Na revista

piauí_12

Setembro_2007

ou
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diário

Onze da noite é hora dos solitários

O cotidiano do balconista da seção de frios num supermercado de bacana

Francisco Jaime Alves Barbosa

tipos brasileiros

O indignado anônimo

Dependente químico da queixa exaltada, Indignaldo pode ganhar grupo de apoio mútuo nos mesmos moldes dos viciados em álcool e drogas

Alfredo Ribeiro

crônicas da imprensa

Detrás das dunas do Estadão

A luta interna para modernizar um jornal imerso em tradição centenária, dívidas milionárias e desavenças familiares infindáveis

Sandro Vaia

anais da criminalidade

Em busca do cadáver

O que faz um perito policial, com quais equipamentos trabalha, e qual o resultado da sua análise científica de assassinatos no Rio de Janeiro

Roberto Kaz

história

O morto e o vivo

"Sim, filho, efetivamente sou eu. Eu sou Mario Terán e eu matei Che Guevara"

Douglas Duarte

perfil

Entre ratos

Iván Izquierdo procura nos animais as chaves da formação e do armazenamento da memória

Raquel Freire Zangrandi

equação aplicada

Côncavo e convexo

Um problema lendário da matemática e a batalha sobre quem o solucionou

Sylvia Nasar

questões de arquitetura

Jogo dos sete erros

A construção do teatro do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro conclui, depois de mais de meio século, um marco do modernismo arquitetônico. Mas o resultado valeu a espera?

Fernando Serapião

questões estéticas

Zezão sai do esgoto

"É nos lugares nojentos que a arte aponta", diz o grafiteiro que trocou as galerias subterrâneas pelas galerias de arte no Brasil, Inglaterra e Estados Unidos

Cassiano Elek Machado

ficção

Três situações

É evidente que se alguém estiver observando a cena de longe pensará que tem diante de si um louco

Modesto Carone

o que aprendi

Cadeiras rangem, aplausos cicatrizam, Maria chora, o fantasminha fascina

Por fidelidade a Bibi Ferreira não pude me render a Audrey Hepburn

Marta Goes

horóscopo

Encontro Anual de Astrologia

Chantecler, aquele que tudo vê, viu. E conta.

Chantecler

esquina

Clandestino

A vida de um brasileiro na Cisjordânia

João Moreira Salles

Não é au-au

É ai-ai

Caroline Andreis

Prada, cappuccino e xau-xau

A Daslu do Nordeste abre os braços para o povo

Daniela Pinheiro

Cantoria compulsória

Quer homenagear a sua rua/bairro/cidade? Eustachio!

Paula Scarpin

Bouillabaisse olímpica

Asmáticos do mundo inteiro, uni-vos longe de Pequim

Dorrit Harazim

O pintor de almas

Seu retrato em tinta, chocolate ou vinho

Paulo Werneck

Bastilha!

Uma esquina solidária

Natacha Maranhão

só no site

Um outro crime

João Moreira Salles

chegada

Maripá, sempre à frente

O que fazer numa cidade de crime-zero e quarenta orquídeas por morador? Fechar a única delegacia do lugar

Marcos Sá Corrêa

despedida

Assim na terra como no céu

Lá se foi o sorridente Waldir Pires, que dizia que o perigo é a frase de efeito

Marcos Sá Corrêa

cordel

A lenda do Cabeça de Cuia

Pedro Costa

quadrinhos

O monstro desconhecido

O triste fim de carreira do Príncipe Valente

Marcel Gotlib

quadrinhos

Alessio Mancha K. Valete

O artista incompreendido que queimava o dinheiro alheio

Joe Sacco

capuccino

Realidade, ficção e capuccino

Tiago Judas

cartas

Tiranos e psicopatas

Os leitores comentam o perfil de Mangabeira Unger e notam que a altura de Stalin está errada

Tiago Judas

colaboradores

O teatro do Museu de Arte Moderna no traço e na escrita

Um arquiteto que faz reportagens, edita e desenha

Tiago Judas