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    CRÉDITO: ANDRÉS SANDOVAL_2025

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A cegonha não pousa aqui

A cidade onde a maternidade fechou há quinze anos

Leandro Aguiar | Edição 225, Junho 2025

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“Parabéns! O seu bebê nasce hoje”, – avisou o aplicativo para gestantes no celular de Danielle Oliveira, no dia 16 de setembro de 2015, quarta-feira. Ela estava na 40ª semana de gravidez, e de fato logo começou a sentir a dor das contrações. A cantineira escolar, então com 28 anos, zarpou com o marido rumo à Maternidade Sofia Feldman, em Belo Horizonte, apesar de morar em Sabará. A cidade histórica fica a cerca de 20 km da capital mineira. Num dia de trânsito bom, o percurso de carro até a capital leva em torno de 40 minutos.

Eram 17 horas quando o casal chegou à maternidade. Na triagem, a ginecologista constatou que a dilatação de Oliveira ainda não era suficiente para o parto normal. Às 23 horas, a gestante deixou o local, com a recomendação de retornar no dia seguinte. “Com uma dor insuportável, voltei para Sabará”, conta Oliveira.

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