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A torpeza do dândi não tem limites

| Edição 146, Novembro 2018

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ANIVERSÁRIO PIAUÍ

Prezados, é com um imenso prazer que vos escrevo para parabenizá-los pelos doze anos de (r)existência e pela bela edição de aniversário (piauí_145, outubro) que tenho em mãos (ilustrada pelo não menos genial Angeli). A imparcialidade da piauí, somada às suas colaborações de jornalistas e escritores fora de série, nos brinda mensalmente com textos, artigos, reportagens (sim, I love textões), ensaios, poesias que são um oásis no atual escasso mercado editorial. A reportagem “Uma cidade exemplar”, de João Moreira Salles, e “Do carvão às cinzas”, de Bernardo Esteves e Roberto Kaz, são um exemplo máximo do quão mágico é adentrar uma banca de jornal e ir ao encontro da edição do mês, ou até mesmo de um número que, porventura ou sacanagem do destino, você ficou sem. Conheci piauí há uns cinco anos e a cada número que leio fica a sensação que muitos revisteiros apaixonados já vivenciaram: “Caramba, por que não conheci desde o início?!”

Fica expresso meu sentimento de gratidão a Armando Antenore, João Moreira Salles, Alejandro Chacoff, Malu Gaspar, Consuelo Dieguez, Bernardo Esteves e demais membros da Redação. Olhares e linhas que inspiram. Parabéns, piauí.

 

EDVAN MELO_SÃO LUÍS/MA

 

MINIATURA DO BRASIL

Érico Veríssimo, João? Teve essa influência ou o Brasil é inescapavelmente um amontoado de Antares? Só tira essa dúvida pra mim, por favor. Desde o início do texto (“Uma cidade exemplar”, piauí_145, outubro), eu não conseguia pensar em outra coisa senão no fantástico livro Incidente em Antares.

 

Quando vi as fotos dos personagens da matéria, imaginei todos eles como zumbis recostados no muro do cemitério tricordiano.

DIOGO FRANÇA_RIO DE JANEIRO/RJ

 

PRIMEIRA NOTA HONESTA DA REDAÇÃO: Pobre Érico Veríssimo. Temos certeza de que ele inspirou redatores bem melhores.

 

Mais uma bela matéria do sr. João Salles (“Uma cidade exemplar”). A cara de Três Corações realmente poderia ser a mesma de várias cidades brasileiras. A propósito, a matéria foi permeada pela figura de uma certa celebridade política ora em voga que merece nossa gratidão por ter descortinado a antiga e verdadeira cara do país: a da falsa moralidade.

GILSON MARINHO LUZ_ITAOCARA/RJ

 

O texto de João Moreira Salles sobre a morte de seu amigo Alexandre Gontijo é arrebatador (“Alexandre, o Grande”, piauí_143, agosto). Visitei a matéria diversas vezes sentindo a emoção de cada saudade que residia na memória do iconoclasta das bancas de jornal. Porém, a reportagem sobre a cidade de Três Corações (“Uma cidade exemplar”, piauí_145, outubro) denunciou a face torpe da essência desse dândi. Travestido em linguagem, já viajou à cidade com um ar de superioridade que pode ser visto em cada esquina do texto. Todas as perguntas e interpretações se prestam a fazer aquelas pessoas parecerem gentalha diante do culto herdeiro. João Moreira Salles, do alto da minha insignificância, eu te desafio a fazer uma matéria onde estejam você, o Paulo César Pereio, a monja Cohen e o youtuber Felipe Neto fazendo digressões sobre a seguinte pergunta: Qual é o sentido da vida?

LEONARDO GONÇALVES DIAS SOUZA_RIO DE JANEIRO/RJ

 

NOTA FURTIVA DA REDAÇÃO: Não espalha, mas concordamos. A torpeza do dândi não tem limites. Se pedimos discrição, é porque temos certo constrangimento em debater o assunto. Nesse nosso mundo vil, parte considerável do sentido da vida está no contracheque. Você há de compreender.

 

DECLARAÇÕES DE AMOR

Piauiófilos, uni-nos! Já fui desmascarada há muito nas rodas de amigos. Sou monopluritemática: o que sei dos minérios sob o Atlântico e sob o sol de Drummond (“O segredo do abismo” e “O poeta e a pedra”, piauí_142, julho), das banalidades dos pets brasilienses, dos calceteiros portugueses (esquinas “A dinastia de Tieta” e “No meio do caminho”, piauí_141, junho) e dos salões muçulmanos estadunidenses (esquina “Mechas soltas”, piauí_145, outubro), devo à piauí. O pior é que todos já sabem. Agora, até quando o assunto é futebol, dou meus pitacos – devo isso ao João, que me apresentou funebremente a Gontijo (“Alexandre, o Grande”, piauí_143, agosto), e quem me levou ao podcast toqvnqenpssc [Tudo O Que Você Não Quer e Não Precisa Saber Sobre a Copa] (…!). A pergunta que não quer calar é… o que seria da minha vida social sem a piauí? Chegada no Rio, até currículo pensei em deixar, passaria café e entregaria as cartas na Redação, para poder ser uma mosquinha entre vocês e ver se passa um pouco desse humor por osmose, necessário nesses tempos cinzentos. Chega de gracinhas, e mais Democracinhas (piauí_144, setembro). Beijo, povo!

MARIA LUIZA GALLE LOPEDOTE_RIO DE JANEIRO/RJ

 

SEGUNDA NOTA HONESTA DA REDAÇÃO: Maria Luiza, não se martirize por não ter deixado o teu currículo. As moscas aqui morrem de tédio. Agora mesmo uma delas caiu em cima do Roberto Kaz. Depois de passar trinta minutos vendo a redação trabalhar, entrou em coma e veio ao chão. (Nesse mês, o susto que Roberto Kaz tomou foi o único acontecimento digno de nota por aqui.)

 

Parabéns pela edição 145, imperdível. Muito me chamou atenção a reportagem “O Alcorão de Sangue”, sagaz a narrativa da dupla, também preciso mencionar, e elogiar, a “técnica” investigativa que manteve meu interesse aguçado até o fim.

Fim?

De jeito nenhum! Aguardarei ávido o próximo número para conhecer o desfecho dessa singular história.

CRISTIANO FONTANA_FLORES DA CUNHA/RS

 

NOTA PREOCUPADA DA REDAÇÃO: Xiii… O que podemos dizer em nossa defesa é que Carrère ainda não publicou o desfecho. É bem verdade que podíamos ter inventado um, mas o fato é que somos indolentes e ficamos com preguiça.

 

CINZAS DA HISTÓRIA

Muito boa a matéria de Bernardo Esteves e Roberto Katz sobre a tragédia de 2 de setembro do corrente ano (“Do carvão às cinzas”, piauí_145, outubro). Acho que essa data será para todos emblemática – do tipo de se lembrar o que estava fazendo quando recebeu a notícia que a mais importante instituição museal do país ardeu em chamas.

Confesso a minha tristeza em ler (não consegui, ainda, reler) as páginas do artigo. O paralelo entre a pesquisa de carvão – um dos diferenciais da instituição Museu Nacional, realizada pelo laboratório da colega Rita Scheel-Ybert – de uma forma sintetiza parte desse absurdo que representa a perda de milhões de itens. Um duro golpe para o país, que não passou despercebido pelo exterior. E não vai adiantar “varrer a sujeira” para baixo do tapete dessa vez… Entra governo, sai governo e a despeito de todos os alertas, nada foi feito. Será que dessa vez vamos aprender alguma coisa?

ALEXANDER KELLNER, DIRETOR DO MUSEU NACIONAL DA UFRJ_RIO DE JANEIRO/RJ

 

ESQUINAS

Esses dias, conversava com amigos sobre os melhores textos que lemos em 2018. Obviamente, só deu piauí. Lembramos, mais especificamente, de algumas esquinas memoráveis, tais como “Na praia em Ramos: O último domingo de verão” (piauí_139, abril), de Tiago Coelho, e “Cara furada: A gari dos 100 piercings” (piauí_140, maio), escrita por Joana Suarez.

Coelho, jornalista da casa, é velho conhecido de nós, leitores, e já teve sua caricatura exposta no início da revista algumas vezes (não tantas quanto gostaríamos – aliás, ponham esse talento para assinar matérias mais robustas!). Suarez, no entanto, era uma estranha para mim, até que joguei seu nome no Google e descobri mais de seu trabalho.

ANA DE SOUZA_RIO DE JANEIRO/RJ

 

NOTA SATISFAÇÃO-GARANTIDA-OU-SEU-DINHEIRO-DE-VOLTA: Corra para a página 50. De nada, de nada.

 

A SOLIDÃO DOS LIVROS

Curioso o texto extraído de um dos cadernos deixados pelo brilhante intelectual Antonio Candido de Mello e Souza (“O pranto dos livros”, piauí_145, outubro). Datado de 17 de janeiro de 1997, antes, portanto, de ele completar 80 anos (em 24 de julho). Para a alegria de seus leitores e admiradores, depois disso ainda viveu quase vinte anos, vindo a falecer em 12 de maio de 2017, prestes a completar 99 anos, plenamente lúcido.

Ao imaginar seu velório no texto em questão, lamenta o abandono de seus livros, uma biblioteca formada, com amor e sacrifício, ao longo de toda uma vida dedicada, preferencialmente, à leitura e à crítica literária. Com certeza, onde estiver, ficará feliz e aliviado, pois seu querido acervo, que queria ter sempre ao alcance das mãos, foi doado por suas três filhas, Ana Luísa Escorel, Laura e Marina de Mello e Souza, em 10 de julho de 2018, à Unicamp, estando, portanto, a salvo, podendo contribuir com os pesquisadores de sua extensa obra.

DIRCEU LUIZ NATAL_RIO DE JANEIRO/RJ

 

UM HOMEM PRA CHAMAR DIRCEU

Agora que comecei, depois de anos de leitura “silenciosa”, quero encontrar meu lugar ao sol, ao lado de Dirceu Luiz Natal, na seção de cartas. Ouvindo o podcast Foro de Teresina, transmitido durante a apuração do primeiro turno (com mais de uma semana de atraso), me deliciei com o bloco do João Moreira Salles. Já tendo lido a reportagem, não pude disfarçar os suspiros quando, no metrô, o escutei falar. Ele, que é o crush da minha mãe, me arrancou suspiros. Vai ver Freud explica. Ao que interessa: fiquei curiosa para saber mais sobre a repercussão da reportagem “Uma cidade exemplar” (piauí_145, outubro) na sociedade tricordiana. Serão estas reverberações também uma representação do Brasil, a cada vez que as revistas chegam às bancas? Depois de ler “O anjo redentor” (piauí_143, agosto), de Antonio Engelke, achei graça da Malu Gaspar se referindo a “sistema”, tentando contornar o nome da famigerada série, ao que João (aliás, sempre elegante!), não pestanejou: Mecanismo!

Excelentes as entrevistas ao vivo com os etnojornalistas já citados. E preciso o comentário, na versão impressa, que João teceu à lista de minorias de que a estudante Raquel Stéfani de Souza – e também eu – se coloca ao lado: falta a ela, “de acordo com o espírito do tempo”, proletários, camponeses e desempregados. Parece que a classe trabalhadora foi para o outro lado. Quanto para (re)construir esse diálogo? Espero estar aqui para ver.

MARIA LUIZA GALLE LOPEDOTE_RIO DE JANEIRO/RJ

 

NOTA FRATERNA DA REDAÇÃO: Maria Luiza, foi com inegável emoção que nosso santo departamento de diagramação te acomodou pertinho do bom Dirceu Luiz Natal. Nesses tempos crispados e cheios de ódio, piauí trabalha para promover a paz e a concórdia entre as almas de boa paz. O sol que bafeja Dirceu agora te bafeja também. Que ilumine os teus passos.

 

X-RATED

João Gabriel (Cartas, piauí_145, outubro) é um romântico. João Moreira Salles é outro romântico, provavelmente de outra lavra, mas também o é. O primeiro encantou-se com a piauí ainda no ensino médio, o que não deixa de ser um sinal. Com umas chicotadas a mais do Paulo Francis poderia entrar na vida adulta e deixar pra lá essa ingenuidade.

O outro João mantém uma publicação que “não se paga”, em suas palavras. Um filho de banqueiro que torra dinheiro em papel pólen. Eis o capitalista brasileiro. Se assim não fosse seríamos outra coisa. O Brasil.

O país que esse João embarcou para conhecer em Três Corações. Uma cidade tão facilmente decifrável num jogo de emojis, mas que na piauí se apresenta da página 16 e segue até a 39 (“Uma cidade exemplar” e “Os tricordianos”, piauí_145, outubro). Um fôlego só para o dono. Mentira. A revista gosta de ser generosa com quem tem o que dizer. Mentira. Às vezes, sobra; outras, falta. Sem problema. Afinal, de qual romance que não arrancaríamos algumas páginas sem maiores prejuízos? No fim, o mutilador-geral (Cartas, piauí_145, outubro) talvez não tenha tanta autonomia.

Todo leitor da piauí parece desejar ver seu nome na seção Colaboradores, basta notar a prolixidade de suas cartas. Todas parecendo querer dizer: “Oi, me nota[1].” Muitas recorrendo ao apelo mais fácil, como aquele com que o João Gabriel começa sua missiva. Os leitores da piauí sentem o negócio do prazer com a revista. A seção Cartas parece corresponder às preliminares do coito. Para outros, seria mais o arremate, aquele chamego gostoso ao final. Como muitos, começo pelo fim, para dar aquelas risadinhas iniciais. Algum humor na conquista é sempre necessário. Depois vem o folhear. Quem fez o quê na edição. Parece que diminuiu a coparticipação da Companhia das Letras (mas eu amo a Lilia S., só para deixar bem claro, eu amo mesmo, mas eu sou gay, Lilia, nem vem; mentira, sou bi). Os títulos, os anúncios. Sim, eu observo quem divulga o quê por aqui.

E por falar nisso, quando vendem o peixe perguntando “A situação está confusa?”, fiz uma associação direta com a abertura do programa do Reinaldo Azevedo, pois ele fala algo parecido, se liga aí, Vinícius Saraiva – esse é o João do Marketing. Os anais da tragédia brasileira ii me fizeram lembrar da seção Diário da Dilma. Obviamente pela diagramação. Agora quem parece que vai precisar de um diário é o próprio Brasil “sob a luz enfermiça da crise que nos engole”.

Essa relação é antiga, desde o número inicial. Compras em banca, assinatura, cancelamento, de volta às bancas. piauí, temos um relacionamento ioiô. A nova assinatura foi na Flip, com direito a mimos. Os leitores são um tanto fanáticos. Pareciam uns ratos no estande. De toda forma, alcancei todas as edições que ainda não tinha. Mas o melhor arremate foi a palestra do João M. Salles.

Sinto falta de sexo na piauí. Será que a Redação é pudica? Se o for, sugiro um intercâmbio da Redação com o Zé Celso. Aparentemente fez bem ao Frias Filho. Mas na falta disso devo abrir aqui minha sessão de terapia. Eu estava no ensino médio e comecei a ler uns textos do Fernando de Barros e Silva. Não aqui, ainda na Folha. Comecei a ficar de pau duro. Só precisei completar com algumas imagens suas para que meus pensamentos noturnos se realizassem. E o Fernando foi só o começo, depois dele vieram outros. Eventualmente aconteceram algumas surubas, para as quais seriam convocados ainda o Daniel Piza, o Guga Chacra e, eventualmente, o Manuel da Costa Pinto.

Eis que apareceu o príncipe idealizador da piauí. Os documentários, as entrevistas, as palestras. A educação, a fala polida, a beleza, a inteligência. O João se tornou o pacote completo. E ainda tinha o irmão, o Walther. Num acordo mais flexível, poderia se garantir até um pouco mais de diversão. Não seria uma necessidade, só um plus. E daí, no Foro de Teresina especial do primeiro turno se apresentam, ao mesmo tempo, o Fernando e o João. Prestei atenção em tudo, Malu e Toledo, mas guardei uma memória especial para eles. Estaria eu sozinho nessa?

HERBERTH LIMA DOS SANTOS_NATAL/RN

 

NOTA ESCANDALIZADA DA REDAÇÃO: Pelos peitorais de Alexandre Frota, que diabos vocês leitores tomaram nesse picante (humm) mês de outubro? Até Messalina (consultem) foi mais discreta.

 


[1] Anotado.


Por questões de clareza e espaço, piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Somente serão consideradas as cartas que informarem o nome e o endereço completo do remetente.

Cartas para a redação:

redacaopiaui@revistapiaui.com.br

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