cartas

Malucos e felizes

JAGHSHEMASH
Confesso que não gosto dessa história de os artigos da seção esquina não serem assinados. Isso impede que eu goste ou desgoste dos mesmos, sem lê-los. Não é loucura não, é puro preconceito mesmo! Tenho receio de gostar de uma matéria de quem não gosto.
HELIO LOUREIRO SERAFINO_SÃO PAULO, SP
NOTA DA REDAÇÃO: Como diria Borat Sagdiyev, “jaghshemash, jaghshemash”
DIVERSÃO ANUNCIADA
Genial o anúncio institucional de piauí. Adivinhem onde eu estava no momento em que o li? Sim, num saguão de aeroporto. Para ser mais irônico ainda, em Brasília. Querem mais? Meu vôo estava atrasado, porque havia chovido a tarde inteira em São Paulo e Congonhas estava com problemas. Agora imaginem a cara e o que pensaram os outros passageiros que esperavam o mesmo vôo quando um cara de iPod lendo uma revista gigante começa a rir descontroladamente.
DANIEL MOMESSO_SÃO PAULO, SP
DE SUMO INTERESSE
Sou estudante da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e participo de um coletivo, que acabou de ganhar a eleição do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da mesma.
Não nos apetece o fato da nossa Universidade ser vista como o reduto dos despolitizados e principalmente dos “festeiros”, ela deve ser muito mais do que isso.
Com o intuito de trazer uma nova lógica para nossa Instituição e principalmente de fazer com que nossos colegas de faculdade leiam revistas progressistas, de cunho político-filosófico, para que de fato compreendam os problemas que enfrentam nosso país, estamos organizando kits para entregar aos novos ingressantes da Universidade. Portanto é de sumo interesse e importância que a Revista piauí nos ceda 4 mil exemplares de sua revista para que possamos redistribuir aos nossos calouros.
Desde já contamos com a colaboração de vocês e esperamos retorno positivo!
KEILA MARTINS_SÃO PAULO, SP
NOTA DA REDAÇÃO: A piauí nada tem contra festeiros. Contamos com eles para comprar
4 mil exemplares da revista.
100 ANOS DE PORRADA
Ivan Lessa pediu que os leitores do revistão dissessem quem foi o culpado do desentendimento no humilde cinema mexicano.
Por não ler García Márquez, e sim comer as suas obras, e por achá-lo o escritor mais criativo de todos os tempos, deveria dizer que o peruano é o culpado e que mereceu todos os impropérios citados pelo colombiano, ofendendo mães, esposas e afins. Mas o tão querido Gabo se exaltou demais! Está certo que o peruano é chato pra caramba e que suas convicções políticas são extremamente imbecis, mas de maneira nenhuma precisava partir para a violência, já que os seus argumentos mágicos poderiam deixar Vargas Llosa totalmente solitário, uns cem anos.
WILAME PRADO_MARINGÁ, PARANÁ
MALUCOS BELEZA
Redações sempre têm tipos malucos, mas os da piauí são realmente diferenciados e certamente mais felizes. Achei fantástica essa divulgação de um produto nacional tão bacana — a Leda. Também entendi por que a palavra “baseado” está em 80% dos textos.
FLAVIANA SERAFIM_SÃO PAULO, SP

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