edição do mês

Na piauí_172

A capa e os destaques de edição de janeiro

04jan2021_15h58

“Para que essa ansiedade?”, questionou o general no comando do Ministério da Saúde, durante a apresentação do plano de vacinação contra a Covid-19. O vírus já causou a morte de mais de 196 mil brasileiros e a vacinação em massa da população ainda parece uma realidade distante. Através da obra O Inferno, de Pieter Huys, a capa da primeira piauí de 2021 ilustra o presente momento e reflete – será que este inferno será eterno?

O Brasil contra a democracia, de Roberto Simon, traz um trecho do livro homônimo que será publicado neste mês. O texto revela como agentes da ditadura brasileira atuaram nas torturas no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, logo após o golpe militar que levou Pinochet ao poder em 1973.

Na terceira parte da série Arrabalde, João Moreira Salles mostra que desmatar a Amazônia não é apenas um problema ambiental, mas também econômico.

Em Parece revolução, mas é só neoliberalismo, assinado pelo pseudônimo Benamê Kamu Almudras, um retrato eloquente da realidade do professor universitário em meio a uma cruzada autoritária promovida pela direita e, ao contrário do que se poderia intuir, também pela própria esquerda.

Na reportagem “Eu vivo no compatível”, o repórter Allan de Abreu investiga um caso de corrupção dentro da Polícia Federal que chama a atenção pela desenvoltura dos bandidos de distintivo.

Em Paz entre agronegócio e direitos indígenas?, Manuela Carneiro apresenta um artigo sobre o longo caminho que o Brasil tem pela frente até que os povos indígenas possam ter um convívio pacífico com os ruralistas.

Alejandro Chacoff, no texto Nós e eles, faz a crítica de dois novos romances ambientados nos tempos vulgares do governo Bolsonaro.

Nas Esquinas, a expulsão dos colaboradores sem conta da Wikipédia lusófona, os volteios de Marta Suplicy na campanha de 2020 e os caprichos do tempo em idioma cearês.

O The Bolsozapp Herald – a rede social mais vazada do Brasil – se despede das conversas presidenciais.



Leia também

Últimas

“Por 25 reais, fico na fila e marco o exame que precisar”

Para driblar a fome na pandemia, faxineira baiana passa a noite diante de central de regulação e agenda procedimentos 

Polícias do Rio precisam de intervenção federal

Para especialistas, chacina no Jacarezinho mostra que, nas forças policiais fluminenses, comportamento disfuncional virou característica institucional

Mata primeiro, investiga depois

Presença da Polícia Civil fluminense em operações com morte é mais que o dobro do que em outros estados

No consultório do doutor Google, um país sufocado pela Covid

Brasil é um dos cinco países do mundo que mais buscam por “falta de ar”; nunca os brasileiros pesquisaram tanto sobre ansiedade

Mais textos