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Pinguim molhado

Bruno Machado – Belford Roxo, RJ
Bruno Machado – Belford Roxo, RJ

Para os leitores que quiserem desabafar, comentar, relatar, inventar, denunciar, propor ou refletir em voz alta sobre as 24 horas que encharcaram o Rio, podem escrever para site@revistapiaui.com.br, informando nome completo e cidade de onde escreve.

CARTAS

Reflexão em dia de transtornos – eleitorado
Acredito que a melhor maneira que o estado do Rio tem de enfrentar as grandes enchentes não é aumentar o investimento em contenção das enchentes. Mas sim, transferir para os meses de janeiro a março (portanto verão e muita chuva) eventos como dia das eleições, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. O primeiro tem por finalidade causar indignação pragmática e o eleitor decidir por mudanças em última hora em um dia de alagamentos. Os outros dois, para que a comunidade internacional conheça a real face do Rio, sem se basear em apresentações falaciosas de mostra em slides e em idiomas mil. Talvez assim o mundo e o Rio possam melhor conhecer-se… Sem nenhuma misitifação!

Danado isso tudo…
…mas o fato meus caros é que parece que só com essas porradas a cidade, o país, todos, despertam desse fingimento cotidiano que arrastamos há décadas, séculos…Ou alguém achava que  por conta do pré-sal, graças às olimpíadas, à Copa, nosso Plasil varonil estava atualizado, versão sec;XXI ? Que estávamos livres do nosso injustificável medievalismo ? Que havíamos superado  as faltas históricas, de saneamento básico, de política habitacional, de bom senso urbanístico, de respeito ao cidadão ?? Nananinanão, chongas , picas. bulhufas. Temos, claro, centro comerciais reluzentes e refrigerados, carros com direção assistida, airbags e tela de lcd para divertir as crianças e a babá atrás. Mas não temos previsão do tempo confiável, prestação de contas digna deste nome, fiscalização isenta e objetiva, punição correspondente aos erros cometidos. E por aí fomos. E as perspectivas não são nada animadoras. Danado isso tudo.
Marcelo Pimentel Lins   – Rio de Janeiro, RJ

Do Briza ao Pasmonha
Que me desculpem os fluminenses, uma vez que os cariocas foram extintos junto com a Guanabara, mas tais coisas só acontecem ali devido a imensa irresponsabilidade com que todos lidam com a política e as coisas públicas. São décadas de eleitos irresponsáveis que só vêem o Rio em estado de festa. O fenômeno se dá desde a eleição e reeleição do velho Brisa, que foi o maior incentivador da favelização da cidade maravilhosa. Depois entraram na fria dos Garotinhos e passaram a coroa para o César, aquele que ao invés de ensinar a população do cartão postal que jogar lixo na rua pode ser perigoso para elas próprias, gastou uma fortuna criando um obelisco em Ipanema. Agora vem o Paes, apelidado por lá de Pasmonha, querer ensinar o que não fez até hoje. Ou os fluminenses acordam e aprendem a eleger pessoas que gostem mais do estado do que do dinheiro que ele pode proporcionar, ou ficarão eternamente iludidos de que vivem num caos realmente maravilhoso, cercados por montanhas lindas e morros exuberantes. Mas olha, eles ganharam as olimpíadas, lá tem carnaval e a copa do mundo é deles.
No Rio é fácil, todos jogam o que tem nas mãos na rua, latas de lixo pra que? Sempre foi assim. O governo federal manda dinheiro para o combate a Dengue e os carros doados viram criadouros dos mosquitos esquecidos em terrenos da prefeitura. Os hospitais são caóticos e superlotados, assim como as prisões. O tráfico de drogas domina boa parte da cidade, a parte que sobra é dominada pelas milícias. Policiais são endeusados em filmes de cinema e esquecidos nos quartéis sem estrutura. Investem milhões em divulgação de candidaturas mas se esquecem de investir em saúde, segurança, ensino. Mas para eles está tudo bem, fizeram o PAN, olha que maravilha de organização, e ninguém comenta que o tal legado de bilhões de reais já está deteriorado devido a péssima gestão dos recursos. Mas vão gastar ainda mais com outros dois mega eventos e a discussão é sobre como as festas de aberturas podem ser bonitas, com muito samba e cerveja nem sempre gelada. As redes de televisão contribuem para que a cidade fique ainda mais bonita. Olha o Leblon que lindo em mais uma novela. Tudo bem, o Rio cheira bem e no próximo verão a Madona vai cantar na praia outra vez, só não pise na água do mar para evitar doenças contagiosas.
Ricardo, São Paulo, SP

A Saga (Aventura) do Nr. 1098196912795309861020
Nascendo na periferia – a freira deve ter dito algo mas não lembra,
duma comunidade tranqüila,
filho de ex-militar e uma ex-metalúrgica,
adquiriu uma educação mediana de todos os lados e quartos e esquinas e cozinhas e quintais e varais,
tentou amizades e namoros e casórios e casos,
nas religiões se religou,
aprendeu o amor sem romantismo mas tosco e cru e fedido,
da natureza o belo e o injusto nos efeitos,
das tragédias a realidade,
do cômico o caótico,
do sonho perdido a felicidade,
do beijo o sutil,
do afeto a cumplicidade,
do sexo o tiro pela culatra,
da alegria de viver um preço caro,
do respeito uma luta,
da paixão uma utopia,
da lua uma sombra,
do sol um renascimento,
da noite uma inconsciência,
do dia um corre-corre,
da estrada um labirinto,
da casa uma confusão,
do rio enchente e banho e pesca,
do mar passeio e farofa e cerveja e onda,
da terra se aquecer e derreter,
do céu uma chuva e avião e benção de ter nascido.
Marcos Araújo – São Paulo, SP

Ação e reação
Mais um reflexo (reação do planeta) da ação humana sobre a Terra!
Será que a Terra é capaz de acompanhar o ritmo atual de consumo de carnes, pescado e derivados do Petróleo?
Francisco Medeiros, Natal, RN

Negligência
Assisti ontem na televisão a cena em que uma mulher estava com sua casa prestes a desmoronar e se recusava a deixá-la. Eu só conseguia pensar: "ninguem vai tirá-la de lá?". Se fosse necessário contê-la mecanicamente, que o fizessem. Será que não percebem (as autoridades, polícia, bombeiros, alguem responsável!) que ela estava fora do seu juízo normal!
Sempre que uma pessoa está tentando cometer suicídio e a polícia é acionada o que se faz é a tentativa de impedir a morte; dependendo da gravidade situação e do tempo disponível um psiquiatra pode ser acionado ou um policial com treinamento. E, assim, caso não haja possibilidade de diálogo o paciente (digo paciente pois trata-se de uma pessoa mentalmente enferma, no momento) deve ser retirado da situação de perigo a que se expõe (ou ameaça expor-se) contra a sua vontade. E o que essa senhora estava fazendo era quase isso, uma tentativa de suicídio (não entro nos méritos sobre o motivo: se tratava-se já de uma pessoa com algum distúrbio psiquiátrico ou se o estresse da situação e o pânico a levaram a tal atitude), e por isso ela precisava ser removida a força caso não fosse possível ou não tivesse resultado um diálogo de convencimento.
Fernanda Arrua Vares, Pelotas – RS

Risco de Deslizamento
O risco de deslizamento no Rio de Janeiro é alto e vitima, como sempre, a população de mais baixa renda, exilada nos morros da cidade, desempregada, desassistida, etc e tal.
Olhando mais a fundo vemos a política do Rio de Janeiro sob risco de deslizamento, ameaçando grandes eventos internacionais tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Olhando ainda mais fundo vemos a política do Brasil sob risco de deslizamento, ameaçando grandes eventos nacionais tais como a eleição presidencial e a manutenção da estabilidade econômica.
Olhando pelo microscópio vemos a política internacional do Brasil sob risco de deslizamento, ameaçando grandes pactos de paz tais como aqueles que tentam coibir a proliferação de armas nucleares no Oriente Médio e ditaduras na América Latina.
Olhando pelo acelerador de partículas vemos a política brasileira remontar aos tempos de uma banca de negócios tal qual nos idos do descobrimento dessa terra, no qual, tudo era farto: as capitanias eram hereditárias, as minas eram geraes, o tráfico era de escravos, a escravização era de índio e as índias detinham o "privilégio" de permanecer na casa grande de seus senhores…
Esse acelerador nos permite reconstruir o passado e pavimentarmos uma enorme ponte para o presente, no qual, tudo é farto: as verbas dos fundos de pensão para garantir eleição da sucessora são hereditárias; das minas, poços, enfim dos oásis petrolíferos donde ainda nem uma gota foi extraída jorram, cada vez, mais bilhões; o tráfico é de influência sobre a recomposição dos aliados em ano eleitoral; a escravização é da opinião pública, bombardeada com promessas, desculpas, mordaça ou expurgo da responsabilidade atual sobre o gestor anterior e as "índias" de hoje são todos àqueles que se curvam ao "privilégio" de permanecer na mesa de negociação com sindicalistas, gestores de estatais, assessores do planalto e que tais.
A olho nu vemos apenas o resultado de séculos de deslizamentos éticos, políticos, econômicos, sociais, judiciais, empresarias.
E a tragédia agrava-se.
Se for verdade que o Brasil seja um país de todos, somos todos (ir)responsáveis. Ou muda-se o slogan ou mudamos nós antes que fiquemos soterrados sob os escombros de séculos de intempéries políticas!
Marcus de Oliveira Sodré Rio de Janeiro RJ

Chuvas no Rio
As cores acabaram. Com a chuva, o preto e o branco, em tons de denúncia, assombram as ruas, avenidas e vielas cariocas. O homem insulta a natureza por sua fúria, por fazer com que muitos fiquem desabrigados, na tristeza, na sarjeta. Sendo, na verdade, posto em evidência que o projeto humano em todas as esferas, social, política, judicial, legislativa e divina caíram, literalmente, por água abaixo. Foram parar nos esgotos, nos tubos de ventilação mais claustrofóbicos, dando a oportunidade ao humano de recomeçar de novo; ou, como de costume, retomar ao preto e branco e mostrar para a história que a vida não é mole não.   
Diogo José da Costa Pinto – São Carlos – SP

Tragédia no Rio
Para quem está fora do Rio de Janeiro, acompanhando pela mídia, a perplexidade é total. Muito maior que o evento ocorrido ano passado em Santa Catarina.
Ao ponto de em nenhum momento ter ocorrido alguma critica por parte dos espectadores externos ao poder publico local, sobre possiveis responsabilidades referentes à infra-estrutura urbana dos municípios afetados pela tragédia.
A única reflexão que consegui ter até o momento é de que; uma cidade, só será efetivamente boa para os turistas se for primeiramente boa aos cidadãos que nela residem. Antes de pensarmos em eventos será que pensamos primeiro na população residente? Áreas de risco habitadas irregularmente não é fato novo, tragédia anunciada! Acredito que fomos omissos a este fato, pois, até hoje nenhuma medida efetiva foi tomada.  Catástrofes não são previsíveis, mas, situações de risco podem ser ao menos consideradas.
Lamentamos pelas vidas perdidas até o momento e dor dos familiares.
Vagner Viana, Curitiba – PR.

Opinião
Acho pura hipocrisia ficar gritando por aí que o culpado da enchente é o governo do "Rio" de Janeiro. Ontem conversei com algumas pessoas sobre esta situação que o Brasil inteiro resolveu opinar somente quando a grande tragédia ambiental (ou mais uma) aconteceu. Cada brasileiro que em algum momento de sua vida jogou lixo fora das lixeiras tem sua parcela de culpa. É culpa da ignorância dos animais que após fumarem jogam toco de cigarro pelas ruas. Opinar é fácil, ontem mesmo na fila do caixa eletrônico aqui na Savassi (Belo Horizonte) tinham algumas pessoas batendo no peito para falar contra o governo sobre este assunto. Um bando de alienados que desde criança aprenderam a falar contra o governo mesmo sem saber nada sobre o assunto. Poucos fazem realmente sua ação individual em prol da natureza de muitos. Um exemplo disto aconteceu ontem, com essas mesmas pessoas que estavam na fila do banco 24h falando da enchente, após terminarem o serviço no banco, jogaram os papeis de extrato e aquele pedacinho de papel adesivo do envelope de depósito no chão, assim, naturalmente, ou melhor, animalmente. Parece que as pessoas ficam esperando uma grande ação coletiva acontecer, algo do tipo "os caras pintadas" para sair pelas ruas e praticarem algo relevante para o seu próprio bem. Como o Mario Sérgio Cortella disse "somos usuários do planeta", não donos dele. O fato de você comprar um lote não lhe dá o direito de cimentar toda a sua área. Quando as pessoas tomarem consciência disso, daqui a 200 anos as coisas poderão melhorar. Por enquanto, os alienados podem ficar no facebook cuidando de sua fazendinha digital retardada entre um cigarro e outro jogado pela janela.
Guilherme Vital, Belo Horizonte – MG

Rio encharcado
Alexandre Garcia falou a melhor coisa – desde a década de 60 N.A.D.A foi feito para mudar a realidade da ocupação desenfreada em cidades como o Rio de Janeiro. São 4 décadas de descaso, ignorância por parte dos governantes e alienação por parte da população. Nada de educação, nada de programas destinados a ocupação urbana, nada de investimento em infra estrutura…e ainda por cima querem se aparecer para uma copa do mundo e uma olim(PIADA)…é muita pretenção. O que aconteceu no Rio, não é tragédia local não – é nacional. Onde é que estão os gestores, os planejadores, os administradores formados nessa terra??? Enfiando dinheiro na cueca?
Suzana Maria Ketelhut  Ribeirão Preto, SP

Vergonha total e imensa
As chuvas, a natureza sempre existiram bem antes de qualquer desordem urbana, da falta de educação, do lixo jogado no chão, da falta de vontade política, da vergonha que é o nosso governo quanto a políticas sociais, da intolerância humana, dos desmatamentos, da roubalheira dos governos, da impunidade. As chuvas, a natureza estão no lugar certo; os homens (os péssimos) que estão no lugar errado! O Lula, o que tem o vírus da paz só pensa em exportar a sua imagem e se esquece de arrumar ou limpar o seu quintal. O FichaLimpa então sem comentários. Vergonha total e imensa!
Osmar Costa, Rio de Janeiro, RJ

A culpa e a sociedade
"A culpa é da sociedade", li no jornal a exclamação do Sr S Cabral, governador, diante dos desabamentos, enchentes e mortes no Rio de Janeiro. Ele está com a razão e deveria buscar a punição dos culpados que são: ele, governador, e os prefeitos, pois representam a sociedade nas festas (sempre) e na culpa.
Há uma semana, debaixo do prenúncio das chuvas, ele promovia arruaça no centro da capital se opondo a divisão dos recursos do petróleo da plataforma continental com os demais brasileiros. Diante das catástrofes, ele, governador, deveria explicar à sociedade como aplicou os bilhões de reais que recebeu do petróleo nos últimos 4 anos.
Nossos representantes gostam de orla niemeyer, de cidade da música, de museu da imagem e som… Gostam de gastar dinheiro por rompante sem qualquer planejamento, compromisso ou culpa. Gastam como gastam e de vez em quando choram surpreendidos.
Fabio Gino Francescutti, Rio de Janeiro, RJ

Risco de Deslizamento
O risco de deslizamento no Rio de Janeiro é alto e vitima, como sempre, a população de mais baixa renda, exilada nos morros da cidade, desempregada, desassistida, etc e tal.
Olhando mais a fundo vemos a política do Rio de Janeiro sob risco de deslizamento, ameaçando grandes eventos internacionais tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Olhando ainda mais fundo vemos a política do Brasil sob risco de deslizamento, ameaçando grandes eventos nacionais tais como a eleição presidencial e a manutenção da estabilidade econômica.
Olhando pelo microscópio vemos a política internacional do Brasil sob risco de deslizamento, ameaçando grandes pactos de paz tais como aqueles que tentam coibir a proliferação de armas nucleares no Oriente Médio e ditaduras na América Latina.
Olhando pelo acelerador de partículas vemos a política brasileira remontar aos tempos de uma banca de negócios tal qual nos idos do descobrimento dessa terra, no qual, tudo era farto: as capitanias eram hereditárias, as minas eram geraes, o tráfico era de escravos, a escravização era de índio e as índias detinham o "privilégio" de permanecer na casa grande de seus senhores…
Esse acelerador nos permite reconstruir o passado e pavimentarmos uma enorme ponte para o presente, no qual, tudo é farto: as verbas dos fundos de pensão para garantir eleição da sucessora são hereditárias; das minas, poços, enfim dos oásis petrolíferos donde ainda nem uma gota foi extraída jorram, cada vez, mais bilhões; o tráfico é de influência sobre a recomposição dos aliados em ano eleitoral; a escravização é da opinião pública, bombardeada com promessas, desculpas, mordaça ou expurgo da responsabilidade atual sobre o gestor anterior e as "índias" de hoje são todos àqueles que se curvam ao "privilégio" de permanecer na mesa de negociação com sindicalistas, gestores de estatais, assessores do planalto e que tais.
A olho nu vemos apenas o resultado de séculos de deslizamentos éticos, políticos, econômicos, sociais, judiciais, empresarias.
E a tragédia agrava-se.
Se for verdade que o Brasil seja um país de todos, somos todos (ir)responsáveis. Ou muda-se o slogan ou mudamos nós antes que fiquemos soterrados sob os escombros de séculos de intempéries políticas!
Marcus Sodré, Rio de Janeiro, RJ

A hora da reação não pode estagnar….
Embora já estejamos em abril e não querendo ser pessimista, já vislumbro que o ano do cidadão fluminense de 2010 será parecido com os anteriores. Explico: enchentes de janeiro a março; eleições e inúmeras falsas promessas em outubro; discursos políticos inflamados de que "vamos fazer e acontecer", e o caos nos transporte público, carro-chefe que atropela a massa. O cidadão, imerso em um plantel de informações, parece que não sabe em que e em quem acreditar. Aos poucos, vai sendo anestesiado ao conformismo natural e a não esboçar qualquer reação. Deixe que os políticos tomem conta do nosso país!, suponho pensar a maioria. Conclamo pois, a todos (que não tenham foro privilegiado, lógico) a lutarem por um estado mais justo. Mesmo que agora seja apenas um tímido começo. Ou viveremos fadados as intempéries naturais… e políticas!
Bruno Machado – Belford Roxo – RJ

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