minha conta a revista fazer logout faça seu login assinaturas a revista
piauí jogos

vultos das ciências

Bibliografia extra

| Edição 40, Janeiro 2010

A+ A- A

Caos, de James Gleick 
Resumo: Na última década, físicos, biólogos, astrônomos e economistas criaram um novo enfoque da complexidade na natureza. Essa nova ciência, denominada caos, permite que se veja ordem e padrão onde antes só se tinha observado a aleatoriedade, a irregularidade, a imprevisibilidade – em suma, o caótico. Nas palavras de Douglas Hofstadter, "ocorre que um tipo fantástico de caos pode estar escondido bem atrás de uma fachada de ordem – e ainda assim, nas profundezas do caos está oculto um tipo de ordem ainda mais fantástico". A ciência do caos tem ligações com disciplinas científicas tradicionais, unindo tipos não-correlatos de descontrole e irregularidade: da turbulência do tempo até os ritmos complicados do coração humano, do desenho dos flocos de neve até -os redemoinhos das areias do deserto varridas pelos ventos. Apesar de sumamente matemático em sua origem, o caos é uma ciência do mundo cotidiano, formulando indagações que todas as crianças já se fizeram: sobre a forma das nuvens, sobre as causas da ascensão da fumaça, sobre a maneira pela qual a água forma vértices numa correnteza. Em CAOS, James Gleick nos conta a história notável de uma ideia que atemorizou e fascinou ao mesmo tempo os cientistas que começaram a explorá-la. Gleick descreve as surpreendentes e inesperadas descobertas desses cientistas: Edward Lorenz e o Efeito da Borboleta, que subjaz à impossibilidade de previsão do tempo e à inconstância deste; o cálculo de Mitchell Feigenbaum, estimulado pelas suas meditações sobre a natureza e a arte sobre uma constante universal; o conceito dos fractais de Benoít Mandelbrot, que criou uma nova geometria da natureza, CAOS é uma história de descoberta científica. Conta, nas palavras dos próprios participantes, seus conflitos e frustrações, suas emoções e seus momentos de revelação. É um registro de uma revolução, o nascimento de uma nova ciência. 
 
The mathematician's brain, de David Ruelle
Como pensam os matemáticos.
 
An essay on the psychology of invention in the mathematical field, de Jacques Hadamard
Um ensaio sobre a descoberta matemática escrito por um matemático importante do início do século passado, contemporâneo de Henri Poincaré.
 
L'invention en mathématique e L'intuition et la logique en mathématique, de Henri Poincaré
Dois clássicos e brevíssimos ensaios de Poincaré sobre o processo matemático. Neles, o grande matemático francês introduz os conceitos de beleza, intuição e iluminação. Existe um volume em inglês com os ensaios reunidos de Poincaré: