esquina

A vida é sonho

Na fila para ouvir Patti Smith

Carlos Adriano
ILUSTRAÇÃO: ANDRÉS SANDOVAL_2018

O bate-papo com Patti Smith em São Paulo estava marcado para as duas da tarde da quinta-feira, 14 de novembro. A distribuição dos ingressos se daria uma hora antes. Como eu queria visitar a exposição de Cildo Meireles no mesmo local, cheguei às onze da manhã. Surpresa: no ginásio de esportes do Sesc Pompeia já havia uma fila com 309 pessoas aguardando para ouvir as palavras da escritora e compositora.

Ainda tonto com o cenário que se anunciava, fui perguntar ao funcionário se ele achava que àquela altura eu tinha alguma chance de conseguir um ingresso. Com uma fleuma gentil, ele disse que não dava para saber ainda, pois seria preciso antes acomodar “essas pessoas” – que tinham chegado antes de mim, algumas às seis da manhã – e, girando o rosto para um ponto vago, também “os convidados”.

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Carlos Adriano

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