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A semana no site da piauí

Os pedidos de reforço do relator da Lava Jato no STF, o esforço de Eduardo Paes para salvar o PMDB do Rio, os duelos entre intelectuais nas redes e outras histórias

17nov2017_18h49
Pego na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato, Jorge Picciani era o principal articulador do PMDB no Rio
Pego na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato, Jorge Picciani era o principal articulador do PMDB no Rio FOTO: DARYAN DORNELLES_2017

Um a um, nomes fortes do PMDB no estado do Rio vão sendo envolvidos em suspeitas ou caindo em escândalos de corrupção. A reportagem A culpa não é minha, de Bruno Filippo, mostra como Eduardo Paes tomou a dianteira para tentar salvar um PMDB bombardeado pela Lava Jato – seu principal articulador foi Jorge Picciani, que teve prisão decretada na última quinta-feira. O risco de a sigla chegar anêmica nas eleições tem implicações pessoais ao ex-prefeito: Paes quer ser governador.

Em março de 2017, Malu Gaspar escreveu sobre a trajetória política e os negócios privados de Picciani, o mais longevo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. “Principal liderança da política fluminense hoje, Picciani vê o cerco da Lava Jato apertar. Em dezembro, ele visitou o aliado Sérgio Cabral em Bangu: ‘Rezamos um Pai-Nosso’, contou.”

Na reportagem Sem força-tarefa, o repórter Eduardo Militão mostra os esforços frustrados do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, para conseguir reforços em seu gabinete. Há sete meses, Fachin pede um quarto juiz auxiliar para uma força-tarefa capaz de dar conta dos 4 455 processos que aguardam uma decisão, boa parte deles ligados à Operação Lava Jato – mas segue sem ser ouvido.A jornalista e pós-doutoranda em história Juliana Sayuri escreve sobre os duelos travados entre intelectuais nas redes sociais. Antes reunidos principalmente em cafés, redações e universidades, intelectuais agora ocupam as redes sociais – em especial, o Facebook  – como um lugar privilegiado para o debate público. Leia o artigo Duelo nas redes.

Em 1918, quatro décadas antes do histórico show que levou a bossa nova aos Estados Unidos, o Carnegie Hall foi palco da exibição do filme brasileiro Os Sertões, do tenente Luiz Thomas Reis. Em seu texto da semana, o crítico Eduardo Escorel relembra o evento.

questões de traço e letra, por Dedé Laurentino.

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