Fiocruz alerta: fim do foro privilegiado pode provocar extinção em massa em Brasília

03maio2018_15h13
Instituição recomenda que a classe política faça estoque de água, alimentos enlatados e habeas corpus para enfrentar período de instabilidade
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VEM, METEORO – “É um drama dantesco, equivalente ao que foi vivido pelos dinossauros quando um asteróide caiu na Terra, 65 milhões de anos atrás.” A frase abriu o texto publicado pela Fiocruz, hoje de manhã, para alertar sobre o desequilíbrio ambiental que pode decorrer do fim do foro privilegiado. O tema, em pauta no STF, pode resultar na extinção de ministros, deputados, senadores e ocupantes de cargo de confiança em Brasília.

“A natureza e o STF são inclementes”, explicou Elsinho Mouco, o marqueteiro e biólogo do Planalto. “Temos aqui em Brasília um bioma harmônico, que funciona em perfeito equilíbrio há décadas. E então vem essa regra nova, do nada, que pode resultar na extinção em massa dos dinossauros do PMDB, do PT e do PSDB. É muita crueldade.”

Elsinho Mouco disse que a extinção deve ser gradual, de baixo para cima, como costuma ocorrer na natureza. “O primeiro a ser comido vai ser o Aécio”, explicou, citando o famoso evolucionista Romero Jucarwin. “Depois, sem os Aécios como fonte de alimento, morrem também os Joesleys e os Gilmares.” O passo final será a aniquilação do Temerossaurus-Rex. “Isso, claro, se ele não evoluir no Sarneyssauro, que está aí desde a extinção anterior.”