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As considerações de Cesar Maia sobre 2018, uma conversa com Paulo Henriques Britto, a resposta de Juliano Gomes à diretora de Vazante e outras histórias

20out2017_18h29
Cena do filme <i>Blade Runner 2049</i>, avaliado esta semana pelo crítico Eduardo Escorel
Cena do filme Blade Runner 2049, avaliado esta semana pelo crítico Eduardo Escorel FOTO: DIVULGAÇÃO

Cacique do DEM e pai do presidente da Câmara, Cesar Maia fala ao repórter Bruno Filippo sobre a tensão entre seu filho e Michel Temer e a corrida presidencial de 2018. Na entrevista, o ex-prefeito do Rio barra João Doria como candidato pelo partido e diz preferir Luciano Huck. 

O repórter Mateus Baldi conversa com Paulo Henriques Britto, poeta e contista premiado e um dos principais tradutores brasileiros vivos. “No fim das contas, o desmanche é o meu tema. O que constitui nossa realidade, na verdade, é muito frágil, deixa de existir sem mais nem menos”, diz Britto durante a entrevista. 

A discussão sobre o Rio pós-olímpico recua dos grandes projetos aos pequenos reparos de fachada, avalia o arquiteto Francesco Perrotta-Bosch. Para o ensaísta, a ressaca de transformações citadinas pós-Olimpíada levou o Rio de Janeiro para uma administração que aparentemente despreza a noção de projeto urbano.

O crítico Juliano Gomes responde ao texto de Daniela Thomas sobre as reações ao filme Vazante. “O discurso da diretora de Vazante é frágil, produzindo a si como vítima e desenhando um cenário dantesco que os vídeos podem desmentir”, afirma Juliano no texto O movimento branco

Eduardo Escorel comenta o lançamento de Blade Runner 2049, sequência do filme baseado na obra Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, do escritor Philip K. Dick. “À parte o resultado financeiro do investimento que ainda está por ser definido, o filme em si não passa de uma contrafação caprichada”, avalia o crítico. 

Na última terça-feira, Aécio Neves recuperou seu mandato após votação no Senado. Cartum de Alberto Benett:

questões de traço e letra, por Dedé Laurentino:

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