poesia

O último turno

O poeta que fez de Detroit e dos operários da indústria automobilística um tema maior da lírica norte-americana

Philip Levine
FOTO: MINNESOTA HISTORICAL SOCIETY_CORBIS_GETTY IMAGES

Tradução de Caetano Galindo

Descendente de judeus russos, o poeta Philip Levine nasceu em 1928, em Detroit, a capital mundial da indústria automobilística, apelidada de “Motor City” ou “Motown”. Vinte anos antes, ali havia sido lançado o Ford Model T, que popularizou o automóvel entre os norte-americanos e cuja fabricação, segundo os princípios do fordismo, revolucionou a organização do trabalho. Um ano depois do nascimento de Levine, a quebra da Bolsa de Nova York deu início a uma prolongada depressão econômica nos Estados Unidos.

MATÉRIA FECHADA PARA ASSINANTES
Para acessar, assine a piauí

Philip Levine

Philip Levine foi um poeta norte-americano. Os poemas integram o livro The Last Shift, da editora Knopf, inédito no Brasil

Leia também

Últimas Mais Lidas

Na Câmara, com o novo e o seminovo

Dois deputados em primeiro mandato – um novato autêntico e o herdeiro de seis gerações de parlamentares – contam sua preparação para sobreviver em Brasília

Bloqueio – caminhoneiros em greve

Incertezas retratadas no documentário são referência para entender as mudanças políticas no país

“Me fingi de morta e assim sobrevivi”

Sobrevivente da chacina da Catedral de Campinas reconstitui a cena da tragédia, protagonizada por um assassino de família católica praticante

Mulheres de “facção”

Sem emprego formal, costureiras trabalham até 14 horas por dia para intermediários da indústria da moda, as chamadas “facções”

Olavo interrompido

Guru do governo Bolsonaro tem participação na Cúpula Conservadora das Américas frustrada pelo meio que o fez famoso, a internet

Não é só pelos 6 centavos de euro

Quem são e o que pensam os “coletes amarelos” e como lideraram um movimento popular e populista que paralisa a França há três semanas

Expansionista, Guedes sofre sua primeira derrota

Futuro ministro da Economia incluiu Apex na estrutura da sua pasta, mas perdeu a agência de comércio após disputa com Itamaraty

A vingança do analógico

Precisamos reaprender a usar a internet

Os pequenos passos do astronauta Marcos Pontes

Em reunião com cientistas em Brasília, futuro ministro da Ciência e Tecnologia mostrou ainda não estar pronto para se despir do macacão de palestrante de autoajuda

Foro de Teresina #30: A briga pelo Senado, os generais de Bolsonaro e a política do futebol

Podcast da piauí analisa os fatos da semana na política nacional

Mais textos
1

Os pequenos passos do astronauta Marcos Pontes

Em reunião com cientistas em Brasília, futuro ministro da Ciência e Tecnologia mostrou ainda não estar pronto para se despir do macacão de palestrante de autoajuda

2

Não é só pelos 6 centavos de euro

Quem são e o que pensam os “coletes amarelos” e como lideraram um movimento popular e populista que paralisa a França há três semanas

3

Olavo interrompido

Guru do governo Bolsonaro tem participação na Cúpula Conservadora das Américas frustrada pelo meio que o fez famoso, a internet

4

Expansionista, Guedes sofre sua primeira derrota

Futuro ministro da Economia incluiu Apex na estrutura da sua pasta, mas perdeu a agência de comércio após disputa com Itamaraty

5

A vingança do analógico

Precisamos reaprender a usar a internet

7

Guedes e Itamaraty brigam por comércio exterior

Sem combinar um com o outro, futuros ministros da Economia e das Relações Exteriores incluem sob seu comando a agência de promoção de investimentos fora do país

8

A baleia branca de Rodolfo Landim

O ex-executivo de Eike Batista julga ser responsável por parte considerável do sucesso empresarial do homem mais rico do Brasil. Agora, com a obstinação de quem não gosta de perder nem pelada, parte para buscar o que considera seu

9

O homem-viaduto

Sem-teto vive dentro de um buraco no elevado mais famoso de São Paulo; como o Minhocão, 73 pontes e viadutos têm problemas estruturais na cidade

10

“Me fingi de morta e assim sobrevivi”

Sobrevivente da chacina da Catedral de Campinas reconstitui a cena da tragédia, protagonizada por um assassino de família católica praticante