vultos da Copa

Nilton Santos e Didi contam como driblavam o medo antes da estreia

Até o fim da Copa, a série “Diz aí, mestre” recupera histórias de jogadores das principais seleções brasileiras em mundiais

15jun2018_22h20
Didi, bicampeão mundial em 58 e 62, em entrevista à série <i>Futebol</i>
Didi, bicampeão mundial em 58 e 62, em entrevista à série Futebol / REPRODUÇÃO

No segundo vídeo da série “Diz aí, mestre”, os bicampeões do mundo em 58 e 62 Nilton Santos e Didi contam como driblavam o medo antes de um jogo de estreia em uma Copa do Mundo. Rezas, música e superstições estão entre os recursos dos jogadores.

Até o final da Copa, a piauí vai publicar trechos inéditos de depoimentos de jogadores das principais seleções brasileiras em Copas do Mundo, como as de 58, 62 e 70. É como se eles estivessem comentando a Copa da Rússia. As gravações foram feitas para a série documental Futebol, de João Moreira Salles e Arthur Fontes, exibida em maio de 1998 no canal GNT. A direção de fotografia é de Walter Carvalho.

No primeiro vídeo da série, o capitão da seleção de 58, Hilderaldo Bellini, relata como recebeu a braçadeira do treinador Vicente Feola. A escolha por Bellini contrasta com a opção de Tite, que prefere um rodízio de jogadores e até aqui não nomeou um capitão fixo para o seu time.

Ficha técnica da série “Diz aí, mestre”
Reportagem: Christian Carvalho Cruz
Edição e montagem: Camila Zarur
Locução: Luigi Mazza
Imagens: Folhapress e Getty Images
Coordenação: José Roberto de Toledo e Vitor Hugo Brandalise
Agradecimentos: VideoFilmes, Museu do Futebol e Museu da Pelada

Leia também

Últimas Mais Lidas

No rastro da Covid-19

Como duas cidades brasileiras aplicam a metodologia do contact tracing para reconstituir o percurso do vírus e reduzir o contágio

A irreverência contra o ódio

Comediante alerta para a máquina de disseminação de mentiras na internet

Brasil precisa de um SUS no transporte público

Ônibus e trens ficaram ainda mais cheios na pandemia; contágio entre os mais pobres escancara abismo social no país

A Terra é redonda: Depois da pandemia

Especialistas discutem como ficam a saúde mental, a luta contra o racismo, a vigilância e a confiança na ciência no mundo pós-coronavírus

Polícia na porta, celular na privada

A prisão do juiz investigado sob suspeita de vender sentença por 6,9  milhões de reais – e que jogou dois telefones no vaso sanitário quando a PF chegou para buscá-lo

Na terra dos sem SUS

Nos Estados Unidos, mães de jovens negros mortos pela polícia enfrentam a epidemia, o desemprego e o racismo

Um idiota perigoso incomoda muita gente

Memórias e reflexões sobre o tempo em que voltamos a empilhar cadáveres por causa de um vírus

Mourão defende manter Pujol no comando do Exército

Vice afirma que general deve permanecer à frente da tropa até o fim do mandato de Bolsonaro, mas admite que não apita nas nomeações do presidente

Mais textos
1

A morte e a morte

Jair Bolsonaro entre o gozo e o tédio

2

Polícia na porta, celular na privada

A prisão do juiz investigado sob suspeita de vender sentença por 6,9  milhões de reais – e que jogou dois telefones no vaso sanitário quando a PF chegou para buscá-lo

3

Mourão defende manter Pujol no comando do Exército

Vice afirma que general deve permanecer à frente da tropa até o fim do mandato de Bolsonaro, mas admite que não apita nas nomeações do presidente

4

Contra a besta-fera

A luta dos cientistas brasileiros para combater o vírus é dura – vai de propaganda enganosa a ameaça de morte

5

Um idiota perigoso incomoda muita gente

Memórias e reflexões sobre o tempo em que voltamos a empilhar cadáveres por causa de um vírus

6

Na terra dos sem SUS

Nos Estados Unidos, mães de jovens negros mortos pela polícia enfrentam a epidemia, o desemprego e o racismo

8

Tudo acaba em barro

Um coveiro em Manaus conta seu cotidiano durante a pandemia

9

A solidão de rambo

Suspeitas de corrupção e conluio com as milícias desmontam Wilson Witzel

10

PCC veste branco

Traficante da facção usou 38 clínicas médicas e odontológicas para lavar dinheiro, comprar insumos para o tráfico e socorrer “irmãos” baleados