Adolf Hitler recorre ao Ecad para cobrar direitos autorais do governo Bolsonaro

17jan2020_16h59
Ainda que irritado com o governo Bolsonaro, Hitler se disse curioso para ver a montagem da tragédia sobre o ministro nazista que foi demitido do governo nazista justamente depois de fazer uma apologia ao nazismo
Ainda que irritado com o governo Bolsonaro, Hitler se disse curioso para ver a montagem da tragédia sobre o ministro nazista que foi demitido do governo nazista justamente depois de fazer uma apologia ao nazismo
A QUEDA – “Schadenfreude!”, exclamou o fuhrer dos fuhrers, o guru dos gurus, o youtuber dos youtubers, o esquerdista dos esquerdistas, Adolf Hitler, ao saber que o dramaturgo Roberto Alvim havia sido defenestrado do governo Bolsonaro. “Canalha! Usou frases e músicas do meu governo sem dar crédito e sem pagar direitos autorais. Morte aos nazistas sul-americanos!”
Revoltado, Hitler acionou o Ecad, em caráter retroativo, para cobrar todos os direitos autorais que não lhe foram pagos desde o início do governo Bolsonaro. “Esse piolho latino-americano metido a ariano já elogiou torturador, insultou gente de raça, copiou meu corte de cabelo, prometeu exterminar inimigo e agora ainda plagia a minha ideia de acabar com a arte degenerada! Quem ele pensa que é? Um alemão?”
Estimativas da Fiesp dão conta de que o governo deverá gastar 300 trilhões de dólares com os direitos cobrados – valor suficiente para acabar com o aquecimento global, com a fome na África ou para produzir as cinco óperas do concurso cultural promovido pelo finado Roberto Alvim.
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O The piauí Herald não é uma seção noticiosa, mas exclusivamente de humor, com sátiras da realidade política do Brasil.