulante de espelhos. Ao longo do filme, os três vão se cruzar no acaso e se movem na cidade sem aportar em lugar algum. Já nesse primeiro documentário, Maria Augusta optou por não entrar na vida pessoal de seus retratados. Preferiu focar o universo social do qual essas pessoas fazem parte.

A brasileira seguiu carreira com uma série de seis episódios para a programação infantil da TV holandesa, reunidos sob o título Borboletas no seu Estômago. Foi desse contato com o mundo infantil que nasceu seu premiado documentário Desi, que tem como protagonista uma menina de 11 anos da classe média de Amsterdã. Como toda garota de sua geração, Desi vai à escola, acompanha as pequenas exigências da moda de sua tribo, mantém amizade eterna com amigas e se diverte fustigando os meninos da turma. Tudo nos conformes. Na saída da escola, vê-se Desi sentada, tranqüilamente, na beirada da calçada. Sozinha. No plano seguinte, Desi continua em frente à escola, que já fechou, encostada numa parede. Numa terceira seqüência, ela pega o celular, disca um número e pergunta ao interlocutor onde deve dormir aquela noite. A cena se repete ao longo do documentário, servindo de fio condutor para a narrativa, distanciada e lacônica, de uma tragédia em andamento.

Fica-se sabendo que a mãe da menina cometeu suicídio quando Desi era bebê, que o pai beberrão mora num barco com uma namorada disfuncional, que a menina nunca sabe onde vai dormir – se com o pai, a avó paterna, o avô materno ou com a melhor amiga, a brasileirinha Tainá, única a viver num ambiente familiar normal. Maria Augusta mostra o dia-a-dia dessa vida errante sem se envolver ou opinar, construindo, no caminho, uma tensão quase insuportável – um terreno que lhe é natural. “Desi não sabe qual a sua âncora. Embora na época da filmagem eu tivesse chão firme, também me sinto uma errante. Não consigo nem quero decidir onde plantar raízes”, diz a documentarista, que divide a vida entre seu apartamento carioca do bairro de Laranjeiras e outro em Amsterdã.

Sobressai em Desi o tom monocórdio da menina, que relata laconicamente às amigas o suicídio da mãe. É com o olhar vazio de quem já viu demais que a protagonista atravessa Amsterdã de ônibus, em busca do pouso do dia. “Sei que meus trabalhos são muito pessoais. Houve uma época em que tive certo medo de rever Desi. Aliás, não gosto de rever meus filmes – medo do confronto, talvez”, diz a diretora, que mantém contato com sua protagonista, hoje empregada numa lanchonete de Amsterdã.

Na última vez em que esteve no Rio, para a exibição hors-concours de Juízo, Maria Augusta Ramos estava exaurida. Acabara de atravessar uma depressão abissal, que a manteve quatro meses sem sair do apartamento de Amsterdã – dois deles praticamente prostrada na cama. Não falava com ninguém, não ligava o computador, estava desabando. “Eu tinha muita dor”, resume. Os filmes rodados e finalizados por ela no Brasil, ao contrário dos trabalhos feitos na Holanda, parecem lhe sugar energias além da conta. Isso se deve, em parte, à desolação intrínseca dos temas nacionais que escolhe. Em Justiça, ela focalizou o funcionamento das varas criminais com a rotina desumanizadora de juízes, advogados e criminosos pés-de-chinelo. Em Juízo, ela finca sua câmera num Tribunal de Infância e Juventude do Rio, onde são decididos os destinos de levas e mais levas de adolescentes infratores. Ambos parecem expor o mecanismo de uma mesma máquina de moer. E são competentes por mostrarem, de forma seca, a relação do indivíduo com a instituição – no caso, o sistema judiciário brasileiro.

A própria desambientação de Maria Augusta com a forma como as coisas tomam corpo no Brasil lhe exige adaptações. Acostumada à praticidade e ao rigor calvinista dos holandeses, quando aqui aporta ela costuma levar certo tempo para se adequar à elasticidade nacional. Em abril, no auge do horror nacional ligado ao caso do menino João Hélio, arrastado no asfalto até a morte por um carro dirigido por bandidos, a cineasta recebeu inúmeros e-mails, enviados por artistas do Rio. Devido à notoriedade que adquiriu nos meios jurídicos com seu Justiça, que resultara em dezenas de seminários e palestras com procuradores, juízes e advogados, ela foi convidada a participar de um encontro, cujo mote era algo como “assim não pode continuar”, marcado para um sábado, às dez da manhã, no teatro do Jockey Club do Rio. No dia e horário indicados, lá estava Maria Augusta. Não encontrou vivalma: o sábado em questão fazia parte de um feriado prolongado e ninguém lembrou de cancelar formalmente o evento.

Episódios como esse, somados aos inevitáveis atrasos na finalização de filmes ou eventuais deslizes da equipe, contribuem para cansar a metódica Maria Augusta. Mas é em sua trajetória interior que estão alojadas as sementes da ansiedade. “Tendo a me deixar consumir muito – vira uma obsessão, talvez”, admite. Paradoxalmente, com a pele alva de quem não é do pedaço, a diretora circula pelo Rio a bordo de um Monza azul cedido pelo pai há mais de uma década, sem notar que é uma das raríssimas mulheres, ao volante no Rio, a dirigir de vidro sempre abaixado. A claridade brasileira lhe faz bem. Os medos de Maria Augusta são de outra natureza.

E se Juízo resultasse num fiasco, devido à arriscada técnica adotada, e que o situa na fronteira do gênero documental? Para dar rosto e vida aos adolescentes levados perante a titular da 2ª Vara da Justiça do Rio, e que, por lei, não podem ter sua imagem divulgada, a diretora recorreu a um artifício extraordinário. Durante as audiências em que dão seus depoimentos, os infratores verdadeiros são filmados de costas. Posteriormente, para as tomadas de frente, ela selecionou um elenco de adolescentes não-infratores, e os filmou repetindo, palavra por palavra, o que consta dos autos de cada caso. Na montagem final, o personagem real e seu substituto se fundem de forma tão habilidosa que o espectador pode passar batido pela duplicidade. “A solução foi brilhante e o que poderia ter sido um fracasso funciona maravilhosamente”, escreveu o crítico de cinema Jay Weissberg, do semanário americano Variety, leitura obrigatória do meio cinematográfico internacional, num artigo elogioso publicado em agosto.

“Eu teria adorado poder dividir com alguém a opção que tomei. Me senti muito só na decisão. Cheguei a chamar o crítico José Carlos Avellar para conversar uma vez. Mas, no fundo, eu precisava encontrar sozinha a razão, a justificativa para escolher essa forma de narrativa. Penso que todo filme tem de ter uma justificativa. Por que não filmar os infratores só de costas? Me debati com isso ao longo de semanas. Por fim, cheguei a uma resposta sozinha”, conta a autora.

“Filmar é solitário, a menos que você tenha com quem maturar a criação. E eu tenho dificuldade de expor minhas dúvidas. Tenho uma relação mais próxima com meu câmera holandês, com quem fiz Desi e discuto questões de conteúdo. No Brasil, eu discuto mais questões de posição de câmera, de tipos de lente, coisas assim. Fico muito só.”

Tida como uma diretora “difícil” por profissionais que com ela já trabalharam, Maria Augusta reconhece que o relacionamento durante a filmagem de Juízo foi conturbado. Num raro momento de agitação, ela desanda a falar: “Eu não conseguia mais. Tudo me exasperava. Eu ficava tensa a cada ida ao Padre Severino, o centro de internação para menores. Você sempre dependia da autorização de alguém para filmar, tinha uma hora e meia para sair, o lugar é um horror, cheira à morte, a equipe não sabia onde pisar, pois tudo dá nojo, todos ficavam de mau humor. Não há como alguém sair dali feliz. E não me refiro apenas a nós. Tenho real compaixão pelos agentes que ali trabalham, pois aquilo acaba com qualquer um. É fácil recorrer à simplificação do diretor desqualificado ou dos agentes que torturam. Mas que recurso o estado dá para esses caras? Eles não têm sequer sabonete ou lâmpadas”.

Maria Augusta conta que, desde a crise de depressão, não conseguiu mais assistir a Juízo. “Eu ficava aos prantos”, lembra. Durante as filmagens, manteve o distanciamento que torna seus documentários tão singulares, sem fazer o registro emocional do que ouvia durante as audiências. Só foi desabar depois: “Juízo carrega essa coisa trágica e durante minha crise eu me perguntava por que eu tinha optado por fazer um filme tão carregado, depois do Justiça, que já era pesado. Por que não escolher fazer um filme sobre a Maria Bethânia, por exemplo? Penso que tem uma coisa de dor humana que me puxa”.

A cineasta dá combate à prostração em várias frentes. Retomou as caminhadas no Vondelpark, o parque central de Amsterdã, submete-se a aulas de ioga e sessões de acupuntura – tudo para fugir dos fármacos que a ajudariam a relaxar. Teme a aproximação do inverno europeu. Relembra com afeição da paisagem escancarada de Brasília, e de sua terra empoeirada e vermelha. Recentemente, sonhou com uma casa que freqüentou na capital e lhe foi importante na infância – a da família de Oscar Niemeyer, onde foi celebrado o casamento de seus pais, hoje aposentados do funcionalismo público (a filha do arquiteto foi a madrinha do casamento). “Devem ser lembranças que estão querendo voltar”, diz.

Seu próximo projeto? “Algo alegre”, responde com um sorriso tímido.

Dorrit Harazim

Dorrit Harazim é jornalista. Foi editora de piauí de 2006 a 2012

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