questões criminais

Tortura, desaparecimento e morte

A guerra de duas famílias pelos negócios do crime na fronteira

Allan de Abreu
21dez2020_12h42
Ilustração de Carvall

Daniel Alvarez Georges, o Danielito, estava animado naquela tarde de terça-feira, 3 de maio de 2011. Acompanhado de dois seguranças, o filho primogênito de Fahd Jamil Georges, o Fuad ou “padrinho”, poderoso contrabandista de Ponta Porã, almoçou em uma churrascaria no bairro Chácara Cachoeira, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e logo depois rumou para uma concessionária de automóveis, próxima dali. O circuito de câmeras da loja captou as últimas imagens de Danielito, então com 43 anos. Ele nunca mais seria visto e seu corpo nunca seria encontrado. Ano passado, a pedido do pai, a Justiça declarou formalmente a sua morte.

Na época do desaparecimento de Danielito, as famílias Name e Georges, ambas descendentes de libaneses, estavam estremecidas. O motivo eram as tentativas de Danielito em tomar dos Name os pontos de venda de jogo do bicho na capital do estado.

Passados nove anos, um depoimento até agora inédito revela o que aconteceu depois daquela visita à concessionária. A testemunha, funcionária da família Name, disse à Polícia Civil, em abril último, ter ouvido os detalhes do homicídio diretamente de um dos pistoleiros que participaram do crime: José Moreira Freires, o Zezinho. Danielito, que morava com o pai em Ponta Porã depois de passar alguns meses preso em São Paulo, acusado de tráfico de drogas, fora convidado por Jamil Name Filho, o Jamilzinho, afilhado de Fuad, para uma festa com mulheres em uma chácara na periferia de Campo Grande – a promessa de sexo dispensava a presença do forte aparato de segurança do filho de Fuad. 

Aquela festa, na noite de 3 de maio, seria, aparentemente, um armistício. Mas, em vez de bebidas e mulheres, Danielito encontrou na chácara um grupo de sicários armados. Era uma emboscada armada pelos Name, segundo disse a testemunha à polícia. O filho de Fuad acabou assassinado com dezenas de tiros. O corpo foi esquartejado e, ao melhor estilo dos cartéis mexicanos nas séries da Netflix, colocado em um tambor com ácido, para derreter.



A morte de Danielito causaria profundas alterações na geopolítica do crime em Mato Grosso do Sul, estado vital para o contrabando e o tráfico de drogas e armas no Brasil. Em busca de vingança, Fuad voltou-se contra seu próprio grupo, incluindo parentes próximos. Em 2012, Tulu, apelido de Luiz Henrique Georges, sobrinho de Fuad, foi assassinado a tiros de fuzil em Ponta Porã. A autoria intelectual do crime nunca foi esclarecida, mas a Polícia Civil suspeita que a ordem tenha partido do “rei da fronteira”, como Fuad também é conhecido. Anos antes, Tulu fora encarregado de cuidar dos negócios da família Georges na ausência do patriarca, que fugira para o Líbano, após ter a prisão preventiva decretada no Brasil por tráfico de drogas. Fuad considerava o primogênio Danielito violento e pouco inteligente, enquanto seu outro filho homem, Flávio, era jovem demais, na casa dos 20 anos. 

No entanto, o sobrinho Tulu teria aproveitado a ausência de Fuad para apeá-lo de vez do poder na fronteira e assumir de fato o controle dos negócios da família, que inclui dezenas de fazendas em Mato Grosso do Sul e no Paraguai, além do controle das rotas do tráfico de armas e de cigarros na região de Pedro Juan Caballero. O primeiro passo seria a morte de Danielito, com quem ele não tinha um bom relacionamento. Tulu, no entanto, não tinha poder para, sozinho, assassinar o filho do “padrinho”. É aí que entra na história a família Name, única capaz de rivalizar com Fuad em Mato Grosso do Sul, com seu poderoso braço armado. Segundo policiais civis ouvidos pela piauí sob anonimato, a ação de Tulu, com o aval do clã Name, selou o trágico destino de Danielito.

Tulu acabou morto em 2012. Depois da morte dele, dois sicários de Fuad, justamente os que faziam a escolta de Danielito na churrascaria e na concessionária de veículos naquele 3 de maio, também foram assassinados. Para o Ministério Público, Fuad, Jamil Name e o filho Jamilzinho ordenaram as mortes. Seria uma maneira de agradar ao parceiro Fuad (que, ao que tudo indica, desconhecia a participação dos Name na morte do filho) e, sabe-se agora, uma queima de arquivo, já que os dois pistoleiros sabiam demais e poderiam implicar o clã na morte de Danielito. 

Ao investigar esses e outros oito homicídios, a Polícia Civil e o Ministério Público chegariam aos meandros das duas maiores organizações criminosas do estado, que, não raro, dividiam uma mesma milícia armada. A operação foi batizada de Omertà, em referência à lei do silêncio da máfia italiana. Com os Jamil presos desde setembro de 2019 e transferidos no mês seguinte para a penitenciária federal de Mossoró, Rio Grande do Norte, acusados de organização criminosa armada, corrupção ativa, extorsão, constituição de milícia privada e tráfico de armas, subalternos se encorajaram e procuraram a polícia para contar o que sabiam. Inclusive os detalhes sórdidos da morte de Danielito.

Zezinho, o sicário que confessou o crime à testemunha citada no início desta reportagem, foi morto dia 14 último em suposto confronto com policiais civis no interior potiguar. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul suspeita que Zezinho tenha ido cumprir alguma ordem do patrão Jamil Name – não se descarta a hipótese de um atentado ao promotor ou juiz responsáveis pela execução penal de Name e Jamilzinho, ou mesmo uma queima de arquivo, já que Zezinho, assim como os outros pistoleiros mortos, também sabia demais.

 

Fahd Jamil Georges, ou Fuad, ganhou fama e poder na região de Ponta Porã a partir da década de 1970, quando se tornou contrabandista de uísque e café – trazia a bebida do Paraguai para o Brasil e fazia o caminho inverso com o grão. Nas duas décadas seguintes, aproveitaria sua logística para traficar armas. Ao ser preso em 1980 por contrabando, em Londrina, muito antes da internet, o capo comprou os exemplares da revista Veja e do Jornal do Brasil destinados às bancas de Mato Grosso do Sul para impedir que a notícia chegasse à sua terra natal.

Manteve relações comerciais ou de amizade com vários políticos do alto escalão paraguaio, do ditador Stroessner ao general Lino Oviedo, e também de Mato Grosso do Sul. Costumava contatar secretários de Segurança Pública do estado pedindo o envio de policiais até a fronteira, para cuidar da segurança da família (nesses casos, fornecia moradia e pagava mesada aos policiais). 

Até os anos 1990, Georges controlava a jogatina em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas decidiu sair do negócio e dividiu seu território em três partes: Cuiabá ficou nas mãos de João Arcanjo Ribeiro, preso em 2003 no Uruguai; Dourados foi cedida para a família Razuk; e Campo Grande, para Jamil Name, que já gerenciava os pontos de venda do bicho para Fuad na capital sul-mato-grossense. Name controlava mais de duzentos pontos em Campo Grande, alguns deles em bancas físicas. Jamil Name utilizava essa estrutura ilegal para vender cartelas de um título de capitalização, o Pantanal Cap, controlado pela família. Parte da venda de cartelas era simulada para “esquentar” o dinheiro da jogatina. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) estima que os Name movimentavam, por ano, 19 milhões de reais com o jogo do bicho.

Parte desse dinheiro era investido em armamento pesado. Em maio de 2019, a Polícia Civil descobriu um paiol de armas do clã na capital do estado. Foram apreendidos 2 fuzis AK-47, 4 fuzis calibre 556, 2 espingardas calibre 12, 17 pistolas e 1 revólver, além de 2 bonés com câmera oculta – Jamil Name aparece em parte das imagens gravadas pelo dispositivo –, 1 “arreador de gado”, bastão que emite descargas elétricas que, segundo o Gaeco, era utilizado em sessões de tortura e 1 bloqueador de sinal eletromagnético que, de acordo com os promotores, impedia que os pistoleiros do grupo que estivessem com tornozeleira eletrônica fossem rastreados. 

As armas e o dinheiro faziam dos Name pessoas temidas – o medo, como se sabe, é um capital altamente valorizado em estados fronteiriços como Mato Grosso do Sul. Áudios captados pelo Ministério Público na Omertà em maio de 2019 mostram o desespero de um advogado que devia para o clã. Em áudio para Jamil Name, ele se humilha, porque sabia dos métodos nada ortodoxos com que o patriarca costumava cobrar suas dívidas:

“Me dê uma chance, por favor! Cuida de mim. Eu nunca fui desonesto, nunca traí e nunca enganei, eu tô atravessando uma fase horrível seu Jamil, horrível! […] Agora, eu preciso de um tempo, eu tô ligando pro senhor, tô mandando mensagem pro senhor, pedindo uma ajuda, eu não sei se teria coragem de frente do senhor, de ir até aí, pro senhor me chamar a atenção, me falar as coisas como pai. […] O senhor é pai deles, e o senhor sempre disse que é pai meu, eu quero só um tempo, seu Jamil! Eu quero só seis meses de prazo pra pagar essa conta, eu vou pagar […] o senhor não tenha dúvida nenhuma. Me ajuda! Por favor!”

Para os que desagradavam aos Name, nem sempre chamar a polícia era a melhor solução. Assim como Fuad, os Name corrompiam boa parte das forças de segurança pública do estado. Para impedir a investigação do assassinato de um dos pistoleiros que assassinara Danielito, por exemplo, Jamil Name pagou 100 mil reais a um delegado da Polícia Civil, segundo o Ministério Público. A família também tinha forte influência na política e na Justiça. Em 2019, os policiais encontraram na casa de Jamil Name um cheque de 100 mil reais do desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de MS Joenildo de Sousa Chaves e outro do mesmo valor de José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, ex-governador do estado. O desembargador disse que o cheque era parte do pagamento de empréstimo feito a ele por Name, e Zeca não se pronunciou. Ao lado dos cheques, havia anotações sugerindo a compra de uma liminar na Justiça em favor do senador Nelson Trad Filho (PSD) em uma ação de improbidade administrativa (o político negou envolvimento no episódio).

Cabia a Jerson Domingos, cunhado de Jamil Name e atual conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, azeitar as relações dos Name com a alta cúpula política no estado. Em 2009, o programa Fantástico, da TV Globo, flagrou um cambista do jogo do bicho dentro da Assembleia Legislativa em Campo Grande. Ele portava um crachá de visitante com o nome do então presidente da Casa, Jerson Domingos, na época deputado estadual. Domingos, que já foi réu em ação penal por promover o jogo do bicho no estado, em 1990, é qualificado pelo Gaeco como o consigliere da família Name, “participando ativamente das discussões de maior importância no âmbito da organização criminosa”, ao melhor estilo mafioso. Após a prisão de Jamil Name, em setembro de 2019, coube a Domingos o papel de porta-voz do clã.

Em conversa com um advogado, Domingos relembrou a morte do filho do capitão da PM Roberto Teixeira Xavier – segundo o Gaeco, Jamil Name havia ordenado a morte do policial em uma disputa de terras, mas, por engano, os pistoleiros assassinaram o filho, em abril de 2019. “Eu não mandei matar nenhum garoto. Eu tinha vontade de mandar matar o Xavier porque ele é um filho da puta […]. Que eu tenho vontade de matar esse filho da puta, eu tenho. Agora, alguém foi lá e matou o filho dele, que culpa tenho eu?”, diz o conselheiro do Tribunal de Contas, assumindo o lugar de fala do patrão e cunhado Jamil Name. Em fevereiro deste ano, um papel higiênico apreendido em uma cela vizinha à de Jamil Name na penitenciária federal de Mossoró trazia ordens claras para assassinar um delegado da Polícia Civil e um promotor do Gaeco de Campo Grande, responsáveis pela Omertà. Segundo as anotações, caberia a Jerson Domingos providenciar as armas do crime.

Tiago Bunning, advogado de Jamil Name, disse em nota que “todas as acusações de homicídio baseiam-se em supostas oitivas informais de duas pessoas não compromissadas como testemunhas” e que essas pessoas, ao serem ouvidas na Justiça, negaram o conteúdo desses depoimentos. “Além disso, não existe qualquer outro elemento que comprove diretamente que Jamil foi autor imediato ou mandante de qualquer homicídio ou outros delitos.” O advogado de Jerson Domingos, André Borges, disse em nota que “a defesa está certa de que o Judiciário saberá corrigir os exageros da acusação, porque Jerson Domingos se viu envolvido nisso tudo não por ato próprio ou qualquer ilícito, mas sim em razão de parentesco”. Sobre a morte de Danielito, o advogado disse desconhecer o depoimento da testemunha, e que por isso não poderia comentar o caso.

Felix Jayme Nunes da Cunha, advogado de Jamilzinho, também rebateu as acusações do Ministério Público. “O empresário Jamil Name Filho jamais pertenceu ou chefiou qualquer organização criminosa e jamais foi mandante de qualquer dos homicídios apurados pela Polícia Civil, cujas investigações vêm sendo desconstituídas pelas defesas e por depoimentos colhidos em juízo”, disse em nota.

 

Em junho passado, Jerson Domingos, Fuad e Flávio Correia Jamil Georges foram denunciados à Justiça pelo Gaeco por organização criminosa armada – Fuad e o filho Flávio também são acusados de corrupção ativa e tráfico de armas. Desde junho deste ano, Fuad e Flávio estão foragidos – a defesa solicitou à Justiça que o “padrinho”, atualmente com 79 anos, possa cumprir prisão domiciliar. A suspeita do Ministério Público é de que pai e filho estejam no Paraguai. O advogado de Fuad, Gustavo Badaró, disse não haver provas de crimes praticados pelo “rei da fronteira”. “Ele foi denunciado pelo Ministério Público pela fama dele”, afirmou. 

O advogado de Flávio não foi localizado. Recentemente, o filho do “padrinho” comprou briga com líderes da facção PCC (Primeiro Comando da Capital) em Pedro Juan Caballero. No fim de novembro, Flávio escapou de um atentado em Pedro Juan, planejado por integrantes da facção. Dois sobrinhos de Fuad não tiveram a mesma sorte: foram julgados por um “tribunal” da facção, torturados e mortos depois de provocarem um dos membros do PCC na região em uma festa.

O caos na fronteira fez com que o jornal ABC Color, o maior do Paraguai, publicasse, em fevereiro, um texto, assinado por Iván Leguizamón, que clama por um novo “capo” que traga paz à região. “Quando Fahd – o mais próximo de um padrinho da máfia representado em tantos filmes do gênero gângster – governou Pedro Juan Caballero e Ponta Porã, quase ninguém morreu sem merecer. […] Quando havia um patrão na fronteira, não se registravam tantas mortes inocentes. Inclusive era proibido tocar nas famílias dos mafiosos. Se irremediavelmente alguém tinha de morrer, por alguma falha, morria somente a pessoa e não sua família. […] Diante de um governo inútil (o atual e os anteriores), a fronteira sempre se governou sozinha, com um chefe de fato, um padrão do submundo. Mas quando não há um rei no trono, a anarquia pode ser tornar uma ameaça mais perigosa para um povo. Ainda que doa dizer, Pedro Juan Caballero e Ponta Porã precisam urgentemente de um novo patrão.”

Allan de Abreu (siga @allandeabreu1 no Twitter)

Repórter da piauí, é autor dos livros O Delator e Cocaína: a Rota Caipira, ambos publicados pela editora Record

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