cartas

A torpeza do dândi não tem limites

ANIVERSÁRIO PIAUÍ

Prezados, é com um imenso prazer que vos escrevo para parabenizá-los pelos doze anos de (r)existência e pela bela edição de aniversário (piauí_145, outubro) que tenho em mãos (ilustrada pelo não menos genial Angeli). A imparcialidade da piauí, somada às suas colaborações de jornalistas e escritores fora de série, nos brinda mensalmente com textos, artigos, reportagens (sim, I love textões), ensaios, poesias que são um oásis no atual escasso mercado editorial. A reportagem “Uma cidade exemplar”, de João Moreira Salles, e “Do carvão às cinzas”, de Bernardo Esteves e Roberto Kaz, são um exemplo máximo do quão mágico é adentrar uma banca de jornal e ir ao encontro da edição do mês, ou até mesmo de um número que, porventura ou sacanagem do destino, você ficou sem. Conheci piauí há uns cinco anos e a cada número que leio fica a sensação que muitos revisteiros apaixonados já vivenciaram: “Caramba, por que não conheci desde o início?!”

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