anais da ostentação

Onde foram parar os ovos do czar

Valendo dezenas de milhões de dólares, eles pareciam quase líquidos, como se fosse possível enfiar os dedos em sua superfície, ou como se houvesse uma lâmpada oculta por baixo do metal

Clancy Martin
IMAGEM: CORTESIA DA COLEÇÃO FORBES, NOVA YORK © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Quando tirei férias temporárias do meu doutorado para tentar enriquecer no comércio de jóias, em 1999, quase me transformei no maior falsificador mundial de ovos Fabergé. Tudo começou em Arlington, no Texas, onde meus irmãos e eu éramos donos de várias joalherias. Boris, um russo alcoólatra que trabalhava conosco havia anos, entrou em minha sala numa manhã de janeiro – nosso Natal tinha sido péssimo – e revelou um segredo que vinha guardando há algum tempo: em São Petersburgo, o que restava da antiga Casa Fabergé continuava em atividade, usando o mesmo antigo equipamento para produzir ovos e outras peças esmaltadas tão perfeitas quanto as dos museus. Os ourives estavam há meses sem receber, e tudo que desejavam era um lar e um salário regular na América. O gerente da oficina era o melhor amigo de Boris.

Em fevereiro, peguei um avião para São Petersburgo com Boris e a minha assistente, na esperança de contratar uns cinquenta ourives. Viajava incógnito: o dono da fábrica, um milionário e – pelo que me disseram – notório gângster russo, só sabia que eu estava interessado em fazer uma grande compra (o que de certa forma não deixava de ser verdade).

Os ovos, relógios de parede, de bolso e outras peças tradicionais que fabricavam eram os melhores que eu já tinha visto. Seus trabalhos com esmalte – a produção típica de Carl Fabergé (ourives russo de ascendência francesa, 1846–1920), que o transformou no maior joalheiro do seu tempo, ou talvez de todos os tempos – apresentavam uma incrível intensidade de cor: os ovos pareciam quase líquidos, como se fosse possível enfiar os dedos em sua superfície, ou como se houvesse uma lâmpada oculta por baixo do metal.

Caminhando pela fábrica, entre as bancadas repletas dos ourives, percebi que poderia ganhar milhões com uma comercialização correta. Não teria concorrentes. Os custos iniciais da transação poderiam ser rápida e facilmente cobertos com a produção de alguns ovos que, segundo minha versão, eu teria conseguido “comprar” na viagem à Rússia: umas poucas obras-primas perdidas de Fabergé. Como ocorre nos mercados de arte e de antiguidades, e entre os filatelistas, tramóias como essa não são propriamente inéditas no mundo da joalheria. Eu mesmo já havia produzido falsificações.

O que eu não sabia naquela época, e gostaria de saber (pois teria aliviado a minha consciência), é que minha tortuosa viagem à Rússia, na intenção de roubar os artesãos alheios para produzir ovos falsos, estava em perfeita conformidade com a história duvidosa das jóias Fabergé.

Em junho de 1923, os ovos imperiais Fabergé confiscados pelos soldados do Exército Vermelho, durante a revolução bolchevique, foram postos à venda junto com muitos outros tesouros, numa espécie de grande venda de saldos. Mas apareceram poucos compradores: os ovos eram especialmente impopulares, simbolizando os piores excessos da última grande família real européia. Seis ovos, falsamente descritos como de origem czarista, foram vendidos por talvez 25 mil libras, em moeda de hoje, umas trinta vezes menos do que valeriam dez anos antes. E boa parte das jóias foi desmontada ou derretida como “sucata”: entre elas, possivelmente, vários dos grandes ovos criados como presentes de Páscoa para as czarinas. Era uma sorte que parte dos ovos ostentasse poucas imagens religiosas; caso contrário, um número bem maior deles teria sido destruído durante a revolução.

Com a entrada em depressão da economia mundial, o mercado de jóias entrou num colapso ainda maior e, em 1934, a Christie’s vendeu em um leilão o primeiro de todos os ovos imperiais, o Ovo de Galinha, de 1885, por 85 libras. A essa altura, o governo soviético já tinha percebido que precisava encontrar um modo melhor de vender os seus tesouros.

 

Entrou em cena um grande vigarista americano. O responsável exclusivo pela ressurreição da Fabergé, apresentando seus ovos ao mercado americano, foi Armand Hammer, o único homem amigo de Lênin e de Ronald Reagan ao mesmo tempo, presidente da Occidental Petroleum, filantropo, autor de duas autobiografias, e suspeito de ter sido espião soviético. Pelo menos nas suas operações com jóias, Hammer revelou-se um trapaceiro incorrigível e um falsário desavergonhado.

Hammer é o personagem mais interessante do livro Fabergé’s Eggs: The Extraordinary Story of the Masterpieces that Outlived an Empire [Os Ovos Fabergé: a História Extraordinária das Obras-primas que Sobreviveram a um Império], de Toby Faber, que conta a história dos cinquenta ovos imperiais. Começa com o Ovo de Galinha, o primeiro presente do czar Alexander III a sua mulher, Maria Feodorovna, e termina, após a queda do valor dos ovos a quase zero, com sua reencarnação, quando os ovos se transformaram em tesouros, primeiro nas mãos de Hammer e depois nas de Malcolm Forbes.

O segredo do enorme sucesso de Fabergé como vendedor era que, ao contrário de outros joalheiros que serviam a corte imperial russa, ele entendia seu trabalho como sendo, basicamente, a produção de presentes. A imperatriz Maria Feodorovna fez uma primeira visita à sua oficina, em 1882, e comprou um par de abotoaduras com a imagem de cigarras (Fabergé se inspirou num trabalho de restauração que fizera em antigas jóias citas e gregas no Museu Hermitage). O que Fabergé entendia – e que pouquíssimos joalheiros entenderam – é que, em sua maior parte, as peças de joalheria são objetos anônimos, quase frios. Um colar de pérolas Mikimoto, ou um cordão de magníficos diamantes, pode ser dado de presente a qualquer mulher por praticamente qualquer um. A única importância do artefato reside no seu preço. E mesmo a raridade é discutível: a raridade forjada é bem mais comum que a genuína no mercado de gemas e diamantes, e qualquer ourives bem treinado é virtualmente capaz de reunir um conjunto de diamantes bem emparelhados para fabricar uma pulseira. Fabergé, porém, queria dar um significado individual a cada ovo, com um sentido particular (na verdade, secreto) tanto para o presenteador quanto para o presenteado.

Por fora, o Ovo de Galinha de 1885, com pouco mais de 6 centímetros de altura, parece um exemplo simples – embora especialmente elegante – do presente russo tradicional de Páscoa, um ovo ornamental. Mas ele abre, como uma matrioska, revelando uma grande gema de ouro no interior. Dentro da gema, uma galinha de ouro se acomoda num ninho de ouro: uma alusão à imperatriz, mãe da pátria e dos filhos do czar, instalada em seu trono. E também um pequeno gracejo, pois nesse caso é o ovo que dá à luz a galinha. Dentro da galinha, uma coroa de diamantes; dentro da coroa, um minúsculo pingente de rubi, símbolo do coração e do amor do czar, que a czarina carrega consigo para toda parte. Não temos como entender todas as referências contidas nesse primeiro ovo, mas é clara sua intenção: o ovo foi feito para uma certa mulher, e só podia ser dado a ela por um certo homem. As surpresas não são dirigidas a nenhum de nós.

Essa idéia de Fabergé, de que todo presente deve ser antes de tudo pessoal, explica em parte por que seus ovos se tornaram tão pouco apreciados: é difícil entender plenamente a beleza desses ovos sem conhecer as mulheres para as quais eles foram criados. E é também por isso que os ovos mais impessoais – como o Ovo da Ferrovia Transiberiana, de 1900, contendo um trem de quase 30 centímetros de comprimento em que uma miniatura de locomotiva, movida a corda, feita de platina, puxa vagões de ouro – são menos convincentes: falta-lhes o caráter íntimo. Outras criações de Fabergé, como os animais esculpidos em jade e topázio, ou os relógios de ornamentação extravagante, embora não tenham sido produzidos sob encomenda, e não sejam tão pessoais quanto os ovos podiam ser, ainda assim foram projetados para um certo público: eram presentes para muito poucos.

 

Os Romanov não viam os ovos Fabergé como um meio de ostentar sua riqueza. As peças, afinal, não se destinavam à exibição pública. Mas as duas czarinas, tanto Maria Feodorovna quanto sua insegura nora, Alexandra, ficaram bem conhecidas por sua extravagância, assim como o czar Nicolau II e seu pai e antecessor. Vladimir Nabokov e outros sugerem que o apego dos Romanov às jóias Fabergé não os tornava especialmente bem-vistos pelo cidadão comum na Rússia pré-revolucionária e pode ter contribuído para a chacina da família. É difícil não ver os ovos Fabergé como uma metáfora da própria família Romanov, um florescimento final e faustoso da realeza européia: belos, caríssimos, inúteis, de certa forma uma tolice. Os ovos Fabergé foram o fim de uma certa idéia da Rússia.

Mas voltemos a Armand Hammer. Os detalhes do começo do seu envolvimento com o governo russo são misteriosos. O mais provável é que nunca se chegue a saber se ele foi mesmo espião ou só um homem de negócios muito astuto, bem relacionado nos escalões mais altos do Kremlin. O que sabemos é que tinha um acesso quase exclusivo ao melhor (e ao pior) das jóias e artefatos russos, dando início a um comércio de sucesso modesto, vendendo as mercadorias em Paris, Londres e depois em Nova York, nos anos anteriores ao colapso de 1929.

Na primavera de 1931, porém, a loja que ele criara com seus irmãos em Nova York – habilidosamente batizada de “L’Ermitage” – perdia dinheiro aos baldes, e Hammer retornou aos Estados Unidos disposto a reverter o rumo dos acontecimentos. Ele e seus irmãos compraram os baús de uma companhia teatral, que atulharam com uma ampla variedade de mercadorias russas (entre elas dois ovos imperiais autênticos), e saíram em viagem pelas lojas de departamentos do Meio-Oeste americano.

As declarações que Hammer costumava fazer para atrair a atenção da imprensa eram, com raras exceções, mentiras espetaculares. Vendia a louça e a roupa de cama de hotéis e mosteiros de antes da guerra como parte do “tesouro dos Romanov”. Contava aos jornais que pagara, pelos dois ovos que trazia, vinte vezes o preço realmente desembolsado. Usava um conjunto de genuínos cunhos Fabergé para transformar reproduções de todo tipo em peças autênticas. Qualquer objeto, por mais modesto que fosse, e de fabricante mais anônimo, era apresentado numa caixa especial Fabergé, acompanhado de documentos que “comprovavam” sua origem no tesouro dos Romanov. Fabricava artigos em tom erudito, assinados com pseudônimos, falando dos ovos Fabergé. Chegou a lançar uma revista, a Compleat Collector, para apresentar os anúncios da sua coleção de artefatos (supostamente) Fabergé como matérias editoriais. Convidava especialistas para dar conferências sobre os produtos Fabergé (mas é provável que não os deixasse chegar muito perto das suas falsificações). E conseguiu que artigos sobre o seu tesouro dos Romanov saíssem nas revistas The New Yorker, Social Spectator e Time.

O sucesso de Hammer foi extraordinário. Em pouco tempo, herdeiras como Marjorie Merriweather Post (da General Foods) se transformaram em ávidas colecionadoras de Fabergé, e os ovos começaram a ser vendidos a preços cada vez maiores. O rei Farouk do Egito comprou três deles por uma soma não revelada, provavelmente superior a 25 mil libras. Depois que um ou dois ovos foram comprados por milionários a preços estonteantes, transformaram-se no objeto de desejo do momento, e seu preço subiu ainda mais. Na mesma época, Hammer, que nunca chegou a ser denunciado como o falsário ou vigarista que de fato era, transferiu-se para o comércio de petróleo, no qual acumulou o tipo de fortuna que ninguém conseguiria reunir apenas vendendo jóias.

Justiça seja feita a Hammer: o mercado de jóias é um lugar natural para a circulação de ilusões. Um diamante tem pouco uso e um valor real menor ainda; seu preço depende da percepção. Com toda a sua velhacaria, suas mentiras e seu senso promocional, Hammer conseguiu criar um mercado para algo que não despertava o interesse de quase nenhum comprador. De certa maneira, ele tem lugar entre os grandes empresários do mundo das jóias – Mikimoto, das Pérolas Mikimoto, Cecil Rhodes, da De Beers, e Hans Wilsdorf, da Rolex. Esses mágicos inventaram valor.

Nas mãos de Hammer, os ovos imperiais Fabergé se transformaram no símbolo da marca, como a bolsa Birkin tornou-se a marca da Hermès. O preço pago por Carl Fabergé é que suas produções não podem mais ser vistas como obras-de-arte. Quando estetas contemporâneos ridicularizam os ovos, que apontam como exemplos do kitsch ou de uma ostentação deselegante, o que estão vendo não é o próprio Fabergé, mas Armand Hammer e o maior de todos os colecionadores de ovos Fabergé, Malcolm Forbes.

 

Hoje, os ovos atingiram preços estratosféricos: à época em que Forbes se aproximava da sua meta de reunir uma dúzia de ovos, cada um valia mais de 3 milhões de dólares. Embora tenha sido um colecionador criterioso, três dos ovos que Forbes comprou, julgando serem imperiais, foram na verdade criados para outros clientes que não os Romanov, e ainda não sabemos quantas peças falsificadas ou indevidamente identificadas como Fabergé sua coleção continha.

A criação de peças Fauxbergé – termo cunhado pelo Virginia Museum of Fine Arts, que herdou a coleção de ovos comprados de Hammer pela herdeira Lillian Pratt – continuou a existir como indústria caseira muito depois de Hammer ter deixado o negócio. Especialistas em Fabergé questionam as credenciais imperiais até de ovos antes amplamente aceitos, como o ovo Flores da Primavera, embora a família Forbes continue a insistir em sua autenticidade (o filho de Malcolm, Kip Forbes, é um grande estudioso de Fabergé).

Para Forbes, os ovos eram mais uma “ferramenta capitalista” (o nome do seu jato particular, Capitalist Tool, e lema da sua revista), uma prova do seu sucesso e um modo de se pavonear. No fim das contas, ostentá-los se justificou: os Fabergé acabaram sendo um dos melhores investimentos que fez na vida. Pouco antes de toda sua coleção ser vendida num leilão da Sotheby’s, Viktor Vekselberg, um bilionário russo, comprou-a, completa, por mais de 90 milhões de dólares (o valor exato nunca foi revelado). E assim os ovos voltaram finalmente para casa, onde se juntaram às peças recuperadas pelo governo soviético nos anos 70 e 80.

Os ovos imperiais Fabergé, por definição, foram os produzidos para as czarinas Maria ou Alexandra Feodorovna. No total, são cinquenta: trinta foram criados para Maria, vinte para Alexandra. Dos trinta ovos “de Maria”, oito continuam misteriosamente desaparecidos. Para os caçadores de tesouros, o último capítulo de Faber traz algumas pistas sobre seus possíveis destinos. A incerteza cria grandes oportunidades para os falsários. E Faber antecipa (chegando até a recomendar) o mesmo esquema que imaginei: “Entretanto, o valor de um Fabergé chegou a tal ponto que valeria a pena reunir uma equipe de mestres artesãos, associada aos melhores desenhistas, se o resultado pudesse passar por uma peça autêntica.” E mesmo uma peça controvertida pode valer milhões, embora uma falsificação recente, um ovo-relógio pertencente ao marchand de arte Michel Kamidian, tenha sido comprada num leilão de 1991 por 105 mil dólares (na época, a Christie’s declarou que a peça era falsa); ano passado, em um processo, seu valor foi fixado em 200 mil dólares. No entanto, a peça de Kamidian é uma falsificação óbvia, de maneira que os candidatos a falsificadores não precisam ficar muito desanimados com esse caso.

 

Meu projeto de criação de peças Fauxbergé frustrou-se em bem pouco tempo. Assim que descemos as escadas, depois da nossa visita às oficinas, encontramos dois policiais russos à nossa espera, na companhia do gerente. Eu não falava russo e ninguém ali falava inglês, mas tanto o gerente como eu sabíamos um pouco de alemão, e ele me explicou que fôramos denunciados e seríamos detidos. Boris sumira. Virei para a minha assistente e lhe disse em inglês: “Comece a chorar.” Ela começou, e perguntei ao gerente se poderia sair um pouco com ela até que se acalmasse. Ele concordou com alguma relutância (mas deixamos nossos sobretudos com os policiais e, estando nós em São Petersburgo, no mês de fevereiro, sabiam que não iríamos a parte alguma).

Assim que chegamos do lado de fora, saímos correndo. Corremos até o nosso hotel (com uma parada no caminho, em que minha assistente teve a extravagância de insistir para tirar uma foto minha, com o rosto tomado pelo pânico e a desesperança, durante a travessia de uma ponte sobre as águas congeladas do Neva), trocamos a reserva das passagens, mudamos de hotel e fomos embora no dia seguinte.

Depois de chegar a salvo em casa ainda fiz uma última tentativa de trazer os ourives da Fabergé para os Estados Unidos, mas logo entendi que iria precisar de anos para obter a permissão necessária à importação da sua sofisticada aparelhagem de gravação, máquinas essenciais para a produção dos esmaltes, devido a antigas leis do tempo da Guerra Fria restringindo a importação de máquinas da Rússia. E nenhum deles tinha idéia de como reconstruir aquelas máquinas: o mais provável é que todas tenham sido fabricadas antes do nascimento de qualquer dos seus usuários atuais.

De maneira que eles continuaram em São Petersburgo com seus salários em atraso, e eu permaneci em Arlington, Texas, às voltas com minhas joalherias claudicantes. Como nos ensina Santo Agostinho, quase toda virtude se deve à falta de oportunidade para o vício. Em pouco tempo retornei à minha tese e me tornei professor de filosofia. Nenhuma empresa petrolífera de criação recente me chamava para trabalhar.

Clancy Martin

Clancy Martin é professor de filosofia na Universidade do Missouri e trabalhou por muitos anos no mercado de jóias.

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