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O país das falsificações

O Brasil ainda engatinha na captura de obras de arte fraudadas

04nov2022_08h30

Falso Vermeer: Menina risonha, pintada por Han van Meegeren ou Theo van Wijngaarden

No Espaço Clever Casado, em Bálsamo, no interior de São Paulo, há cerca de duzentas telas de pintores brasileiros renomados, entre elas um autorretrato de Candido Portinari. O proprietário tem o valor na ponta da língua: 1,5 milhões de reais. Também discorre sobre o preço dos quadros do pintor primitivista José Antônio da Silva (variam entre 5 mil e 20 mil reais) e dos quadros de Tarsila do Amaral (vão de 150 mil e 850 mil).

 

Casado não permite que as telas sejam fotografadas, nem as exibe na internet, como fazem as galerias com seus artistas. Também não se preocupa com a segurança das obras ou com a correta climatização exigida para preservá-las. A falta de zelo tem uma explicação simples, como explica o jornalista Allan de Abreu em reportagem publicada na edição de novembro da piauí: boa parte dos quadros que ele vende a peso de ouro são falsificações, entre eles o de Portinari.

 

Na reportagem, Abreu mergulha no mercado de arte falsificada no Brasil que, apesar da pandemia, se desenvolveu nos últimos anos. 

 

 

 

Os assinantes podem ler a íntegra da reportagem aqui.

 

 

Categorias: anais do crime
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